Mostrando postagens com marcador Mercado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mercado. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Vendas e lançamentos de imóveis novos na Capital registram alta


Pesquisa Secovi apurou a comercialização de 2.787 unidades no mês, que teve 4.018 unidades lançadas

O mercado de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo totalizou em setembro 2.787 unidades comercializadas, um crescimento de 55,1% em relação a agosto e queda de 5,6% comparado ao mesmo mês do ano passado. Os dados são da Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário.

Os lançamentos residenciais somaram 4.018 unidades no mês, de acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), o que representou alta de 90% em relação a agosto e de 35,6% ante o total lançado em setembro de 2013.

Setembro finalizou com 22.339 imóveis residenciais novos ofertados, superando em 3,7% o mês de agosto.

Resultado acumulado - De janeiro a setembro, 14.374 unidades residenciais novas foram vendidas, o que corresponde à queda de 43,8% em relação ao mesmo período de 2013.

No ano, julho foi o pior mês em termos de unidades comercializadas, resultado provavelmente influenciado pela Copa do Mundo. "Até porque, passado esse período, verificou-se reação nas vendas nos dois meses seguintes, trazendo o mercado a patamares mais normais", analisa Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

Em termos de lançamentos de imóveis residenciais, a Embraesp captou um total de 18.367 unidades nos noves meses do ano, uma queda de 15,4% em relação ao mesmo intervalo de tempo de 2013.

Região Metropolitana de São Paulo

O mercado de imóveis novos na Região Metropolitana de São Paulo (que engloba a capital e mais 38 municípios do entorno) registrou um total de 4.798 unidades comercializadas em setembro de 2014, com crescimento de 70,9% em relação a agosto e queda de 2% comparado ao nono mês do ano passado.

As vendas nas cidades situadas no entorno da Capital tiveram desempenho melhor, com significativa alta em relação a agosto (99,1%) e ligeiro crescimento ante setembro de 2013 (3,4%). Os lançamentos na Região Metropolitana, que somaram 5.908 unidades, cresceram 75,5% na comparação com o mês anterior e caíram 5,7% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Considerando somente as cidades da Região Metropolitana ao redor da Capital, constatou-se que as vendas superaram os lançamentos em setembro, com consequente redução na quantidade de unidades ofertadas não vendidas. No mês, foram comercializadas 2.011 unidades e lançadas 1.890 unidades. Destaque para imóveis de 2 dormitórios, que corresponderam a aproximadamente 2/3 das unidades lançadas e vendidas em setembro.



Considerações finais

Setembro encerra o terceiro trimestre do ano apresentando sinais de que a pior fase do mercado imobiliário - que foi influenciado pela atipicidade do ano e pela Copa do Mundo - provavelmente já tenha passado.

"Ainda é cedo para se analisar os efeitos da eleição presidencial no mercado imobiliário futuro. A presidente reeleita tem pela frente vários desafios, dentre os quais propostas relacionadas ao setor, principalmente no que tange questões como adequação dos parâmetros do programa Minha Casa, Minha Vida, novos recursos para o financiamento imobiliário e segurança jurídica, além de tantos outros", pondera o presidente do Sindicato, Claudio Bernardes.

O terceiro trimestre representou 37% do total das unidades vendidas e 39% dos lançamentos no ano, demonstrando retomada em relação aos trimestres anteriores.

Com base nos dados acumulados, a previsão é de que o mercado imobiliário deve fechar o ano com um total de 24 mil unidades comercializadas e 26 mil unidades lançadas, evidenciando elevação na quantidade de imóveis ofertados não vendidos na cidade de São Paulo.

"Com os parâmetros de construção mais restritivos estabelecidos pelo novo Plano Diretor Estratégico, é normal a cautela com novos lançamentos. Isso porque, os empreendedores estão lançando projetos que foram aprovados com parâmetros do Plano anterior, preocupados com a reposição de seus projetos futuros sem que até agora saibam, exatamente, qual será a nova matriz de custos", comenta o vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP, Emilio Kallas.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Mercado imobiliário de Sorocaba continua em crescimento

Unidades econômicas de 2 dormitórios apresentaram maior número de lançamentos e vendas 
 


No último ano, o município de Sorocaba apresentou um crescimento de quase 30% no número de unidades lançadas, em comparação com os 12 meses anteriores. No total, foram 6.043 imóveis ofertados entre setembro de 2012 e setembro de 2013, contra 4.732 unidades em igual período do ano anterior.

O Estudo do Mercado Imobiliário de Sorocaba foi elaborado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e pela Robert Michel Zarif Assessoria Econômica Ltda., com o objetivo de quantificar e medir o desempenho de comercialização de residências novas em condomínios na região.

Entre os lançamentos, o grande destaque são as unidades econômicas que 2 dormitórios, com mais de 50% da oferta.

Lançamentos – setembro de 2012 a setembro de 2013
1 dormitório: 308 unidades
1 dormitório econômico: 116 unidades
2 dormitórios: 941 unidades
2 dormitórios econômico: 3.232 unidades
3 dormitórios: 1.420 unidades
4 dormitórios: 26 unidades
Total: 6.043 unidades

Considerando todo o período do levantamento, de setembro de 2010 a setembro de 2013, foram lançados 12.942 imóveis, sendo que a maior parte é de empreendimentos verticais, com 91% da oferta (11.804 unidades).

Lançamentos verticais
Entre setembro de 2012 e setembro de 2013, foram lançados 5.707 imóveis verticais em Sorocaba. As unidades de 2 dormitórios representaram 68% do mercado, com 3.908 lançamentos.

Com relação ao período total do estudo, foram lançados 11.804 imóveis verticais, com destaque para as unidades econômicas de 2 dormitórios (50,8% - 5.999 unidades), seguidas pelos imóveis de 3 dormitórios (25,2% - 2.979 unidades) e tradicionais de tradicionais de 2 dormitórios (19,5% - 2.298).

Com relação aos tamanhos dos imóveis, o segmento mais procurado foi o de 46m² a 65m², com uma participação na oferta de 67% e um giro médio de 20% ao mês (1.611 unidades/mês). Em seguida vem o intervalo de 86m² a 130m², para produtos em melhor localização.

