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segunda-feira, 11 de março de 2013

Tinta térmica reduz consumo de energia em 60% e temperatura em até 20%


Revestir o telhado com tinta térmica é uma boa alternativa para reduzir o impacto da radiação, a temperatura interna e o consumo energético na refrigeração de ambientes. A WC Isolamento Térmico, empresa de São Bernardo do Campo (SP), é um dos fornecedores de tinta térmica no mercado nacional. Fora do Brasil este produto está em alta, especialmente porque é um aliado contra o aquecimento global e contribui para a redução da emissão de gases de efeito estufa.

A tinta térmica é feita a base de água e microesferas ocas de vidro importadas dos Estados Unidos. A tecnologia é da NASA e foi desenvolvida para revestir navios, aeronaves, tubulações e alvenarias em geral, informa Walter Crivelente Ferreira, diretor da WC. As microesferas são células a vácuo, que não permitem a propagação de temperatura e som. O produto custa menos e é mais sustentável do que a espuma de poliuretano (derivado de petróleo), opção usada no mercado brasileiro em obras de revestimento e isolamento térmico.


Telhados revestidos com tinta térmica chegam a reduzir 60% do consumo de energia elétrica na refrigeração de residências, galpões, prédios, armazéns, entre outros. “A maior incidência de calor é no telhado”, justifica Walter. O produto também diminui até 84% da radiação no telhado e entre 10 a 15% da temperatura por telha, segundo ele.
"Se o local for bem ventilado, a sensação térmica no ambiente interno se torna agradável, sem precisar de ar condicionado"
O preço menor comparado ao da espuma de poliuretano está transformando a tinta térmica em uma excelente opção para o mercado nacional. Em média, o custo do produto aplicado numa área de 600 m² é de R$ 26/ m² em São Paulo.
"O poliuretano é um material nobre, mas é caro. Custa 50% mais do que a tinta térmica. As licitações públicas, por exemplo, exigem poliuretano nas obras de isolamento térmico"
As Nações Unidas estão elaborando novo regulamento para os editais de suas obras, visando adotar materiais de revestimento mais sustentáveis, segundo ele. A tinta térmica será um deles, pois a relação custo/benefício compensa, prevê Walter.

“As vendas por aqui ainda vão crescer”, afirma o empresário. Por enquanto, a clientela da WC é majoritariamente industrial. A WC atende todo o Brasil, inclusive fazendo a aplicação em outras regiões. Há casos em que o produto é fornecido e a aplicação fica por conta de mão de obra local. A empresa também comercializa espuma de poliuretano.

Opção sustentável

Os equipamentos de ar condicionado consomem muita energia e emitem gás na atmosfera. Como argumenta Walter,
"Escolher materiais sustentáveis que vão solucionar o problema de temperatura e calor nos ambientes sem agredir o meio ambiente e, ainda, sem usar energia e produtos químicos, é o caminho. As leis vão exigir isso cada vez mais de empresas e indústrias"
A WC tem pouco mais de um ano de atividade e nasceu da experiência da Frigs Revestimentos Térmicos, com 40 anos de mercado e dirigida pelo pai de Walter. “Resolvemos abrir um novo empreendimento para focar na tinta térmica”, explica o empresário. “Ela é um produto inovador, que não causa problema na camada de ozônio”, enfatiza.

O produto pode ser aplicado em qualquer tipo de superfície. A durabilidade é de cinco anos. Após esse período, é necessário fazer manutenção como as pinturas comuns.


Publicado no SEBRAE Sustentabilidade

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Móveis coloridos renovam a decoração

Cores chamativas destacam o mobiliário, mas não devem ser usadas em exagero, já que podem prejudicar a harmonia do ambiente

Muitas são as formas de trazer irreverência para a decoração dos ambientes da casa. Usar móveis coloridos é uma delas. Com apelo pop e descolado, o investimento em cores chamativas pode trazer novos ares aos espaços. E é possível abusar do colorido não apenas nos detalhes – bibelôs e almofadas – mas também em armários, cômodas e até mesmo em guarda-roupas.

As portas de vidro em amarelo brilhante do guarda-roupa oferecem novos ares ao quarto e não prejudicam a harmonia do espaço




Mas ao colorir a casa, tenha cuidado para manter a harmonia dos espaços. “Cores fortes se destacam e criam ambientes agitados. Por isso, o melhor é inseri-las em locais que precisem de interação, como salas, cozinhas gourmet e livings”, afirma Daniela Colnaghi, designer de interiores. Desse modo, o efeito gerado por móveis com tonalidades vibrantes afasta seu uso em quartos, escritórios e salas de leitura, ambientes que precisam de tranquilidade.


