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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Aluguel residencial com aniversário em maio e reajuste pelo IGP-M subirá 7,98%








Essa é a variação acumulada em 12 meses do índice que corrige a maior parte dos contratos de locação


O aluguel residencial em andamento com aniversário em maio e reajuste pela variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) sofrerá atualização de 7,98%, o maior reajuste desde março de 2013.

O IGP-M é eleito um dos principais indicadores para reajustes contratuais por ser o primeiro a ser divulgado, ainda dentro do mês de referência. Assim, a divulgação da variação mensal de 0,78%, no mês de abril, fecha o comportamento dos preços no período de 12 meses compreendido entre maio de 2013 e abril deste ano.

Para facilitar o cálculo do novo aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga mensalmente o fator de atualização, que agora será de 1,0798. Assim, para atualizar um aluguel de R$ 1.800,00, que vigorou até abril de 2014, multiplica-se R$ 1.800,00 por 1,0798, o que resultará em R$ 1.943,64, que será o aluguel de maio a ser pago no final de maio ou no início de junho.

Seguem os reajustes dos últimos meses:

Fatores de Reajustes de aluguel:
Contrato com aniversário em junho/13 e pagamento em julho/13: 1,0622
Contrato com aniversário em julho/13 e pagamento em agosto/13: 1,0631
Contrato com aniversário em agosto/13 e pagamento em setembro/13: 1,0518
Contrato com aniversário em setembro/13 e pagamento em outubro/13: 1,0385
Contrato com aniversário em outubro/13 e pagamento em novembro/13: 1,0440
Contrato com aniversário em novembro/13 e pagamento em dezembro/13: 1,0527
Contrato com aniversário em dezembro/13 e pagamento em janeiro/14: 1,0560
Contrato com aniversário em janeiro/14 e pagamento em fevereiro/14: 1,0551
Contrato com aniversário em fevereiro/14 e pagamento em março/14: 1,0566
Contrato com aniversário em março/14 e pagamento em abril/14: 1,0576
Contrato com aniversário em abril/14 e pagamento em maio/14: 1,0730

Fonte: SECOVI/SP

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aluguel com aniversário em abril e reajuste pelo IGP-M subirá 7,30%

 
O aluguel residencial em andamento com aniversário em abril e correção pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), sofrerá reajuste de 7,30%. “É o maior percentual de reajuste do aluguel desde maio de 2013”, afirma Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
 
O IGP-M é utilizado para corrigir muitos contratos por ser o primeiro a ser divulgado, ainda dentro do mês de referência. Assim, a divulgação de variação mensal de 1,67%, no mês de março, fecha o comportamento dos preços no período compreendido entre os meses de abril de 2013 a março deste ano (12 meses).
 
Para facilitar o cálculo do novo aluguel, o Secovi-SP divulga mensalmente um fator de atualização, que no caso será de 1,0730. Por exemplo: para atualizar um aluguel de R$ 1.500,00 que vigorou até março de 2014, multiplica-se R$1.500,00 por 1,0730, resultando em R$ 1.609,50, que é o aluguel de abril, a ser pago no fim do mês de abril ou início de maio.
 
Seguem os reajustes dos últimos meses:
 
Fatores de Reajustes de aluguel
 
Contrato com aniversário em maio/13 e pagamento em junho/13: 1,0730
Contrato com aniversário em junho/13 e pagamento em julho/13: 1,0622
Contrato com aniversário em julho/13 e pagamento em agosto/13: 1,0631
Contrato com aniversário em agosto/13 e pagamento em setembro/13: 1,0518
Contrato com aniversário em setembro/13 e pagamento em outubro/13: 1,0385
Contrato com aniversário em outubro/13 e pagamento em novembro/13: 1,0440
Contrato com aniversário em novembro/13 e pagamento em dezembro/13: 1,0527
Contrato com aniversário em dezembro/13 e pagamento em janeiro/14: 1,0560
Contrato com aniversário em janeiro/14 e pagamento em fevereiro/14: 1,0551
Contrato com aniversário em fevereiro/14 e pagamento em março/14: 1,0566
Contrato com aniversário em março/14 e pagamento em abril/14: 1,0576
Contrato com aniversário em abril/14 e pagamento em maio/14: 1,0730
 
Fonte: Infoimoveis

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Com IGP-M acumulado em 5,66%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel




Com o aumento, o inquilino que pagava por um imóvel R$ 2.000, passará a desembolsar, a partir de março, R$ 2.113,20

O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial encerrou o mês de janeiro com variação acumulada de 5,66%. Logo, esse deve ser o reajuste dos alugueis com aniversário em fevereiro, reforça o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Cálculo 
Aplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 2.000 no período de fevereiro de 2014 a janeiro de 2015, passa a custar R$ 2.113,20, a ser pago no final de fevereiro ou início de março, pelos próximos 11 meses.

Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até janeiro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em março.

O Secovi divulga um fator de multiplicação direta, que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em fevereiro e pagamento em março é de 1,0566.

Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel dos últimos cinco meses:
Fatores de reajustes
Contratos com aniversário em Pagamento em  Reajuste
 

Outubro de 2013 Novembro de 2013 1,0440
Novembro de 2013 Dezembro de 2013 1,0527
Dezembro de 2013 Janeiro de 2014 1,0560
Janeiro de 2014 Fevereiro de 2014 1,0551
Fevereiro de 2014 Março de 2014 1,0566
 Fonte: Secovi-SP Publicado no InfoMoney

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Mercado imobiliário de Sorocaba continua em crescimento

Unidades econômicas de 2 dormitórios apresentaram maior número de lançamentos e vendas 
 


No último ano, o município de Sorocaba apresentou um crescimento de quase 30% no número de unidades lançadas, em comparação com os 12 meses anteriores. No total, foram 6.043 imóveis ofertados entre setembro de 2012 e setembro de 2013, contra 4.732 unidades em igual período do ano anterior.

O Estudo do Mercado Imobiliário de Sorocaba foi elaborado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e pela Robert Michel Zarif Assessoria Econômica Ltda., com o objetivo de quantificar e medir o desempenho de comercialização de residências novas em condomínios na região.

Entre os lançamentos, o grande destaque são as unidades econômicas que 2 dormitórios, com mais de 50% da oferta.

Lançamentos – setembro de 2012 a setembro de 2013
1 dormitório: 308 unidades
1 dormitório econômico: 116 unidades
2 dormitórios: 941 unidades
2 dormitórios econômico: 3.232 unidades
3 dormitórios: 1.420 unidades
4 dormitórios: 26 unidades
Total: 6.043 unidades

Considerando todo o período do levantamento, de setembro de 2010 a setembro de 2013, foram lançados 12.942 imóveis, sendo que a maior parte é de empreendimentos verticais, com 91% da oferta (11.804 unidades).