Na análise sobre o preço de venda, o segmento de até R$ 145.000,00 foi o mais procurado. O referido segmento participa com 38% da oferta e proporcionou um retorno médio de vendas de 9% ao mês (401 unidades/mês). Em seguida vem o próximo intervalo, de R$ 145.001,00 a R$ 350.000,00, que representou 25% da oferta e teve retorno de 12% ao mês (346 unidades/mês).

Preço por m² praticado
O valor médio do m² na região, no período, ficou em:
1 dormitório: R$ 5.331,00
1 dormitório econômico: R$2.881,00
2 dormitórios: R$ 3.675,00
2 dormitórios econômico: R$ 2.716,00
3 dormitórios: R$ 4.204,00
4 dormitórios: R$ 6.056,00

Imóveis horizontais
Entre setembro de 2010 e setembro de 2013, foram lançados 1.138 imóveis horizontais em condomínios no município. Deste número, 336 unidades foram nos últimos 12 meses.

O segmento econômico de 2 dormitórios representou a maior parte da oferta, com 832 unidades lançadas. Os imóveis de 3 dormitórios somaram 306 unidades lançadas.


Publicado no SECOVI SP

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Queda no preço dos imóveis já era esperada, afirma Creci-SP


Fevereiro apresentou uma inclinação de 20,26% nos preços dos imóveis no estado


Enquanto algumas capitais registraram aumento no preço dos imóveis residenciais e comerciais, como ocorreu com Belo Horizonte, no estado de São Paulo houve queda no valor de venda e locação. As informações foram divulgadas pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

Em relação aos 12 meses anteriores, fevereiro apresentou uma inclinação de 20,26% nos preços dos imóveis no estado. Para o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, a queda já era esperada para este ano. Isto ocorreu “Devido ao comportamento do mercado internacional e ao fato de os preços dos imóveis terem subido demais nos últimos tempos, reduzindo o poder de compra das famílias”, afirmou ao portal IG.


Previsão é de mudança

Este cenário não deve persistir no estado, é o que afirma Viana Neto. “A tendência agora é de estabilização do mercado”, declarou ao portal. Para o levantamento foram pesquisados 3.901 imóveis entre 1.351 imobiliárias de 37 cidades paulistas e o resultado também foi decepcionante para o mês de fevereiro, já que o feriado prolongado de Carnaval contribui para a baixa procura por imóveis no estado.


Publicado na Redimob

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Imóveis: um ótimo investimento para 2013


Comprar imóveis para investimento sempre foi um ótimo negócio historicamente. Mesmo com uma grande valorização do metro quadrado nos últimos anos, 2013 continua sendo um ótimo momento para as pessoas que pensam em comprar um imóvel.



As pessoas que compraram imóveis nos últimos quatro anos conseguiram uma valorização em torno 80% com o aquecimento do mercado imobiliário. Diversas foram as causas para este aquecimento: aumento do poder aquisitivo da população brasileira, diminuição dos juros e os incentivos pontuais do governo como o programa Minha Casa Minha Vida.

Mas o fator principal desta mudança, sem dúvida, foi a disponibilidade de crédito no mercado e o aumento do prazo para pagamento das parcelas. Em muitos casos, o valor de uma prestação do financiamento é o mesmo, ou até mesmo menor, do que a parcela de um aluguel. A diferença está na ótima sensação de estar construindo um patrimônio e não pagando um simples aluguel.

O ano de 2012 foi marcado pela diminuição histórica da Selic. Ao mesmo tempo que está baixa impactou positivamente a taxa de juros do crédito imobiliário, puxando o valor para baixo, o fato de o mercado financeiro remunerar investidores com rendimentos mensais menores, despertou ainda mais os olhos de potenciais investidores que viram nos imóveis a possibilidade de rendimentos anuais na casa dos dois dígitos, diferente da média de 6 a 8% de remuneração de um CDB no banco, por exemplo.

Os fundos imobiliários também atraíram muito a atenção de pessoas que estão em busca de boas rentabilidades. Cada vez mais estruturados e profissionalizados, estes fundos contam ainda com a isenção de imposto de renda para seus cotistas, o que deixa a rentabilidade de bons projetos, ainda mais interessante.

A compra de imóveis para locação, também está em alta. Ao mesmo tempo que um proprietário de imóvel tem ganhos em torno de 0,5% mês, o imóvel ainda conta com a sua valorização anual, que em 2012, ficou na casa dos 16% na média nacional.

Para quem ainda não comprou um imóvel e que pretende comprar em breve, a boa notícia é que ainda haverá boas oportunidades no mercado. O Brasil conta com uma demanda reprimida de mais ou menos 1,5 milhão de novas famílias por ano de potenciais compradores.

A disponibilidade de crédito no mercado faz com que as incorporadoras criem cada vez mais projetos diferenciados, para diferentes públicos, muitas vezes em regiões novas que sofrerão uma boa valorização com o tempo.

É válido lembrar que o Brasil é a sexta maior economia do mundo. Porém, em 2012, o valor médio do metro quadrado no país foi apenas o 64º maior do mundo. Ou seja, temos uma janela muito positiva para valorização.

O fato de o nosso país estar próximo de grande eventos esportivos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, faz com que inúmeros investimentos de infraestrutura sejam realizados nas principais capitais brasileiras, consequentemente valorizando as regiões do entorno onde surgirão estas novas benfeitorias.

Para aquelas pessoas que planejam adquirir imóvel, é importante lembrar que é importante o auxílio de um profissional cadastrado ao Creci de seu estado. Como também é imprescindível estar a par da saúde financeira da construtora a qual estão comprando o imóvel e ter uma boa percepção da valorização e desenvolvimento da região em que estão comprando este bem.

Historicamente a compra de imóvel é muito positiva e milhares de pessoas, em todo o mundo, ganham boa quantidade de dinheiro com este tipo de investimento. Como dizem o antigo ditado “quem compra imóvel ou terra, não erra”.

Publicado no Administradores.com.br 
Por Diogo Schroeder Horn
Empresário e associado do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) 

sábado, 30 de março de 2013

Preço dos imóveis residenciais deve subir 10% em 2013


Alta esperada seria semelhante à registrada em 2012.