Durante a escolha dos móveis coloridos, é importante lembrar que os selecionados devem ser aqueles cujo propósito seja o destaque. Na cozinha, por exemplo, pode ser interessante investir em armários e tampos de pia com cores fortes. Quanto ao tamanho dos móveis, a decisão final deverá levar em conta o espaço disponível, já que um mobiliário grande ficará melhor posicionado em locais amplos.

Ao pensar nas cores, a dica para evitar erros na harmonização é recorrer a bases neutras (branco, cinza e bege), pontuando o colorido nos móveis de destaque e espalhando tons surtons nos itens decorativos. “Quanto mais tonalidades diferentes o ambiente tiver, mais carregado ficará. Desse modo, o colorido precisa ser usado com moderação”, afirma Iara Kílaris, designer de interiores. “Para manter a harmonia, saiba ponderar as combinações e evite misturar, por exemplo, estantes amarelas com poltronas verdes”, diz Iara.

Como a bancada da pia é o elemento central da cozinha gourmet da Millo, nada melhor do que o uso de cores fortes para destacá-la.
Charmosa, a mesa laranja consegue manter a harmonia do espaço sem sobrecarregá-lo .
O arquiteto Allan Malouf usou tons pastel na suite do Bruno Senna e recorreu ao amarelo para revestir o aparador.
O fogão vermelho da Bertazzoni se destaca na cozinha e garante o aquecimento do ambiente com sua tonalidade intensa.

 O cuidado com a estética do ambiente deve ser levado em conta principalmente em espaços integrados. “Casos assim aumentam ainda mais a exposição do mobiliário e, se a mesma tonalidade for usada na decoração, o local ficará sobrecarregado“, diz Daniela. Segundo as designers, as cores mais indicadas na hora de decorar os espaços são vermelho, berinjela, verde-azulado, cinza e amarelo.

Publicado por  Bruna Bessi , iG São Paulo

sábado, 14 de julho de 2012

Reforma básica amplia possibilidades de venda


Uma reforma antes de colocar o imóvel à venda pode significar maior valorização e mais chances de sucesso na negociação. Especialistas no mercado imobiliário orientam os proprietários a fazerem uma sessão de "embelezamento" e providenciar alguns reparos, antes de abrirem as portas da casa ou do apartamento para as visitas dos compradores.
Antônio Beltrame, da Beltrame Imóveis, recomenda pintar o imóvel, interna e externamente, no caso de casas e sobrados, substituir pisos e azulejos, trincados ou quebrados, e revisar as partes elétrica e hidráulica. "Deve ser uma reforma básica. Com pouco investimento, a cara do imóvel pode mudar totalmente", diz.
Ele destaca que se houver um questionamento sobre a qualidade do acabamento, o comprador pode ser levado a raciocinar sobre o alto investimento de uma reforma. "Como é comum o comprador desconhecer valores, pode refletir que o custo para fazer os consertos será alto e a consequência será a desistência da compra", observa Beltrame.
Além de observar itens como as condições do revestimento e infiltrações, o imobiliarista orienta que a reforma não pode ser profunda e não deve conter elementos pessoais. "A pintura deve ser neutra, com cores básicas, normalmente branco ou gelo. Uma parede colorida pode espantar os compradores", opina.
Critério semelhante é apontado pela arquiteta Fernanda Maróstica. "Cores muito vibrantes têm que estar harmonizadas com o contexto da decoração e isso é muito pessoal. Uma pintura básica com certeza vai viabilizar a venda", avalia.
A arquiteta afirma que entre os itens que o comprador analisa na hora de comprar o imóvel estão a cozinha e o banheiro. "Uma cozinha planejada pode significar uma preocupação a menos para o novo morador.
É importante também que o banheiro esteja em ótimo estado. Os materiais não precisam ser caros, mas devem ser novos e ter o aspecto de limpeza", comenta.
Fernanda sugere ainda um investimento maior na fachada com o cuidado de limpeza no quintal, pintura das grades e algum detalhe com elementos naturais. "Um toque de paisagismo ajuda a valorizar o imóvel. O local tem que estar agradável, porém sem muitas características da personalidade dos proprietários", declara.
Na parte de revestimentos, os especialistas lembram que atualmente existem pisos e azulejos que podem ser colados por cima do antigo, sem transtornos. Eles também devem seguir a regra da pintura e não devem ter decorações ou cores.
O básico é sempre a melhor opção. "Os compradores querem entrar na casa, sem preocupações com reformas. É isso que o vendedor deve ter em mente", ressalta a arquiteta.
COMERCIAL, FINANCIAMENTO E LOCAÇÃO
Se para o imóvel residencial, a reforma pode agregar valor na hora da venda, para o comercial, os detalhes perdem em importância. “Normalmente, a compra de salas comerciais é feita por investidores ou empresários. Eles sabem que terão de investir em reforma. Também são conhecedores dos custos dos reparos e isso não impede a compra”, declara o imobiliarista Antônio Beltrame.
Nos casos de imóveis que passam por avaliação de técnicos de um banco, o acabamento dificilmente interfere no trabalho. “Os critérios são outros. Um avaliador não considera a falta da reforma como depreciação. Ele vai avaliar o tempo de uso, o metro quadrado, entre outras características”, diz Beltrame.
Já no setor de locação, a orientação para a reforma é semelhante. A prioridade para alugar um imóvel é o bom estado de conservação do bem.
Publicado por REDIMOB