Lançamentos verticais
Entre setembro de 2012 e setembro de 2013, foram lançados 5.707 imóveis verticais em Sorocaba. As unidades de 2 dormitórios representaram 68% do mercado, com 3.908 lançamentos.

Com relação ao período total do estudo, foram lançados 11.804 imóveis verticais, com destaque para as unidades econômicas de 2 dormitórios (50,8% - 5.999 unidades), seguidas pelos imóveis de 3 dormitórios (25,2% - 2.979 unidades) e tradicionais de tradicionais de 2 dormitórios (19,5% - 2.298).

Com relação aos tamanhos dos imóveis, o segmento mais procurado foi o de 46m² a 65m², com uma participação na oferta de 67% e um giro médio de 20% ao mês (1.611 unidades/mês). Em seguida vem o intervalo de 86m² a 130m², para produtos em melhor localização.

Na análise sobre o preço de venda, o segmento de até R$ 145.000,00 foi o mais procurado. O referido segmento participa com 38% da oferta e proporcionou um retorno médio de vendas de 9% ao mês (401 unidades/mês). Em seguida vem o próximo intervalo, de R$ 145.001,00 a R$ 350.000,00, que representou 25% da oferta e teve retorno de 12% ao mês (346 unidades/mês).

Preço por m² praticado
O valor médio do m² na região, no período, ficou em:
1 dormitório: R$ 5.331,00
1 dormitório econômico: R$2.881,00
2 dormitórios: R$ 3.675,00
2 dormitórios econômico: R$ 2.716,00
3 dormitórios: R$ 4.204,00
4 dormitórios: R$ 6.056,00

Imóveis horizontais
Entre setembro de 2010 e setembro de 2013, foram lançados 1.138 imóveis horizontais em condomínios no município. Deste número, 336 unidades foram nos últimos 12 meses.

O segmento econômico de 2 dormitórios representou a maior parte da oferta, com 832 unidades lançadas. Os imóveis de 3 dormitórios somaram 306 unidades lançadas.


Publicado no SECOVI SP

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Locação de imóvel terá reajuste de 5,27%

 
Quem possui um contrato de locação imobiliária que completa aniversário entre hoje e o fim de novembro terá reajuste de 5,27% na mensalidade.
 
Essa foi a variação acumulada em 12 meses do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) de outubro, publicado ontem pelo Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).
 
Este é o principal indicador econômico utilizado como indexador de contratos de locação imobiliária. Segundo o presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de do Estado de São Paulo), José Augusto Viana Neto, atualmente o IGP-M é utilizado para o reajuste de 95% das locações residenciais da Grande São Paulo.

“Me lembro que a sociedade escolheu esse indicador como o indexador dos contratos de aluguéis há muitos anos”, explicou Viana Neto. Segundo o Ibre/FGV, o IGP-M foi concebido em 1940, época em que o presidente da entidade se refere. Essa foi a segunda alta consecutiva no resultado. Passou de 3,85%, em agosto, para 4,40%, em setembro. E ontem, 5,27%. Em relação a outubro de 2012, foi bem mais baixo, já que naquele mês acumulou 7,52%. Contra 2011, em igual período, também está inferior, pois o registro daquela época foi de 6,95%.

EQUILÍBRIO

Na avaliação do presidente do Creci-SP, a a correção do valor da locação, a cada um ano, não é prejudicial. Isso porque proprietários recuperam a desvalorização monetária da parcela, para não perder para a inflação, e o inquilino não tem um reajuste tão grande.

“Porém, com o vencimento dos 30 meses previsto pelo contrato, o proprietário poderá fazer as correções que bem entender para fechar novo negócio. Se ele entender que perdeu muito durante as correções do IGP-M, ele pode aplicar isso no preço”, destacou Viana Neto.

Publicado no Diário do Grande ABC

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Aluguel residencial em andamento pode subir 3,85%


Índice será aplicado aos contratos de aluguel com aniversário em setembro e reajuste atrelado ao IGP-M


A FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgou hoje a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) de agosto, de 0,15%, totalizando em 3,85% a variação acumulada no período de 12 meses, que vai de setembro de 2012 a agosto de 2013.

A evolução do IGP-M de 12 meses é utilizada como principal indicador para reajuste de muitos contratos, incluindo os de locação residencial, cuja estimativa é que 90% deles adotem o indexador.

“Trata-se do menor reajuste de 12 meses pelo IGP-M desde maio de 2012, cujo acumulado fechou em 3,65%”, esclarece Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

O contrato com aniversário em setembro com cláusula de reajuste pela variação do IGP-M sofrerá reajuste de 3,85%. Para facilitar a atualização do aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga tradicionalmente fator de reajuste. Em setembro, esse fator é de 1,0385.

Pode-se citar um exemplo de aluguel de R$ 1.100,00 que vigorou até agosto de 2013 e que necessita de atualização. Realiza-se a multiplicação de R$1.100,00 por 1,0385 que resultará em R$ 1.142,35, que representa o aluguel de setembro a ser pago no final do mês de setembro ou início de outubro.

Fatores de Reajustes de aluguel
- Contrato com aniversário em outubro de 2012 e pagamento em novembro de 2012: 1,0807
- Contrato com aniversário em novembro de 2012 e pagamento em dezembro de 2012: 1,0752
- Contrato com aniversário em dezembro de 2012 e pagamento em janeiro de 2013: 1,0696
- Contrato com aniversário em janeiro de 2013 e pagamento em fevereiro de 2013: 1,0782
- Contrato com aniversário em fevereiro de 2013 e pagamento em março de 2013: 1,0791
- Contrato com aniversário em março de 2013 e pagamento em abril de 2013: 1,0829
- Contrato com aniversário em abril de 2013 e pagamento em maio de 2013: 1,0806
- Contrato com aniversário em maio de 2013 e pagamento em junho de 2013: 1,0730
- Contrato com aniversário em junho de 2013 e pagamento em julho de 2013: 1,0622
- Contrato com aniversário em julho de 2013 e pagamento em agosto de 2013: 1,0631
- Contrato com aniversário em agosto de 2013 e pagamento em setembro de 2013: 1,0518
- Contrato com aniversário em setembro de 2013 e pagamento em outubro de 2013: 1,0385


Publicada no SECOVI

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Secovi-SP divulga balanço do mercado imobiliário no 1º semestre


Comportamento de vendas e lançamentos de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo surpreendeu no período.