O mercado imobiliário não sofre com falta de interesse dos consumidores, nem condições para compra de imóveis, na avaliação do economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. "O mercado não enfrenta problema de falta de demanda e oferta de crédito", afirmou há pouco, em entrevista à imprensa.

Petrucci mencionou que a demanda está saudável, tendo em vista que em 2012 foram lançadas 27,8 mil unidades e vendidas 26,9 mil unidades na capital paulista. "A demanda está aquecida. Se lancei 27 mil e vendi 27 mil, é lógico que a demanda está aquecida", argumentou.

Já sobre o crédito imobiliário, Petrucci reiterou a estimativa de crescimento, já que, na sua opinião, os bancos têm grande interesse em participar desse mercado. "Não faltará crédito imobiliário, pois (essa carteira) é um grande negócio para os bancos em função da sua garantia e da baixa inadimplência".

Para 2013, Petrucci mostrou otimismo e afirmou que a estimativa de crescimento de 10% no volume de lançamentos em São Paulo se baseia na perspectiva de demanda aquecida, melhorias no processo de licenciamento pelo setor público, revisão do plano diretor na capital paulista e pelas medidas para desoneração para as construtoras, anunciadas em dezembro pelo governo federal. 

Na avaliação do executivo do Secovi-SP, o preço dos imóveis deve seguir em crescimento estável, com alta em torno de 3% acima dos índices de inflação utilizados como referência para o setor - IGPM e INCC - levando a uma alta nominal de aproximadamente 10% no acumulado do ano. "O crescimento do preço real do imóvel deve ser parecido com o verificado em 2012 do que nos anos anteriores", afirmou.

Publicado no Estadão

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Mercado imobiliário em 2013


Somente no ano de 2012 foram produzidos pouco menos de cinco mil unidades residenciais em condomínios horizontais e verticais

Considerando o tempo que demanda para se licenciar, aprovar e executar um empreendimento imobiliário, o mais importante papel do empreendedor é de antecipar tendências e necessidades de forma a atender o consumidor no momento adequado. Uma das ferramentas nesta antecipação é a análise dos dados econômicos e demográficos.

Uma pequena análise de três dados da conjuntura macroeconômica brasileira:
- nível de desemprego menor que 5%, um dos melhores índices do mundo.
- Aumento da renda da população, principalmente da classe média, que hoje passou de 100 milhões de pessoas.
- A inflação, medida pelo IPC-A dos últimos 12 meses de 5,53%, e a Selic em 7,25%. A taxa de juros real da nossa economia está em menos de 2%, nível bastante positivo para o consumo e investimento.

Também é importante avaliar um dado da microeconomia, a oferta e demanda no mercado imobiliário: com o ainda elevado déficit habitacional, a demanda, principalmente por imóveis de dois dormitórios e na faixa de R$ 100 mil a R$ 150 mil, não foi atendida na totalidade. Somente no ano de 2012 foram produzidos pouco menos de cinco mil unidades residenciais em condomínios horizontais e verticais.

Quando pensamos em dados demográficos, importante termos o crescimento populacional, tanto o proveniente da diferença entre o nascimento e a morte, quanto pelo movimento migratório, que hoje em Sorocaba é de aproximadamente 10 mil pessoas por ano. Foram 4.815 casamentos e 2.400 separações e divórcios, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São informações muito valiosas na construção do cenário imobiliário do presente e do futuro.

Com essa coleta de números relevantes para o setor somamos ainda a vontade política do poder público, em todas as esferas de governo, em incentivar e desburocratizar a produção imobiliária através da elaboração de melhores leis, incentivos fiscais e subsídios, principalmente para os mais carentes.

Um outro fator que tem alavancado financeiramente o mercado imobiliário e que tem crescido bastante nos últimos anos são os investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), principalmente porque são aplicações isentas de imposto de renda, quando feitas por pessoas físicas, e com a baixa taxa de juros passaram a ter uma rentabilidade bastante atraente.

Desde o inicio da década passada, nossa região tem vivenciado um avanço nos investimentos em indústria e comércio, fazendo com que o nosso Produto Interno Bruto (PIB) quadruplicasse nos últimos quinze anos abrindo espaços para os empreendimentos comerciais.
Um número significativo de shopping centers novos, já inaugurados e outros em construção, prédios de salas comerciais sendo construídos em várias regiões da cidade, além de galpões industriais para abrigar novas empresas que estão se instalando.

Acreditamos que existe demanda ainda para o investimento no setor hoteleiro e de eventos. Pois com a conurbação das cidades, principalmente na região que estamos, e a proximidade com a capital, temos uma oportunidade de atender melhor o turismo de negócios. Podemos concluir que as expectativas para o mercado imobiliário em nossa cidade e região são bastante positivas, sendo portanto uma boa oportunidade tanto de investimento quanto a de realizar o maior sonho do brasileiro que é a aquisição da casa própria.

Publicado em 09/01/2013 no Jornal Cruzeiro do Sul
Matéria por Flávio Amary, vice-presidente do Interior do Sindicato da Habitação (Secovi-SP)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Setor imobiliário: tendência para 2013 é de crescimento e preços equilibrados


Para especialistas, empresas provavelmente apresentarão um desempenho melhor no próximo ano e o comprador estará mais cauteloso na hora de comprar.



O ano de 2012 encerra e as análises sobre o setor imobiliário são positivas. De acordo com o Banco Central, o PIB no crédito imobiliário alcançou 5,9% contra 5% em 2011. O percentual é moderado, comparado a outros países, mas especialistas veem o desenvolvimento do setor com olhares otimistas para o próximo ano.

Para o diretor geral da ZAP, Eduardo Schaeffer, entraremos em um momento de estabilidade, mas, sem estagnar. “Isso porque o governo têm oferecido incentivos de todos os tipos e, ao mesmo tempo, o freio de arrumação que aconteceu em 2012 trará resultados em 2013. Ou seja: todas as empresas que precisaram ajustar o seu andar da carruagem nesse ano, provavelmente apresentarão um desempenho melhor no próximo ano e voltarão a lançar mais produtos”, explica. 

O especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, concorda. “Vejo um mercado em 2013 com o retorno dos lançamentos, com preços mais equilibrados e reajustes mais conscientes. Além disso, perceberemos também um maior planejamento do setor com uma forte tendência de renovação nas formas de projetar um empreendimento. Por exemplo, com oferta de imóveis mais customizados, de acordo com o perfil de cada região e com as necessidades do cliente, o que será um facilitador na hora da comercialização”, afirma, em seu blog.

Comprador cauteloso

Fora a questão dos lançamentos, Schaeffer afirma que o comprador está um pouco mais cauteloso, principalmente pelo desaquecimento da subida de preço. “Pensa-se mais antes de comprar. Logo, existe uma análise mais apurada sobre qual imóvel comprar e quando comprar. Por exemplo, um casal de 25 anos, que quer sair do aluguel, pode esperar um ou dois meses a mais para checar se novas oportunidades de negócio irão surgir, ainda que a decisão da compra já tenha sido tomada”, afirma Schaeffer.

O maior beneficiado dessa reorganização do mercado será o próprio consumidor, na visão de Machado. “E com o cliente satisfeito, o setor também se fortalece. Portanto, os profissionais da área devem estar atentos e preparados para poder aproveitar estas oportunidades, interpretando estas tendências e expectativas e as transformando em potenciais negócios”.

Publicado na Redimob

sábado, 22 de dezembro de 2012

Secovi-SP lança cartilha para orientar o comprador de imóvel


Esclarecer a população sobre o processo de aquisição de imóveis e prestar um serviço às empresas incorporadoras são os objetivos dessa publicação do Sindicato



O Secovi-SP, com a coordenação de sua vice-presidência de Habitação Econômica, elaborou a Cartilha da Compra Consciente, que traz dicas para os compradores de imóveis, inclusive no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida, realizarem negócios com clareza e entendimento do mercado.
Em formato de perguntas e respostas, com linguagem objetiva e simplificada, a publicação abrange desde os cuidados que o cliente deve ter ao decidir pela compra do imóvel em lançamento, as formas de financiamento disponíveis no mercado, a documentação necessária para fechar negócio, esclarecimentos sobre o programa de governo Minha Casa, Minha Vida até os cuidados de manutenção após a entrega das chaves.
O lançamento oficial da Cartilha acontecu no dia 27/11, terça-feira, das 9h30 (credenciamento) às 12 horas, na sede do Sindicato (rua Dr. Bacelar, 1.043, Vila Mariana).


Clique aqui para consultar a cartilha


Fonte: Secovi-SP

domingo, 2 de dezembro de 2012

Com IGP-M acumulado em 6,96%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel


O índice que atualiza os reajustes do valor do aluguel residencial registrou, entre dezembro de 2011 e novembro de 2012, variação acumulada de 6,96%. Logo, esse deve ser o reajuste dos aluguéis com aniversário em dezembro, explica o Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo).

Cálculo
Aplicado o reajuste do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), um imóvel alugado por R$ 1.200 até novembro, passa a custar R$ 1.290,24, a partir do mês de dezembro, durante, no mínimo, pelos próximos 11 meses.

Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até novembro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago em dezembro.

O Secovi divulga um fator de multiplicação direta, que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em dezembro e pagamento em janeiro de 2013 é de 1,0696.


Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel dos últimos seis meses:

Fatores de reajustes
Contratos com aniversário emPagamento emReajuste
Fonte: Secovi-SP
Julho de 2012Agosto de 20121,0514
Agosto de 2012Setembro de 20121,0667
Setembro de 2012Outubro de 20121,0772
Outubro de 2012Novembro de 20121,0807
Novembro de 2012Dezembro de 20121,0752
Dezembro de 2012Janeiro de 20131,0696

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Valorize o imóvel na hora de fotografar para venda ou locação

 
"A primeira impressão é a que fica".

Esta máxima, vale para o mercado imobiliário! 
Com 56% do processo de decisão de compra ou locação de um imóvel ocorrendo online, segundo pesquisa do Google, as imagens dos imóveis adquiriram peso nas transações e podem surtir duplo efeito: 
As fotos podem impressionar o cliente positivamente ou fazer com que o mesmo tenha total desinteresse em obter mais informações sobre o imóvel.

Conseguir uma boa foto, com uma boa iluminação, um bom enquadramento e escolhendo os ambientes certos para fotografar, para valorizar o imóvel na hora de anunciar a venda na internet, não é tão difícil quanto você imagina. E é o primeiro passo para alavancar bons negócios.



Dicas para você tirar boas fotos, mesmo não sendo um fotógrafo profissional.


Regras gerais: 

Para valorizar o imóvel é preciso ressaltar nele, as características que transmitam conforto, espaço, ser aconchegante e pronto para receber o novo morador.
Portanto nos cômodos como quarto, banheiro e área de serviço, tudo que é relacionado à intimidade do atual morador deve ser retirado.
Esta é a técnica de "home staging", que consiste em retificar a decoração para valorizar os pontos fortes do apartamento e atenuar os inconvenientes.
  • Dê prioridade para a fachada e os locais mais agradáveis do imóvel, como sala, dormitório principal e jardim;
  • Escolha o horário do dia que não tenha sombras fortes ou reflexos na fotografia;
  • Preste atenção aos obstáculos como postes, fios, carros, grades ou placas que obstruem a fachada. Se for um apartamento, mostre uma parte ou detalhe da entrada e dos primeiros andares. 
  • Evite sempre que a foto fique com cara de retrato (objeto posicionado no meio e/ou em close);
  • Dê destaque à paisagem, caso o imóvel tenha uma paisagem interessante, opte por dar visibilidade a ela;
  • Aumente a sensação de espaço, experimente fotografar a partir de um canto da divisão, de uma altura elevada;
  • Dê mais profundidade à fotografia, fotografe alguns objetos do imóvel como cadeiras, vasos, etc.
  • Procure o melhor ângulo, diferentes ângulos poderão dar a sensação de espaços diferentes ao imóvel;
  • Fotografe características que definam o tipo de imóvel, como por exemplo: moderno, rústico, etc;
  • Utilize números ímpares nos objetos de decoração. Isto promove o equilíbrio da imagem (ex: 1 vaso de flores, 1 livro, 1 relógio pequeno);
  • Interfira na “cena” tirando fios aparentes, virando as tampas dos lixos todas para o mesmo lado.
  • Caso não consiga interferir no espaço lembre-se de ir de um lado para o outro procurando os ângulos que são mais interessantes e com menos interrupções.
  • Consulte revistas e sites de decoração de interiores ou arquitetura, para observar como os profissionais fotografam;
  • Se necessário, mude os móveis de lugar;
  • Utilize alguns objetos de decoração, como vasos com flores e velas;
  • Não fotografe áreas desarrumadas, descuidadas ou sujas;
  • Não fotografe reflexos nos vidros e espelhos;
  • Photoshop só é permitido para remover placa ou faixa, melhorar o contraste, as cores, o balanço, a nitidez, transformando aquele dia feio e nublado num maravilhoso dia ensolarado. Não é recomendável alterar a realidade do imóvel.