Incremente a decoração com paredes texturizadas




Nada de paredes brancas e sem graça. Para dar charme ao ambiente vale destacá-las usando a texturização. A técnica faz com que seja possível sentir a estampa ou apenas vê-las – como as que imitam pedra. Esses modelos enganam o olhar, copiando o desenho que o cliente desejar. No entanto, no toque são tão regulares quanto uma parede lisa. Há no mercado produtos que já vêm prontos para aplicar, como se fossem uma tinta. Eles dão aspecto de mármore, jeans e couro, por exemplo. Mas preste a atenção após a compra. O trabalho tem de ser feito por um profissional, não dá para adotar o esquema “faça você mesmo”.

Além das texturas prontas, dá para usar massa corrida e diferentes ferramentas como espátulas, esponjas e até vassouras. Tudo depende da cara que o proprietário quer dar ao ambiente. “A textura traz profundidade à pintura. Podemos fazer de diversas maneiras, em forma de leque ou grafiado, que são movimentos verticais. Às vezes a gente idealiza o desenho com o cliente e mostra para o aplicador para que ele faça igual. Às vezes, fazemos um teste na parede mesmo”, conta a arquiteta Lica Cukier.
Na hora de pensar na textura, o morador leva em conta o contexto do cômodo. “Não tem regra, depende do sofá, do mobiliário e se o cômodo é arrojado ou conservador”, explica a arquiteta Ana Lúcia Siciliano. Se ele já tem muitos quadros, tapetes e móveis estampados, vale investir em uma parede de textura mais marcante e com cor forte ou em uma mais suave espalhada por todas as paredes de cor neutra, como o branco. Texturas mais lúdicas como bolinhas são apropriadas para quartos de crianças. “Se a textura for muito trabalhada, fica melhor em áreas externas ou em uma parede de um ambiente grande”, afirma a arquiteta Andrea Chicharo.
O recurso pode ser usado tanto nas áreas internas quanto nas externas. No exterior da casa, a textura pode ser mais marcante. “Nesse caso, serve para esconder imperfeições como manchas e rachaduras”, resume Lica.


Se o quarto ou apartamento for pequeno, o ideal é eleger algumas paredes. Pode ser a da televisão ou a da cabeceira da cama. A arquiteta Paula Ferraz dá a receita: é possível usar a técnica como substituta de um painel em imóveis menores. “Nada de texturas muito rugosas ou cores fortes em quartos pequenos, elas ‘fecham’ o ambiente, dando a sensação de que são ainda menores.”


Fonte:  Terra.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

10 dicas de decoração para ampliar ambientes pequenos


A decoração cria vários desafios e um deles é aproveitar o espaço da melhor forma possível. Quando a área tem dimensões limitadas, o projeto deve incorporar alguns truques capazes de causar a sensação de amplitude ou mesmo aliviar a circulação. "Artifícios como usar espelhos e optar por paredes brancas colaboram bastante", ensina a decoradora Fernanda Firenze.



Espelho, espelho meu: um espelho aumenta a percepção de luz e espaço. Use o acessório para criar espaço e fazer com que o cômodo pareça maior. Certifique-se de que ele reflita algo apelativo ao olhar, como um candelabro na sala de estar, enfim, algo bonito de se realçar.


Cor sim, cor não: o uso de quadros e telas com traços de horizonte transmitem a sensação de expansão. Esse recurso cria uma ilusão de espaço.


 Listras verticais: Se a ideia é ampliar o comprimento, aposte nas listras verticais.



Deu branco: o branco dá sensação de infinito e amplia o espaço. Outra vantagem: destaca móveis e objetos. Deixe o colorido para acessórios decorativos como almofadas, quadros e vasos.