Em momento de incerteza no ambiente econômico, o comportamento de vendas e lançamentos de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo surpreendeu no primeiro semestre de 2013. De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário realizada mensalmente pelo Secovi-SP, as vendas de janeiro a junho deste ano atingiram 17.500 unidades, volume 46% superior ao mesmo período de 2012, quando foram comercializadas 11.981 unidades.

A comercialização em valores acumulada no semestre, medida pelo indicador VGV (Valor Global de Vendas), representou movimento da ordem de R$ 10,6 bilhões, atualizado pela variação do INCC-DI (Índice Nacional de Custo da Construção), da Fundação Getúlio Vargas, equivalente ao crescimento de 63% em relação ao montante de R$ 6,5 bilhões do primeiro semestre do ano anterior.

A análise do comportamento do mercado no primeiro semestre apresentou aspectos relevantes, como o crescimento expressivo da venda de imóveis de 1 dormitório, de 330%, passando de 964 unidades vendidas entre janeiro e junho de 2012 para 4.147 unidades até junho deste ano.

Imóveis de 1 dormitório representaram 23% das vendas acumuladas nos seis primeiros meses deste ano, contra 8,0% da primeira metade de 2012. Já as unidades de 2 dormitórios continuam com a maior participação no mercado, de 44% sobre o total vendido (7.753 unidades).

O ritmo de comercialização registrou alta em diversos bairros e regiões da cidade, diluído em vários lançamentos em oferta. O indicador de desempenho VSO (Vendas sobre Oferta) de 12 meses medido em junho foi de 64,9%, superior ao de dezembro de 2012 (56,7%).

Lançamentos - Os lançamentos residenciais também esboçaram reação no semestre, com 13.983 unidades ofertadas diante das 9.224 unidades do mesmo intervalo de meses de 2012. Houve incremento de 51% na comparação entre os dois períodos.

Dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio) mostram que o segmento de 2 dormitórios liderou em participação, com 5.732 unidades ofertadas (41%). O destaque, porém, foi o segmento de 1 dormitório, que teve alta da ordem de 377% entre os primeiros semestres de 2012 e 2013 (747 unidades e 3.565 unidades, respectivamente).

Região Metropolitana - O mercado nas cidades que compõem a Região Metropolitana de São Paulo mantém perfil de unidades de 2 e 3 dormitórios. Na região, que agrega a Capital e 38 municípios situados em seu entorno, foram comercializadas 28.719 unidades na primeira metade do ano – equivalente a aumento de 39% em relação ao primeiro semestre de 2012.

Acesse aqui a íntegra do Balanço, além de análises do mercado imobiliário e do cenário econômico, e projeções para o ano em termos de lançamentos e vendas.


Publicado no SECOVI SP

sábado, 24 de agosto de 2013

Valorização de imóveis à venda é o dobro da inflação em 2013


Alta do preço do metro quadrado de imóveis anunciados foi de mais que o dobro da inflação projetada, segundo o Índice FipeZap; Curitiba puxa valorização

 

  O relatório do Índice FipeZap de julho chama atenção para o fato de que a valorização do metro quadrado dos imóveis anunciados no Brasil em 2013 foi de mais que o dobro da inflação pelo IPCA projetada para o período. Enquanto que a estimativa para o índice oficial de alta de preços foi de 3,2%, o preço do metro quadrado anunciado aumentou 7,3% de janeiro a julho.

A maior valorização no mês de julho dentre as 16 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap Ampliado ficou mais uma vez por conta de Curitiba, com alta de 3,7%, puxada pelos bairros de Água Verde e Bigorrilho. Belo Horizonte foi a única cidade a apresentar queda no preço do metro quadrado anunciado no último mês, com desvalorização de 2,4%.

Curitiba, aliás, puxou a valorização do Índice FipeZap nos últimos 12 meses, com alta de 19,6%, seguida de Rio de Janeiro (+15,4%), Niterói (+14,0%), São Paulo (+13,9%) e Porto Alegre (+13,3%).

A alta mensal em São Paulo foi de 1,3%, e o preço do metro quadrado anunciado médio foi de 7.361 reais. No Rio, a alta do mês foi de 1,5%, e o preço do metro quadrado anunciado médio foi mais uma vez o mais alto das 16 cidades acompanhadas: 9.424 reais.

O menor preço de metro quadrado anunciado médio foi o de Vila Velha, no Espírito Santo, com 3.646 reais. O Índice FipeZap Ampliado, que inclui as 16 cidades acompanhadas, teve alta de 1,1% em julho, e o preço do metro quadrado anunciado médio foi de 6.900 reais.

As altas nos preços dos imóveis anunciados vêm assistindo a uma desaceleração nos últimos 12 meses, mas ainda assim se mantêm fortes acima da inflação na maioria das cidades. Enquanto que em 2011 o Índice FipeZap Composto (com sete cidades) superava os 2% a cada mês, a partir de meados de 2012 suas altas passaram a girar em torno de 1% a cada mês.

Veja na tabela o desempenho de cada cidade no Índice FipeZap de julho. Todas as 16 cidades compõem o Índice FipeZap Ampliado, lançado no início deste ano. Sete dessas cidades, em negrito, já compunham o Índice FipeZap Composto, existente desde 2010.

Região Variação mensal Julho/13 Variação mensal Junho/13 Em 12 meses No ano
Curitiba 3,70% 3,80% 19,60% 18,50%
Vitória 2,40% 1,60% 12,70% 10,10%
Salvador 1,80% 1,60% 12,10% 7,10%
Vila Velha 1,70% 1,20% 7,90% 7,10%
Rio de Janeiro 1,50% 1,40% 15,40% 9,30%
Recife 1,30% 2,20% 10,90% 7,40%
São Paulo 1,30% 1,10% 13,90% 7,30%
Santo André 1,30% 1,20% 10,50% 6,30%
Índice FipeZap Ampliado (16 cidades) 1,10% 1,10% 12,00% 7,30%
Porto Alegre 1,00% 0,70% 13,30% 6,90%
Índice FipeZap Composto (7 cidades) 1,00% 1,00% 11,80% 6,80%
São Caetano do Sul 1,00% 0,40% 9,30% 4,50%
Florianópolis 0,90% 0,60% 9,10% 8,10%
Fortaleza 0,90% 0,70% 7,90% 7,50%
Niterói 0,70% 1,30% 14,00% 6,20%
Distrito Federal 0,70% 0,40% 0,10% 1,40%
São Bernardo do Campo 0,60% 0,80% 10,50% 4,80%
IGP-M 0,42* 0,75% 5,35%* 2,18%*
IPCA 0,01* 0,26% 6,25%* 3,16%*
Belo Horizonte -2,40% -0,30% 4,90% 1,80%
Fontes: Índice FipeZap e Banco Central
(*) Estimativa