 Áreas mobiliadas:
  • Fotografe itens importantes que valorizem o imóvel, como eletrodomésticos, móveis, etc;
  • Despersonalize o imóvel, retirando todos os objetos pessoais do proprietário, como por exemplo: fotos, troféus, etc.

Áreas não mobiliadas:
  • Experimente colocar elementos decorativos, que transmitam bem-estar e a sensação de um imóvel pronto para morar (ex: toalhas, revistas …).

Hall
  • Deixe o Hall aconchegante: um espelho, um luminária, um arranjo de flores ou um quadro emprestado a um outro quarto podem fazer uma grande diferença.
  • Desobstrua o Hall, remova excesso de bolsas, roupas, carrinho de bebe, etc. Pois a bagunça reduz o espaço e causa a sensação de desconforto.
  • Faça fotos claras e amplas, para não deixar a sensação de que o hall está triste e pequeno.
  • Valorize o espaço: procurar o melhor ângulo tirando várias fotos pois é difícil fotografar ambientes pequenos. 
  • Tire fotos se posicionando no corredor no prédio, da porta aberta, depois, de dentro do apartamento, até de dentro do armário se tiver um no Hall.

Sala
  • Retire as coisas que não pertencem a sala: Por exemplo: Se a mesa de jantar for utilizada pelos moradores com escritório, retire tudo ligado ao trabalho, pois deixa pensar que esta faltando espaço para trabalhar.
  • Tente mostrar os diferentes espaços da sala mesmo nas fotos e identifique-os: sala jantar, sala de estar, espaço TV, etc.
  • Prepare uma mesa de jantar. Talheres, pratos, copos, dispostos como se estivessem esperando a refeição ser servida. (Nem pense em fotografar um frango destrinchado sobre a mesa);
  • Tire fotos com persianas ou cortinas abertas;
  • Não fotografe os moradores, ou as TVs ligadas;

Quarto
  • Valorize o aconchego da cama que deve aparecer como uma cama de hotel 5 estrelas: Arrume a cama, acrescente almofadas, acenda as luminárias dos criados mudos...
  • Ao tirar fotos dos armários embutidos, procure incluir uma parte do quarto e identificar as fotos: armário suíte, armário quarto 1, etc.
  • Retire tudo relacionado à intimidade do morador : retire os objetos pessoais, como roupas, remédios, fotos, post-its e os ímãs de painéis e paredes etc. 

Banheiro
  • Procure passar uma sensação de limpeza e de ordem: retire os objetos pessoais, os produtos de higiene, as roupas, deixando apenas um sabonete novo, uma tolha limpa pendurada ou enrolada perto do lavabo. 
  • Evite tirar fotos dos vasos sanitários, se não for possível que pelo menos a tampa do vaso sanitário não fique aberta;
  • Evite tirar uma foto de você no espelho, um erro bem frequente. 

Cozinha

  • Remova os Post-its e os ímãs das geladeiras e paredes;
  • Verifique se as toalhas estão limpas e substitua o sabão antigo da pia por um novo;
  • Tire fotos com persianas ou cortinas abertas;
  • Louças e utensílios devem estar lavadas e guardadas nos seus devidos lugares;

Área de serviço
  • Passe uma sensação de organização e de limpeza. Por exemplo, se o quarto de empregada está bagunçado, o comprador vai pensar que está faltando espaço para guardar coisas ou que o morador está descuidado, em ambos os casos, a foto só vai atrapalhar. 
  • Retire as roupas do varal: elas atrapalham na visualização do espaço.
  • Retire animais ou coisas ligadas a eles : nem todos gostam de animais de estimação.
  • Se não for possível, organizar, limpar e retirar os animais e roupas, é melhor desistir de tirar fotos da área de serviço.


Qualidade da máquina
  • Fotos que serão publicadas somente na internet podem ser produzidas em uma câmera com resolução de 1 megapixel;
  • Para a produção de fotos para jornais ou revistas,  uma câmera com maior resolução é necessária, acima de 9 Megapixels;
  • Mais importante, na fotografia de imóveis, do que ter uma câmera com zilhões de Megapixels é o tipo de objetiva (a lente da câmera) que a mesma possui e a qualidade do sensor (circuito que captura a imagem);
  • Câmeras amadoras e semi profissionais, de boa qualidade, já servem para as fotos para a internet, porém o ideal para a fotografia de ambientes interno, é ter uma câmera com uma objetiva grande angular (28mm ou menos) que será capaz de valorizar estes espaços.
  • Comprando uma câmera, seja amadora, semi profissional ou profissional, antes de sair fotografando, leia o manual de instruções. 
"A grande maioria das pessoas utiliza somente uma pequena parte dos recursos que sua câmera possui, tirando fotos de pior qualidade".

O botão "automático" só é capaz de automatizar a captura de fotos medianas, ou seja, fotos comuns. Se você quer produzir fotos impactantes, fotos vendedoras, deve aprender a utilizar os recursos avançados da sua câmera.