Nada de paredes: integre sala e cozinha e você verá como o ambiente ficará mais aberto e iluminado. Se isto não for do seu gosto, faça uma janela interna entre os dois, com um vidro fixo ou de correr. Os pratos podem passar por esta abertura, promovendo uma integração.



Minimalismo em alta: móveis retos funcionam melhor em ambientes pequenos. Possibilitam encaixes nos ambientes. Outra sugestão são as peças suspensas, elas facilitam a circulação. Em busca de leveza visual, prefira as peças que misturem poucos materiais e que tenham linhas retas.



Deixe o sol entrar: quanto maior a luminosidade, maior a sensação do espaço. Ambientes escuros tendem a parecer menores do que realmente são.



Boas vindas: as portas de correr ocupam menos espaço e permitem maior integração entre os ambientes. Fique longe do modelo pivotante e balcão.



Sobe e desce: escolher um modelo de escada vazada garante a leveza e faz com que ela seja um elemento de destaque do ambiente.



Olhe para baixo: pinte os rodapés da mesma cor das paredes, caso o pé direito (altura do teto) seja baixo. Se você optar por outra cor, vai criar uma linha divisória que vai criar a sensação de diminuição do cômodo.



Olhe para cima também: partindo da mesma premissa dos rodapés, não rebaixe o teto com gesso se o pé direito for baixo, no máximo faça uma moldura.



Publicado no Terra

quarta-feira, 14 de março de 2012

Dicas de como decorar um imóvel alugado

 

Arquiteta Juliana Piletti, da 4D-Arquitetura, ensina como investir na decoração sem se incomodar com o proprietário ou sair no prejuízo


Decorar uma casa ou apartamento alugado não é uma tarefa fácil. As mudanças não podem ser muito radicais e precisam ser reversíveis, pois, na maioria das vezes, o imóvel tem que ser entregue ao proprietário da mesma forma como foi alugado. Além disso, muitas pessoas têm medo de investir na decoração do apartamento que alugam com receio de ter que se desfazer de tudo na hora de ir embora.

Para a arquiteta Juliana Piletti, da 4D-Arquitetura, reformas em imóveis alugados são possíveis sim, mas antes é preciso ter uma boa conversa com o proprietário. "o caso de uma reforma mais elaborada e onerosa é possível uma negociação dos custos, reduzindo o valor de aluguel por alguns meses, considerando que as modificações podem valorizar o imóvel para a próxima locação", diz.

Se a reforma não for autorizada ou se o proprietário e inquilino não entrarem em um acordo, Juliana afirma que, ainda assim, é possível deixar o imóvel mais aconchegante e adaptado ao estilo de vida da pessoa que o está alugando. Confira as dicas da arquiteta de como deixar um apartamento alugado com a sua cara:

Pintura
 A pintura das paredes é algo fácil de ser feito. Na hora de entregar o apartamento é só pintar novamente com a cor definida no contrato de aluguel. Juliana aconselha ainda usar adesivos, stencil, papel de parede e quadros para deixar o imóvel com a sua cara, pois estes são materiais fáceis de remover.


Juliana utilizou quadros grandes na decoração deste imóvel para esconder imperfeições nas paredes


Cozinha e banheiro
Existem tintas específicas para azulejos que podem modificar totalmente uma cozinha ou um banheiro. Mas antes de mexer nos azulejos, Juliana ressalta que é importante conversar com o proprietário do imóvel. Há ainda, segundo a arquiteta, a opção de usar adesivos para estas áreas, escondendo assim alguma imperfeição ou defeito.

Piso
Se o piso não está em bom estado ou não é do agrado do morador, a solução pode ser utilizar um tapete grande nas salas de estar e jantar. Assim, de acordo com Juliana, se esconde boa parte do piso e se traz aconchego para os espaços.

Iluminação
Para Juliana, uma boa saída é investir em uma boa iluminação. Geralmente, as luminárias de imóveis alugados nem sempre são as mais bonitas. "Neste caso vale a pena trocá-las", garante a arquiteta. Luminárias de piso e pendentes são uma opção e podem destacar um objeto específico ou um quadro na parede, por exemplo.




Na foto acima, Juliana utilizou uma estante desenhada pela equipe da 4D-Arquitetura para separar dois ambientes



Móveis

A saída aqui, de acordo com Juliana, é investir em imóveis versáteis e flexíveis, que possam ser facilmente desmontados e levados pelo inquilino, depois do vencimento do contrato. "boas peças de mobiliário chamam bastante atenção e podem ser usadas para esconder acabamentos ou imperfeições do espaço, por esta razão, se o orçamento permitir, vale a pena investir em peças de design e móveis mais elaborados", explica ela.