 
Veja na tabela o preço médio do metro quadrado anunciado em cada cidade:
Região Preço médio do metro quadrado (R$)
Rio de Janeiro 9.424
Distrito Federal 8.437
São Paulo 7.361
Média Nacional 6.900
Niterói 6.837
Recife 5.497
Fortaleza 5.108
Belo Horizonte 5.037
São Caetano do Sul 4.940
Florianópolis 4.746
Porto Alegre 4.542
Curitiba 4.374
Santo André 4.347
Salvador 4.267
Vitória 4.234
São Bernardo do Campo 4.116
Vila Velha 3.646
Fonte: Índice FipeZap


O FipeZap tem dados disponíveis sobre São Paulo e Rio de Janeiro desde janeiro de 2008. Para Belo Horizonte, a série histórica começa em maio de 2009. Para Fortaleza, em abril de 2010; para Recife em julho de 2010; e para Distrito Federal e Salvador, em setembro de 2010. Já entre as novas cidades, incluídas no Índice FipeZap Ampliado, as cidades do ABC Paulista e Niterói têm dados disponíveis desde janeiro de 2012. Vitória, Vila Velha, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba têm as séries históricas mais recentes, iniciadas em julho de 2012. O FipeZap Ampliado foi lançado em janeiro deste ano.

O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet, que totalizam mais de 290.000 unidades todos os meses. Além disso, são buscados também dados em outras fontes de anúncios online. A Fipe faz a ponderação dos dados utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Leia a íntegra do relatório do Índice FipeZap:

íNdice fipe zap julho by Julia Wiltgen

 Matéria publicada na Exame

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Aluguel com aniversário em junho subirá 6,22%

 
 Esse é o percentual acumulado em 12 meses pelo IGP-M da Fundação Getúlio Vargas


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou hoje o Índice Geral de Preços – Mercado ( IGP-M) de maio, que ficou estável, isto é, não apresentou variação em relação a abril. Com esse comportamento, a variação acumulada no período de 12 meses, de junho de 2012 a maio de 2013, foi de 6,22%.

A evolução do IGP-M de 12 meses é utilizada como principal indicador para reajuste de muitos contratos, incluindo os de locação residencial. Estima-se que cerca de 90% dos contratos de aluguel de imóveis sejam balizados por esse índice.

O contrato com aniversário em junho com cláusula de reajuste pela variação do IGP-M sofrerá reajuste de 6,22%. Para facilitar a atualização do aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga tradicionalmente fator de reajuste. Em junho, esse fator é de 1,0622.

Assim, se o aluguel vigente no período de junho de 2012 a maio deste ano foi de R$ 1.200,00, o aluguel de junho de 2013 será o resultado da multiplicação de R$ 1.200,00 pelo fator (1,0622), o que dá R$ 1.274,64, valor a ser pago no fim de junho ou início de julho deste ano. “Esse reajuste terá validade de 12 meses e será pago mensalmente para os aluguéis referentes ao período de junho de 2013 a maio de 2014, ou até o fim do contrato, se ele vencer durante esse período”, lembra Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP.


Fatores de Reajustes de aluguel
- Contrato com aniversário em julho de 2012 e pagamento em agosto de 2012: 1,0514
- Contrato com aniversário em agosto de 2012 e pagamento em setembro de 2012: 1,0667
- Contrato com aniversário em setembro de 2012 e pagamento em outubro de 2012: 1,0772
- Contrato com aniversário em outubro de 2012 e pagamento em novembro de 2012: 1,0807
- Contrato com aniversário em novembro de 2012 e pagamento em dezembro de 2012: 1,0752
- Contrato com aniversário em dezembro de 2012 e pagamento em janeiro de 2013: 1,0696
- Contrato com aniversário em janeiro de 2013 e pagamento em fevereiro de 2013: 1,0782
- Contrato com aniversário em fevereiro de 2013 e pagamento em março de 2013: 1,0791
- Contrato com aniversário em março de 2013 e pagamento em abril de 2013: 1,0829
- Contrato com aniversário em abril de 2013 e pagamento em maio de 2013: 1,0806
- Contrato com aniversário em maio de 2013 e pagamento em junho de 2013: 1,0730
- Contrato com aniversário em junho de 2013 e pagamento em julho de 2013: 1,0622

Publicado  no SECOVI/SP

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Queda no preço dos imóveis já era esperada, afirma Creci-SP


Fevereiro apresentou uma inclinação de 20,26% nos preços dos imóveis no estado


Enquanto algumas capitais registraram aumento no preço dos imóveis residenciais e comerciais, como ocorreu com Belo Horizonte, no estado de São Paulo houve queda no valor de venda e locação. As informações foram divulgadas pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

Em relação aos 12 meses anteriores, fevereiro apresentou uma inclinação de 20,26% nos preços dos imóveis no estado. Para o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, a queda já era esperada para este ano. Isto ocorreu “Devido ao comportamento do mercado internacional e ao fato de os preços dos imóveis terem subido demais nos últimos tempos, reduzindo o poder de compra das famílias”, afirmou ao portal IG.


Previsão é de mudança

Este cenário não deve persistir no estado, é o que afirma Viana Neto. “A tendência agora é de estabilização do mercado”, declarou ao portal. Para o levantamento foram pesquisados 3.901 imóveis entre 1.351 imobiliárias de 37 cidades paulistas e o resultado também foi decepcionante para o mês de fevereiro, já que o feriado prolongado de Carnaval contribui para a baixa procura por imóveis no estado.


Publicado na Redimob

terça-feira, 21 de maio de 2013

Aluguel em andamento com aniversário em maio subirá 7,30%


Esse é o percentual acumulado em 12 meses pelo IGP-M, indicador que corrige cerca de 90% dos contratos de locação do Pais.


Os contratos de aluguel com aniversário em abril e que estão atrelados à variação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) serão reajustados em 7,30%. Esse é o percentual acumulado do indicador no período de 12 meses, de maio de 2012 a abril de 2013.
 
Estima-se, no mercado, que o IGP-M corrija em torno de 90% dos contratos de locação.