 Técnicas
  • Segure a máquina com a palma da mão para cima e segure a base da máquina, caso contrário, a sua fotografia poderá sair inclinada;
  • A fotografia deve ser tirada ao nível do tórax, para isso abaixe-se ligeiramente e junte os braços ao corpo;
  • Sempre que possível, utilize o tripé para fotografar, ele é seu melhor amigo;
  • Ao fotografar objetos ou superfícies altamente reflexivos é melhor não usar o flash;
  • Lembre-se de focalizar o item que deseja destacar na foto.
  • Acostume-se a utilizar a grade na tela de sua câmera digital ao compor suas fotos. Não coloque os elementos da foto diretamente no centro. Tente posicioná-los próximo aos pontos onde as linhas se cruzam. Isto proporciona uma composição mais dinâmica do que simplesmente centralizar o objeto.
Para conseguir reposicionar, em câmera equipada com foco automático, primeiro focalize o objeto no centro do quadro; em seguida, mantenha o botão do obturador (disparador) pressionado até a metade para travar o foco enquanto você recompõe a cena com o objeto levemente fora do centro.
Em câmeras semi profissionais e profissionais, você poderá mover o ponto de foco da câmera, deslocando-o para que possa compor melhor os elementos dentro da fotografia.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Cinco motivos para contratar um Gestor Imobiliário


A contratação de um profissional especializado vai muito além da segurança na negociação.

Embora a profissão de corretor de imóveis venha se consolidando a cada dia perante a sociedade, ainda há aqueles que acreditam que a transação imobiliária pode ocorrer sem a intermediação deste profissional sem riscos ao proprietário.

1) Divulgação imediata: Contratando um Gestor, ele saberá como divulgar o seu imóvel e você não terá que perder até algumas semanas para saber que estava veiculando o anúncio de forma ineficiente e no meio errado.

2) Venda em parceria. Você tentando vender é somente uma pessoa envolvida no processo. Se contratar um corretor, terá a possibilidade de ter mais de um profissional trabalhando para a realização do negócio. Isto porque os profissionais de intermediação trabalham em parceria e o seu imóvel pode ter a chance de estar nas mãos de diversos profissionais, apesar de somente um gerenciar todo o processo de venda.

3) Avaliação do perfil do cliente. Um corretor de imóveis se encarrega de fazer uma prévia seleção de quem deve ou não conhecer seu patrimônio e sua intimidade. Levar qualquer pessoa para sua casa pode sair muito mais caro do que a comissão do corretor.

4) Definição de horário de visitas. O corretor sempre irá definir a melhor hora e o melhor dia para você, para não ficar preso nos finais de semana com diversos pseudos- pretendentes, que na realidade poderão ou não visitá-lo.

5) Conhecimento da legislação. A legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de compra e venda são documentos legais. Um contrato mal elaborado pode fazer com que a venda não se concretize, ou atrase seus recebimentos, ou ainda custar a você muito dinheiro em reparos e correções.


Publicado na  redimob

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O que o cliente precisa saber na hora de comprar o imóvel novo e usado





A demanda para comprar imóveis, seja para morar ou para investimento, é grande. Mas afinal, quais informações o comprador precisa saber sobre o imóvel antes de tomar a decisão de assinar o contrato?
O corretor de imóveis Rodrigo Barreto alerta que tanto para imóveis novos como usados, há necessidade de se preocupar com a situação jurídica. “Para maior segurança ao comprar imóvel em lançamento é imprescindível verificar a situação documental da área e do empreendimento onde será construído e solicitar comprovante de aprovação do projeto e autorização da Prefeitura ou administração local”, diz.
Embora a situação jurídica seja comum aos dois tipos de empreendimentos, imóveis novos e usados se diferenciam em outros aspectos. Confira as dicas de Rodrigo Barreto:
Imóveis usados:
1) Se você tem animal de estimação, principalmente cachorro, deve perguntar se o condomínio permite esse tipo de animal. É muito complicado se desfazer de um animal de estimação;
2) Verificar se é possível financiar e utilizar FGTS para conquista da nova propriedade. Saber sobre os custos de manutenção do imóvel, como: taxa de condomínio, taxa extra. É preciso saber se, ao adquirir a nova moradia, terá condições financeiras de arcar com as despesas mensais;
Imóveis na planta:
1) Investigar a procedência e história tanto da construtora como da empresa responsável pela comercialização do empreendimento;
2) Verificar cada detalhe sobre o imóvel: projeto arquitetônico e suas medidas, posicionamento do sol em relação ao imóvel, material utilizado na obra, disposição da unidade em relação ao condomínio. Se possível, observe a maquete e a unidade decorada;
3) Conferir prazos de início e término da obra e suas prorrogações.
Fonte: Redimob

terça-feira, 10 de julho de 2012

Imóvel econômico é foco em Sorocaba



Construtoras apostam em unidades de até R$ 130 mil, teto do programa Minha Casa, Minha Vida na cidade 

Operários de indústrias e estudantes são maior público; busca por qualidade de vida atrai paulistanos ao interior 


A chegada de indústrias, centros comerciais e universidades a Sorocaba, a 99 km de São Paulo, tem impulsionado o mercado imobiliário local.
Fábricas como a da Toyota e instituições como Unesp e UFSCar dão força à demanda por residências. O foco das construtoras é atender aos operários que chegam à cidade e buscam imóveis mais próximos à zona industrial.
Destacam-se unidades econômicas, que se enquadram no programa Minha Casa, Minha Vida -cujo teto, em Sorocaba, é de R$ 130 mil.
De acordo com a Caixa, R$ 309,6 milhões foram destinados ao programa habitacional do governo na região de janeiro a maio deste ano -aumento de 173% ante o mesmo período de 2011.
Esse perfil de imóveis entra em foco após um período de ênfase, entre 2008 e 2009, em lançamentos de alto padrão, a partir de R$ 900 mil (em valores atuais), que foram as primeiras apostas de construtoras paulistanas que chegaram a Sorocaba.
O setor imobiliário deve continuar contando com o estímulo das indústrias nos próximos anos, segundo a prefeitura. Foram assinados 69 protocolos de intenções entre empresas e o poder público, que poderão criar 63 mil empregos diretos e indiretos.
"Por mês, ao menos cem pessoas de fora da cidade procuram a imobiliária para alugar ou comprar imóveis", diz Marcelo Matos, gerente da Emaximóvel.
Sorocaba está entre as cidades que tiveram o segundo maior percentual de crescimento populacional do país na última década -1,5% a 3% ao ano-, segundo o IBGE, chegando a 586,6 mil habitantes em 2010.
Ao mesmo tempo, o município ganha mais locais para a população crescente gastar. Sorocaba vai dobrar o número de shoppings até 2013, de acordo com a prefeitura -há cinco em construção.