Para facilitar a atualização do aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga tradicionalmente um fator de reajuste, que deve ser multiplicado pelo valor do aluguel. Em abril, ele é de 1,0730.
Assim, se o aluguel vigente no período de maio de 2012 a abril deste ano foi de R$ 1.400,00, o aluguel de maio de 2013 será o resultado da multiplicação de R$ 1.400,00 pelo fator de 1,0730, o que resulta em R$ 1.502,20 a serem pagos no fim de maio ou no início de junho. O novo valor terá validade de 12 meses. 
Fatores de Reajustes de aluguel 

- Contrato com aniversário em maio de 2012 e pagamento em junho de 2012: 1,0365
- Contrato com aniversário em junho de 2012 e pagamento em julho de 2012: 1,0426
- Contrato com aniversário em julho de 2012 e pagamento em agosto de 2012: 1,0514
- Contrato com aniversário em agosto de 2012 e pagamento em setembro de 2012: 1,0667
- Contrato com aniversário em setembro de 2012 e pagamento em outubro de 2012: 1,0772
- Contrato com aniversário em outubro de 2012 e pagamento em novembro de 2012: 1,0807
- Contrato com aniversário em novembro de 2012 e pagamento em dezembro de 2012: 1,0752
- Contrato com aniversário em dezembro de 2012 e pagamento em janeiro de 2013: 1,0696
- Contrato com aniversário em janeiro de 2013 e pagamento em fevereiro de 2013: 1,0782
- Contrato com aniversário em fevereiro de 2013 e pagamento em março de 2013: 1,0791
- Contrato com aniversário em março de 2013 e pagamento em abril de 2013: 1,0829
- Contrato com aniversário em abril de 2013 e pagamento em maio de 2013: 1,0806
- Contrato com aniversário em maio de 2013 e pagamento em junho de 2013: 1,0730

Publicado no Ecofinanças

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Imóveis: um ótimo investimento para 2013


Comprar imóveis para investimento sempre foi um ótimo negócio historicamente. Mesmo com uma grande valorização do metro quadrado nos últimos anos, 2013 continua sendo um ótimo momento para as pessoas que pensam em comprar um imóvel.



As pessoas que compraram imóveis nos últimos quatro anos conseguiram uma valorização em torno 80% com o aquecimento do mercado imobiliário. Diversas foram as causas para este aquecimento: aumento do poder aquisitivo da população brasileira, diminuição dos juros e os incentivos pontuais do governo como o programa Minha Casa Minha Vida.

Mas o fator principal desta mudança, sem dúvida, foi a disponibilidade de crédito no mercado e o aumento do prazo para pagamento das parcelas. Em muitos casos, o valor de uma prestação do financiamento é o mesmo, ou até mesmo menor, do que a parcela de um aluguel. A diferença está na ótima sensação de estar construindo um patrimônio e não pagando um simples aluguel.

O ano de 2012 foi marcado pela diminuição histórica da Selic. Ao mesmo tempo que está baixa impactou positivamente a taxa de juros do crédito imobiliário, puxando o valor para baixo, o fato de o mercado financeiro remunerar investidores com rendimentos mensais menores, despertou ainda mais os olhos de potenciais investidores que viram nos imóveis a possibilidade de rendimentos anuais na casa dos dois dígitos, diferente da média de 6 a 8% de remuneração de um CDB no banco, por exemplo.

Os fundos imobiliários também atraíram muito a atenção de pessoas que estão em busca de boas rentabilidades. Cada vez mais estruturados e profissionalizados, estes fundos contam ainda com a isenção de imposto de renda para seus cotistas, o que deixa a rentabilidade de bons projetos, ainda mais interessante.

A compra de imóveis para locação, também está em alta. Ao mesmo tempo que um proprietário de imóvel tem ganhos em torno de 0,5% mês, o imóvel ainda conta com a sua valorização anual, que em 2012, ficou na casa dos 16% na média nacional.

Para quem ainda não comprou um imóvel e que pretende comprar em breve, a boa notícia é que ainda haverá boas oportunidades no mercado. O Brasil conta com uma demanda reprimida de mais ou menos 1,5 milhão de novas famílias por ano de potenciais compradores.

A disponibilidade de crédito no mercado faz com que as incorporadoras criem cada vez mais projetos diferenciados, para diferentes públicos, muitas vezes em regiões novas que sofrerão uma boa valorização com o tempo.

É válido lembrar que o Brasil é a sexta maior economia do mundo. Porém, em 2012, o valor médio do metro quadrado no país foi apenas o 64º maior do mundo. Ou seja, temos uma janela muito positiva para valorização.

O fato de o nosso país estar próximo de grande eventos esportivos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, faz com que inúmeros investimentos de infraestrutura sejam realizados nas principais capitais brasileiras, consequentemente valorizando as regiões do entorno onde surgirão estas novas benfeitorias.

Para aquelas pessoas que planejam adquirir imóvel, é importante lembrar que é importante o auxílio de um profissional cadastrado ao Creci de seu estado. Como também é imprescindível estar a par da saúde financeira da construtora a qual estão comprando o imóvel e ter uma boa percepção da valorização e desenvolvimento da região em que estão comprando este bem.

Historicamente a compra de imóvel é muito positiva e milhares de pessoas, em todo o mundo, ganham boa quantidade de dinheiro com este tipo de investimento. Como dizem o antigo ditado “quem compra imóvel ou terra, não erra”.

Publicado no Administradores.com.br 
Por Diogo Schroeder Horn
Empresário e associado do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Aluguel em andamento com aniversário em abril subirá 8,06%


Esse é o percentual acumulado em 12 meses pelo IGP-M, indicador que corrige cerca de 90% dos contratos de locação do Pai.


Os contratos de aluguel com aniversário em abril e que estão atrelados à variação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) serão reajustados em 8,06%. Esse é o percentual acumulado do indicador no período de 12 meses, de abril de 2012 a março de 2013.

Estima-se, no mercado, que o IGP-M corrija em torno de 90% dos contratos de locação. Para facilitar a atualização do aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga tradicionalmente um fator de reajuste, que deve ser multiplicado pelo valor do aluguel. Em abril, ele é de 1,0806.

Assim, se o aluguel vigente no período de abril de 2012 a março deste ano foi de R$ 1.200,00, o aluguel de abril de 2013 será o resultado da multiplicação de R$ 1.200,00 pelo fator 1,0806, o que dará R$ 1.296,72 a ser pago no fim de abril ou no início de maio deste ano. O novo valor terá validade de 12 meses. 

Fatores de Reajustes de aluguel 

- Contrato com aniversário em maio de 2012 e pagamento em junho de 2012: 1,0365
 - Contrato com aniversário em junho de 2012 e pagamento em julho de 2012: 1,0426
- Contrato com aniversário em julho de 2012 e pagamento em agosto de 2012: 1,0514
- Contrato com aniversário em agosto de 2012 e pagamento em setembro de 2012: 1,0667
- Contrato com aniversário em setembro de 2012 e pagamento em outubro de 2012: 1,0772
- Contrato com aniversário em outubro de 2012 e pagamento em novembro de 2012: 1,0807
- Contrato com aniversário em novembro de 2012 e pagamento em dezembro de 2012: 1,0752
- Contrato com aniversário em dezembro de 2012 e pagamento em janeiro de 2013: 1,0696
- Contrato com aniversário em janeiro de 2013 e pagamento em fevereiro de 2013: 1,0782
- Contrato com aniversário em fevereiro de 2013 e pagamento em março de 2013: 1,0791
- Contrato com aniversário em março de 2013 e pagamento em abril de 2013: 1,0829
- Contrato com aniversário em abril de 2013 e pagamento em maio de 2013: 1,0806

Publicado no SECOVI-SP

sábado, 30 de março de 2013

Preço dos imóveis residenciais deve subir 10% em 2013


Alta esperada seria semelhante à registrada em 2012.



O mercado imobiliário não sofre com falta de interesse dos consumidores, nem condições para compra de imóveis, na avaliação do economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. "O mercado não enfrenta problema de falta de demanda e oferta de crédito", afirmou há pouco, em entrevista à imprensa.

Petrucci mencionou que a demanda está saudável, tendo em vista que em 2012 foram lançadas 27,8 mil unidades e vendidas 26,9 mil unidades na capital paulista. "A demanda está aquecida. Se lancei 27 mil e vendi 27 mil, é lógico que a demanda está aquecida", argumentou.

Já sobre o crédito imobiliário, Petrucci reiterou a estimativa de crescimento, já que, na sua opinião, os bancos têm grande interesse em participar desse mercado. "Não faltará crédito imobiliário, pois (essa carteira) é um grande negócio para os bancos em função da sua garantia e da baixa inadimplência".

Para 2013, Petrucci mostrou otimismo e afirmou que a estimativa de crescimento de 10% no volume de lançamentos em São Paulo se baseia na perspectiva de demanda aquecida, melhorias no processo de licenciamento pelo setor público, revisão do plano diretor na capital paulista e pelas medidas para desoneração para as construtoras, anunciadas em dezembro pelo governo federal. 

Na avaliação do executivo do Secovi-SP, o preço dos imóveis deve seguir em crescimento estável, com alta em torno de 3% acima dos índices de inflação utilizados como referência para o setor - IGPM e INCC - levando a uma alta nominal de aproximadamente 10% no acumulado do ano. "O crescimento do preço real do imóvel deve ser parecido com o verificado em 2012 do que nos anos anteriores", afirmou.

Publicado no Estadão

quinta-feira, 28 de março de 2013

Como funciona o usufruto de imóveis

 

A doação com usufruto é feita pelo proprietário do imóvel ainda em vida para garantir renda ou moradia a alguém, mas tendo a garantia que o beneficiado não poderá vender o bem ou expulsá-lo de lá. O usufrutuário detém, desde então, todos os direitos sobre o imóvel. Veja as dicas do advogado especialista em Direito Imobiliário, Hamilton Quirino, e saiba o que fazer – ou não – em caso de usufruto.

Passo a Passo

1- É possível predeterminar um período de usufruto?
A reserva de usufruto pode ser feita em um período determinado. Quando este termina, a cláusula de usufruto perde a validade.

2- Como fazer o procedimento?

A doação com reserva de usufruto é feita no cartório. O usufruto pode ser instituído também no testamento. Por exemplo, para evitar briga de inventário, o casal já doa seus bens em vida, como reserva de usufruto a eles próprios ou um parente. Quem quer que tenha recebido a doação, é o nu-proprietário.

3- Venda ou aluguel

Quem recebe a doação é o dono parcial e não pode vender ou alugar sem o consentimento do usufrutuário (quem tem o direito de usufruir do imóvel). E é este quem tem o direito de receber o dinheiro do aluguel. Se um apartamento locado está sob estas condições e o usufrutuário morrer, o contrato continua válido. O que muda é que agora o nu-proprietário passará a ser o proprietário total e receberá os aluguéis.

4- Herdeiros diretos 

Doação é um ato de vontade. Os herdeiros diretos não podem contestar o bem, exceto se seus 50%, de direito, forem doados. Por exemplo, pais que brigaram com o filho decidem doar o único imóvel que têm a um sobrinho. Quando morrerem, o filho legítimo pode contestar na Justiça, pois os pais só podem dispor de 50% dos seus bens a quem quiserem. Nesse caso, o herdeiro direto pode requerer sua metade de direito. 

5- Em caso de morte do nu-proprietário 

Se o nu-proprietário morrer, o herdeiro direto dele receberá o direito à doação e deverá respeitar o usufruto. Por exemplo, se um pai viúvo doou um imóvel a um filho único com direito a usufruto próprio e este filho morre, o herdeiro dele terá o direito ao imóvel, devendo respeitar o direito de usufruto do avô.

6- Em caso de morte do usufrutuário 

A reserva de usufruto é personalista. Se o usufrutuário morre, o nu-proprietário passa a ter o total direito sobre o imóvel, podendo vender se quiser. Os herdeiros do doador, ou seja, do usufrutuário, não têm direito sobre o bem. 

7- Restrições

O usufrutuário não pode vender o imóvel e deve conservá-lo. Ele deve usar como se fosse dele, devendo pagar todas as taxas. Se ele deixa de pagar o condomínio, a ação é movida contra ele e o nu-proprietário.

8- Cancelamento de contrato

É possível revogar a concessão de usufruto. É só voltar ao cartório e desfazê-lo. Os impostos não serão cobrados, mas as custas dos atos no cartório, sim.


Publicado no REDIMOB

quarta-feira, 6 de março de 2013

Com IGP-M acumulado em 8,29%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel


Com o aumento, o inquilino que pagava por um imóvel R$ 1.500, passará a desembolsar, a partir de abril, R$ 1.624,35

O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial encerrou o mês de fevereiro com variação acumulada de 8,29%. Logo, esse deve ser o reajuste dos alugueis com aniversário em março, reforça o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Cálculo
Aplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1.500 no período de março de 2013 a fevereiro de 2014, passa a custar R$ 1.624,35, a partir de abril, pelos próximos 11 meses.

Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até fevereiro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em março.

O Secovi divulga um fator de multiplicação direta, que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem.


O fator para contratos com aniversário em março e pagamento em abril é de 1,0829.

Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel dos últimos cinco meses:

Fatores de reajustes
Contratos com aniversário em                         Pagamento em                       Reajuste
Novembro de 2012                                       Dezembro de 2012                 1,0752
Dezembro de 2012                                        Janeiro de 2013                      1,0696
Janeiro de 2013                                             Fevereiro de 2013                  1,0782
Fevereiro de 2013                                         Março de 2013                      1,0791
Março de 2013                                             Abril de 2013                         1,0829

Fonte: SECOVI
Publicado na InfoMoney

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Com IGP-M acumulado em 7,91%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel

 Com o aumento, o inquilino que pagava por um imóvel R$ 1.500, passará a desembolsar, a partir de janeiro, R$ 1.618,65 

O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial encerrou janeiro com variação acumulada de 7,91%. Logo, esse deve ser o reajuste dos alugueis com aniversário em fevereiro, reforça o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

CálculoAplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1.500 no período de fevereiro de 2012 a janeiro de 2013, passa a custar R$ 1.618,65, a partir de fevereiro e pelos próximos 11 meses.

Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até janeiro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em março. “Sempre é bom lembrar que o reajuste de fevereiro será pago no final do mesmo mês ou no início de março”, ressalta Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP

O Secovi divulga um fator de multiplicação direta, que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em fevereiro e pagamento em março é de 1,0791.

Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel dos últimos cinco meses:

Fatores de reajustes
Contratos com aniversário em Pagamento em  Reajuste
   Fonte: Secovi-SP
Outubro de 2012 Novembro de 2012 1,0807
Novembro de 2012 Dezembro de 2012 1,0752
Dezembro de 2012 Janeiro de 2013 1,0696
Janeiro de 2013 Fevereiro de 2013 1,0782
Fevereiro de 2013 Marços de 2013 1,0791
 Publicado na Infomoney

domingo, 20 de janeiro de 2013

Quanto realmente custa comprar um imóvel


Além do valor do imóvel e do custo do financiamento, despesas com imposto e cartório podem pesar no bolso na hora da compra; conheça cada uma delas



Custos da parte burocrática da compra do imóvel devem ser previstos no orçamento

São Paulo – A compra de um imóvel não é apenas uma questão de juntar um valor para dar de entrada e fazer a parcela do financiamento caber no orçamento. A burocracia de tornar o imóvel de fato seu envolve uma série de outros custos que não são exatamente leves para o bolso, e o comprador deve estar preparado para encará-los. Além disso, a natureza do imóvel adquirido pode envolver ainda outros custos. Veja a lista dos verdadeiros custos de se comprar um imóvel e quanto eles vão pesar:

1. Valor da entrada

Embora seja possível financiar 100% do valor do imóvel para quem tem renda familiar de até 5.400 reais nas regiões metropolitanas ou 4.300 reais nos demais municípios, para quem tem renda familiar mais alta que isso será necessário dar uma entrada. O valor mínimo será de 10% do valor do imóvel, para algumas linhas.
Na Caixa , por exemplo, é possível financiar até 90% do valor do imóvel. Ou seja, para um imóvel de 500.000 reais, seria necessária uma entrada mínima de 50.000 reais, que pode ser obtida por meio da poupança em uma aplicação financeira conservadora e de alta liquidez, como a caderneta de poupança, os CDBs e o Tesouro Direto. Outra opção é entrar em um consórcio imobiliário cujo valor da carta de crédito seja suficiente para dar esta entrada.

2. Custo Efetivo Total (CET) do financiamento

Quem financia o imóvel não deve apenas olhar para as taxas de juros, mas sim para o Custo Efetivo Total do financiamento, o chamado CET. Este é o percentual que deve ser levado em conta na hora de calcular a parcela mensal do financiamento. O CET inclui os juros, os prêmios dos seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e de Danos Físicos do Imóvel (DFI), a tarifa mensal de serviços administrativos, a tarifa de avaliação do imóvel e impostos, quando aplicáveis, como o Imposto de Operações Financeiras (IOF). Na Caixa, por exemplo, a taxa de juros do crédito pró-cotista, para quem financia com recursos do FGTS, é de 8,66% ao ano, enquanto que o CET é de 9,01% ao ano.

3. Custo da moradia

Se você mora de aluguel e comprou seu primeiro imóvel ainda na planta, não se esqueça de que seu orçamento deverá comportar o aluguel e uma eventual taxa de condomínio, além das parcelas pagas à construtora. Mas lembre-se de se certificar de que há fôlego financeiro para continuar pagando aluguel caso a entrega do imóvel atrase.
Os contratos costumam já prever um atraso de 180 dias, mas em casos extremos – e que frequentemente levam os compradores à Justiça – o atraso pode facilmente chegar a um ano ou mais. Se a intenção é comprar um imóvel já pronto, some às parcelas do financiamento o valor da taxa de condomínio. É o mínimo que você vai pagar por sua moradia.

4. Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

O ITBI é um imposto municipal que o comprador deve pagar ao adquirir um imóvel. A alíquota varia de município para município, mas não ultrapassa 3%. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, a alíquota é de 2% sobre o valor do imóvel. Pode haver descontos, com ou sem limite máximo, para imóveis de menos de 500.000 reais, financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Há basicamente duas formas de desconto do ITBI. Uma delas consiste na aplicação de uma alíquota reduzida sobre uma parte do valor do financiamento, e tudo que exceder esse teto será tributado sob a alíquota normal. É o que acontece na capital paulista. O teto do desconto é de 42.800 reais e a alíquota reduzida é de 0,5%. Assim, para um imóvel de 400.000 reais, com 300.000 reais financiados pelo SFH, o comprador pagará 0,5% sobre 42.800 reais e 2% sobre os 357.200 reais restantes.

A outra forma é o desconto sem o teto. É o que ocorre, por exemplo, em Santos, no litoral paulista. Nesta cidade, o ITBI é de apenas 0,5% sobre todo o valor do financiamento pelo SFH. Segundo o exemplo acima, 0,5% sobre 300.000 reais, sendo que os 100.000 reais restantes seriam tributados pela alíquota cheia. Existem ainda alguns casos de isenção. Em Fortaleza, funcionários públicos municipais não precisam pagar ITBI na compra do primeiro imóvel.

As Prefeituras também determinam prazos para o pagamento do ITBI, e cobram multa de quem os excede. Em São Paulo, por exemplo, o imposto deve ser pago em até dez dias a partir da data do contrato de compra e venda. Em alguns municípios, também é possível parcelar o imposto.

5. Escritura pública

Quando se financia um imóvel, não é preciso se preocupar com essa parte, uma vez que o contrato emitido pelo banco tem força de escritura pública. Caso a compra se dê à vista, porém, será necessário fazer uma escritura no Tabelião de Notas. O valor e as regras de cobrança das escrituras públicas variam bastante de estado para estado.