QUALIDADE DE VIDA
Além da maior oferta de lazer, a segurança tem atraído novos moradores, como o metalúrgico paulistano Edilson Ferro, 42, que se mudou em 2008 para a casa que ergueu em lote de 250 m², no Ibiti Royal Park (zona norte), com mulher e dois filhos.
Para efeito de comparação, a taxa de roubos por 100 mil habitantes em Sorocaba em 2011 foi cerca de um terço da registrada na capital, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública.
Durante sete anos, Ferro viajou de ônibus fretado da Vila Formosa (zona leste de São Paulo) até Sorocaba para trabalhar -seis horas diárias de deslocamentos.
"Nunca teria em São Paulo uma casa do tamanho da que tenho aqui", diz. A valorização do imóvel em quatro anos, segundo ele, foi de 200%.
De 2008 até maio de 2012, foram lançadas mais de 8.700 unidades, entre apartamentos e casas, segundo estudo do Geoimovel, empresa de informações imobiliárias.
Nos lançamentos deste ano, o valor médio do metro quadrado dos imóveis de dois dormitórios, maioria em Sorocaba, é de R$ 2.581.

Publicado por REYNALDO TUROLLO JR. na Folha de São Paulo

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Faculdade em Sorocaba gera mais demanda por 1 dormitório


Com mais de 32 mil universitários, Sorocaba registra procura crescente por imóveis de um dormitório.

"A demanda maior hoje é de universitários e recém-casados sem filhos. Mas há poucos empreendimentos para atendê-los", afirma Flavio Amary, do Secovi, sindicado que representa as construtoras.

Com 17 centros de ensino superior, a cidade teve apenas um empreendimento de um dormitório lançado desde 2008, aponta estudo do Geoimovel.

Marcelo Queiroz, gestor comercial da construtora MRV, diz que a empresa prepara lançamentos no perfil. Já para Carlos Pirani, diretor de vendas da construtora local Magnum, unidades com um dormitório não compensam devido ao encarecimento dos terrenos.

Para os empreendedores, o custo mais alto para construir força a verticalização. "As construtoras estão adquirindo áreas destinadas a loteamentos e alcançando melhor margem de lucro verticalizando", afirma Queiroz, da MRV.

A área nobre do Campolim, na zona sul da cidade, ilustra a mudança de paisagem. Em meio a prédios recém-concluídos e em construção, o valor médio do metro quadrado do terreno mais que dobrou em quatro anos, para R$ 800.

De acordo com Júlio Casas, da Júlio Casas Imóveis, toda a cidade se valorizou. O valor médio do metro quadrado do terreno em uma área popular da zona norte passou de R$ 220 em 2008 para R$ 400.

Publicado por REYNALDO TUROLLO JR. na Folha de São Paulo

domingo, 8 de julho de 2012

Imóvel na planta: conheça os prós e contras antes de comprar






A compra de imóveis na planta é uma boa opção para quem pode esperar de dois a três anos para receber a propriedade, segundo especialistas.


A compra de imóveis na planta é uma boa opção para quem pode esperar de dois a três anos para receber a propriedade, quer pagar menos para ter a casa própria e não tem dinheiro para pagar a entrada do apartamento à vista, de acordo com especialistas. No entanto, não espere uma alta valorização, já que a alta desproporcional entre 2008 e 2012 faz com que os ganhos com esse tipo de investimento não sejam tão altos, dizem os analistas.

A valorização dos preços médios do metro quadrado (m²) em São Paulo e Rio de Janeiro foi de 145,8% de 2008 a 2012, segundo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Devido a essa valorização, pessoas que compraram imóveis na planta nas duas principais cidades do País em 2005, 2006 e 2007, para que fossem entregues dois ou três anos depois, tiveram ganho superior a 100%, conforme o professor da escola de negócios Anhembi Morumbi, Gustavo Ortega. "O mercado já visualiza uma estabilização do mercado, então os preços dos imóveis novos, na planta e usados não vão ficar mais tão diferentes. Então será preciso analisar o perfil do comprador para verificar qual a melhor opção para cada caso", disse.

Os imóveis na planta continuam sendo um bom negócio para quem não precisa de um imóvel imediatamente e pode esperar os dois ou três anos necessários para a conclusão da obra, de acordo com o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci. Essa também é uma boa opção também para quem quer um tempo maior para pagar o valor de entrada de imóvel, que varia entre 20 e 30%. "Quem compra o apartamento à vista paga esse valor de uma vez enquanto quem compra o apartamento na planta pode pagar durante todo o tempo da obra", diz Emílio Fugazza, diretor Financeiro da construtora Eztec.

Segundo Fugazza, outras variáveis devem ser consideradas pelo comprador na hora de optar por um imóvel na planta. Ele diz que, atualmente, apartamentos usados e novos com uma mesma planta (por exemplo, de 60 m²) costumam ter áreas de lazer muito diferentes. "As áreas externas (comuns) de um apartamento antigo eram, geralmente, de 20 a 30% do tamanho do imóvel, enquanto agora elas chegam a 60%", diz.

Dentre as desvantagens de comprar um imóvel na planta, Petrucci destaca o fato de que o comprador terá que demorar a se mudar (e esse prazo pode ficar ainda maior em caso de atrasos na obra) e o imóvel pode não ficar idêntico ao que foi oferecido. O comprador também deve ficar atento à idoneidade da construtora para não ter sustos e pagar e não receber o imóvel . "Hoje a legislação melhorou muito e protege o comprador. É difícil que ele tenha problemas com uma construtora se tomar alguns cuidados e verificar se a construção tem alvará, se ela foi registrada", diz Ortega.

O que olhar antes de comprar

Caso o consumidor resolva adquirir um imóvel na planta, deve ficar atento a alguns requisitos como idoneidade da empresa e qualidade do serviço prestado (e materiais utilizados) em empreendimentos anteriores, conforme o Procon.