Em São Paulo, por exemplo, o valor da escritura é sempre proporcional ao valor do imóvel. A escritura de um imóvel de 300.000 reais custa 2.497,31 reais. Já um de 600.000 reais requer uma escritura de 3.074,93 reais. Já no Rio de Janeiro, toda escritura de valor declarado superior a 49.889,02 custa 604,26 reais.

Para saber o custo das escrituras no seu estado, basta acessar a página do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil , que disponibiliza, em arquivo pdf, as regras de custos cartoriais de todos os estados. No entanto, a escrita burocrática pode suscitar dúvidas, e os prazos e documentos necessários para lavrar uma escritura variam também de estado para estado. Pode ser necessário apresentar uma série de certidões, que normalmente devem ser providenciadas pelo vendedor. Por isso, é aconselhável entrar em contato com um tabelionato de notas para saber o valor da escritura, os documentos necessários e a quem compete providenciá-los.
 
6. Registro do Imóvel

Com o ITBI pago e a escritura em mãos, é hora de registrar o imóvel. “O comprador precisa levar as vias do contrato assinadas e a guia de ITBI paga para que o cartório possa dar entrada no Registro”, diz Daniele Akamine, sócia-proprietária da consultoria imobiliária Akamines. Segundo ela, em algumas cidades também é preciso apresentar algumas certidões, que na maioria das vezes devem ser providenciadas pelo próprio vendedor. “Algumas das certidões exigidas podem ser emitidas diretamente nos sites da Receita e do INSS, gratuitamente. O custo total é de até 400 reais”, explica a advogada.

Os valores do registro também variam de estado para estado e tomam como base o valor de alienação do imóvel. Em São Paulo, o registro de um imóvel de 500.000 reais custa 1.792,21 reais. No Rio Grande do Sul, o registro de um imóvel no mesmo valor sai por 1.996,10 reais. Os valores dos registros também podem ser consultados no site do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil. 

Simulação

Vamos fazer um cálculo simplificado do custo das principais despesas cartoriais e do ITBI de um imóvel de 400.000 reais, com 300.000 reais financiados, na cidade de São Paulo:

ITBI: 7.358 reais
0,5% sobre o valor financiado, com limite de 42.800 reais; ou seja, 0,5% sobre 42.800 reais. Soma-se a isso 2% sobre o valor restante de 357.200 reais.
Registro de imóveis: 1.792,21 reais (se não for a primeira compra) ou 896,10 reais (50% de desconto, caso o comprador nunca tenha tido imóvel em seu nome).
Eventuais despesas com certidões: 400 reais
Total: de 8.654,10 a 9.550,21 reais, cerca de 2% do valor total do imóvel


Vamos agora simular as mesmas despesas para uma compra à vista de um imóvel de 600.000 reais na cidade de São Paulo:

ITBI: 12.000 reais
2% sobre 600.000 reais, sem desconto
Escritura: 3.074,93 reais
Registro de imóveis: 2.063,25 reais (se não for a primeira compra) ou 1031,63 reais (50% de desconto, caso o comprador nunca tenha tido imóvel em seu nome).
Eventuais despesas com certidões: 400 reais
Total: de 16.506,56 reais a 17.538,18 reais, cerca de 3% do valor total do imóvel


Atualmente, a Caixa já oferece a possibilidade de incluir esses custos no financiamento e, assim, parcelá-los .
Publicado na EXAME

sábado, 19 de janeiro de 2013

Escritura do primeiro imóvel deve ser feita com desconto



Lei federal garante 50% de desconto no primeiro imóvel pelo SFH.



Regularizar o primeiro imóvel pode representar um peso no orçamento para quem não conhece um direito, garantido por lei, que dá desconto de 50% nos valores de escritura e registro. A lei federal 6.015, que tem quase 40 anos, prevê esse benefício aos imóveis comprados pelo SFH (Sistema Financeiro Habitacional).

Os cartórios não são obrigados a informar os compradores. Segundo o oficial de registro, Emanuel Costa Santos, no Estado de São Paulo, a lei é amplamente aplicada.

"É tão usual aplicar essa lei que cada cartório mantém em sua tabela notas explicativas sobre os descontos. Porém, essas situações dependem da legislação de cada Estado. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o artigo 290 da lei 6.015 não é aplicado", afirma.

Na hora de registrar, o comprador deve apresentar ao cartório uma declaração de que esse é seu primeiro imóvel e que é usado para a própria moradia. "Algumas pessoas burlam a lei. A declaração é pedida se não houver essa especificação no contrato do imóvel", explica Santos.

Segundo a advogada de questões imobiliárias, Nicoli Almeida Manfrin, se a declaração for falsa, o comprador pode responder penalmente por falsidade ideológica. Além da declaração, quem deseja registrar o primeiro imóvel deve levar uma via original do contrato, assinada pelo dono - ou donos, e por duas testemunhas. Também é preciso levar a certidão venal do imóvel e a guia do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis).

A advogada diz que muitas pessoas deixam de economizar no momento do registro do imóvel justamente por causa da falta de interesse dos vendedores ou dos cartórios. "A lei possui duas finalidades: estimular a aquisição do primeiro imóvel e, assim, privilegiar o direito à moradia previsto na Constituição, e também fazer com que mais pessoas registrem seus imóveis, evitando-se a clandestinidade dos contratos de gaveta", afirma.

Publicado no Jornal A Cidade

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Com IGP-M acumulado em 7,82%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel

Com o aumento, o inquilino que pagava por um imóvel R$ 1.200, passará a desembolsar, a partir de janeiro, R$ 1.293,84 

O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial encerrou o ano de 2012 com variação acumulada de 7,82%. Logo, esse deve ser o reajuste dos alugueis com aniversário em janeiro, reforça o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Cálculo
Aplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1.200 no período de janeiro a dezembro de 2012, passa a custar R$ 1.293,84, a partir de janeiro, pelos próximos 11 meses.

Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até dezembro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em janeiro.

O Secovi divulga um fator de multiplicação direta, que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em janeiro e pagamento em fevereiro é de 1,0782.

Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel dos últimos cinco meses:

Fatores de reajustes
Contratos com aniversário em Pagamento em  Reajuste
              
Setembro de 2012 Outubro de 2012 1,0772
Outubro de 2012 Novembro de 2012 1,0807
Novembro de 2012 Dezembro de 2012 1,0752
Dezembro de 2012 Janeiro de 2013 1,0696
Janeiro de 2013 Fevereiro de 2013 1,0782

Fonte: Secovi-SP
Publicado no InfoMoney