De acordo com o órgão, antes da compra o consumidor deve procurar o síndico ou moradores de empreendimentos da mesma construtora para ver se não ocorreram problemas na obra. Outro passo é conferir na prefeitura, antes de efetuar qualquer pagamento inicial (reserva ou sinal), se a planta do imóvel foi aprovada e se a incorporação do empreendimento foi devidamente registrada no Cartório de Registro de Imóveis. É importante olhar se o imóvel não está hipotecado e se plantas, áreas e metragem estão de acordo com as normas da prefeitura. O órgão esclarece ainda que é fundamental guardar todos os prospectos publicitários do imóvel, para garantir o cumprimento da oferta por parte da empresa.

O Procon recomenda também que um corretor de imóveis devidamente inscrito no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) auxilie os compradores antes que seja assinado o contrato de compra e venda. O comprador deve analise todas as cláusulas do contrato e, em caso de dúvidas, procurar órgão de defesa do consumidor ou de um advogado especializado. Após a assinatura, o contrato deve ser registrado no Cartório de Registro de Imóveis, para garantia do negócio.

Correção

A correção dos apartamentos comprados na planta é feita pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em épocas de inflação e valorização grande dos imóveis, ele chegou a subir mais que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, o que representou um problema para os compradores. "A questão era a mesma de oferta e demanda. Quando os imóveis estavam com preços altos, as construtoras ampliaram os lançamentos e faltavam produtos no mercado, o que fez com que o índice subisse", diz. Mas o problema foi contornado e o índice está smiliar às inflação, de acordo com o economista do Secovi. "Essa preocupação com a alta do INCC foi maior na década de 90, agora ela não deve existir", diz.

Entenda

- A estabilização nos preços dos imóveis, que começou em 2011 e deve continuar pelos próximos anos, faz com que a lucratividade com os imóveis na planta tenha caído nesse ano.

- Mesmo assim, esses imóveis são uma boa opção para quem não precisa receber a propriedade imediatamente ou não tem o dinheiro para pagar á vista a entrada, de 20 a 30%.

- Para não ter surpresas, o comprador deve verificar a idoneidade da empresa e ir à prefeitura e ao cartório verificar se os dados fornecidos estão corretos.

- Apartamentos na planta geralmente tem uma área comum maior que a de apartamentos usados: 60% superior à área interna, enquanto no caso de usados é cerca de 30% superior.

Publicado por: BRUNA SANIELE NO TERRA ECONOMIA

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Imóveis pequenos e bem localizados são melhores para investir


As melhores oportunidades de investimentos no mercado imobiliário atualmente se encontram em imóveis compactos e bem localizados, na opinião do CEO da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel.
De acordo com ele, o crescimento do público executivo estrangeiro, aliado ao aumento de profissionais solteiros, vem gerando grande demanda por imóveis residenciais pequenos e em bairros importantes da cidade de São Paulo.

Com isso, a valorização deste tipo de imóvel e a rentabilidade com o aluguel estão aumentando. “Hoje, há uma escassez muito grande de unidades por hotelaria, flats e long stay. Como o público solteiro e de executivos que migram para metrópoles vem aumentando, e esses grupos possuem alto poder aquisitivo, a demanda vem sendo suprida por imóveis compactos”, afirma Frankel.

Aumento de 500% no número de lançamentos
De acordo com dados da imobiliária Lopes divulgados recentemente, os lançamentos de apartamentos de um dormitório na cidade de São Paulo cresceram quase 5 vezes na comparação entre os períodos de 2006 a 2008 e de 2009 a 2011.

Na direção oposta, o número de lançamentos de imóveis de 4 dormitórios recuou 65% no mesmo período, passando de 30.285 para 10.468. “Certamente, para quem está atento ao mercado ou para os que querem investir em imóveis, a melhor opção são os de pequena metragem”, diz Frankel.
Para o executivo, o investidor interessado em atingir o público profissional single deve escolher imóveis perto de universidades e centros comerciais, já que a localização é mais importante para este público do que a metragem do imóvel. “Hoje, esse tipo de investimento gera uma rentabilidade maior que o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e outras aplicações financeiras do mercado”, diz. “É um mercado que atinge um público em constante expansão, e a demanda vai continuar crescendo”, conclui.

Fonte:  Infomoney por: Diego Lazzaris Borges

terça-feira, 24 de abril de 2012

Ecoresidencial Fazenda Jequitibá = Lançamento!!

Ecoresidencial Fazenda Jequitibá



Viva todas as sensações que
só um sucesso de vendas
pode oferecer para você.

Olhe para o horizonte e
enxergue a realização.
 Abra os braços e sinta
a brisa suave abraçar você.

Sorria e ouça os sons da felicidade.


Venha ver de perto os diferenciais do
O residencial com uma das maiores reservas ambientais de Sorocaba. 
(394 mil m² de área verde preservada)
Vista para o morro do Ipanema
Loteamente fechado
Terrenos a partir de 1000m²
Portaria 24horas

Faça uma visita e descubra
como é fácil viver em
harmonia com a natureza


Rod. João Leme dos Santos, Km 109,5 - SP 264 - Sentido Salto de Pirapora
Próximo à UFSCAR
Localização a poucos minutos do centro.


Plantão de Vendas
15 3202-7600


Informações
jequitiba@casabrancanet.com.br

Projeções em 3D do Ecoresidencial Fazenda Jequitibá

Ecoresidencial portaria
Portaria diurna
Portaria noturna
Campo de futebol
Pista de caminhada ecológica em meio a mata nativa
Praça central com árvore preservada

Quadra de Tênis


 

Exclusividade de Vendas


Incorporação
Ibi Aran
e
Fazenda Jequi 



facebook.com/fazendajequitiba



Ecoresidencial Fazenda Jequitibá - Matricula R11 nº 77045 de 26/03/2012 no 2º Cartório de Registro de Imóveis de Sorocaba

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Jardim Residencial Villa Suíça


Jardim Residencial
Villa Suíça
 
Venha conhecer!
Agende uma visita



Lotes no Alto da Boa Vista
a partir de 250m2

Consulte preços e
condições c/ nossos corretores.

Telefones:
2102 - 8888
2102 - 9999


Vendas 
 
 CRECI: J-11783