 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dicas de pintura



Pintar um ambiente na ordem correta economizará tempo e dinheiro:
1) teto,
2) paredes,
3) portas,
4) janelas e
5) rodapé
6) aplicação do papel de parede (se for o caso)

Os rolos são ideais para áreas grandes como paredes ou tetos.

A escolha apropriada depende do tipo de tinta que você planeja usar:
- Rolo de lã pêlo baixo (sintética ou de carneiro) - indicado para tintas PVA e Acrílica.
- Rolo de espuma - indicado para esmaltes, tinta óleo e vernizes.
- Rolo de espuma rígida ou borracha - indicado para dar efeito em textura.

Para melhores resultados use sempre pincéis de boa qualidade. A qualidade do pincel tem um efeito direto na qualidade do acabamento e na facilidade com a qual a tinta é controlada e aplicada.


Os pincéis também conhecido como trinchas podem ser encontrado de vários tamanhos e cores:
- Cerdas escuras - indicados para aplicação de tintas a base de solvente como os esmaltes, tintas óleo e vernizes
- Cerdas grisalhas - indicado para aplicação de tintas à base de água como as tintas PVA e Acrílica.
O tamanho do pincel varia de acordo com a área a ser pintada.

Para aumentar a vida útil dos pincéis e rolos, é essencial limpá-los logo após o uso e depois guardá-los de maneira correta.
Para tintas a base solvente - esmaltes, vernizes, tinta óleo: Após o uso limpar o rolo ou pincel tirando o excesso com jornal, lavando com Thinner, lave novamente com água e sabão enxaguando em seguida.
Importante - dependendo da qualidade do material utilizado o thinner poderá reagir com o material estragando o produto.
Para tintas a base de água: Tinta Acrílica e PVA: Após o uso é recomendável lavar os pinceis com agua e sabão.
Dica: Para garantir a conservação dos seus pincéis, arrume as cerdas com um pente, umedeça-os com óleo vegetal e guarde-os enrolados em papel impermeável.

Se deseja guardar a tinta que sobrou, guarde-a em um lugar coberto, sempre na posição vertical e sem movimentação.
Tintas que ficam guardadas por muito tempo podem formar uma película resultante da ação do ar. Para evitar isso, tampe bem a lata.
Se não deseja guardar a tinta, doe-as a amigos ou vizinhos ou a instituições de caridade. Nunca a despeje pelo ralo ou em outros cursos de água.
Devemos fechar a lata de maneira que não exista a possibilidade da entrada de ar.
O local não deve ter umidade ou calor excessivo.

Acessórios para Pintura:
Para sua maior segurança, recomendamos a utilização dos seguintes equipamentos de proteção individual (EPIs): máscara contra vapores de solventes e partículas, óculos de segurança adequado contra respingos de produtos químicos e luvas resistentes a solventes (NR no 6) durante a aplicação e lixamento dos mesmos.

Nos casos de aplicação dos produtos por pulverização, utilizar preferencialmente cabine de pintura com exaustão e filtro.

Para aplicações das tintas, diversas são as ferramentas a serem utilizadas. As mais empregadas são:
Pincéis e trinchas: de cerdas claras comumente utilizadas para aplicação de tintas a base d’água, e o de cerdas escuras para aplicação de tintas esmaltes, a óleos e vernizes.
Rolos de espuma: utilizados para aplicação de tintas a óleo, vernizes e esmaltes. Os rolos de espuma rígidos são recomendados para acabamentos texturizados.
Rolos de lã normais: indicados para pintura com tinta látex PVA e os de pêlo baixo para as tintas látex acrílicas.
Espátulas de aço: utilizadas na remoção de tintas e para aplicação de massas para pequenos retoques.
Desempenadeiras: indicada para aplicação de massas em grandes áreas.
Bandejas ou caçambas: são recipientes que facilitam a molhagem do rolo e do pincel de pintura para aplicação da tinta.
Lixas: são utilizadas para uniformizar as superfícies e aumentar a aderência das tintas. Existem quatro tipos de lixas, com diversas granulações para madeira, ferro e massa, que não identificadas pelas seguintes cores: bege (madeira), vermelha (massa) e cinzas e pretas (ferro).
Mexedores: uma das ferramentas mais importantes para homogeneização da tinta, deve ser retangular no formato de uma régua.


Publicado em Técnica Vistoria

sábado, 5 de novembro de 2011

A diferença entre os vários tipos de tinta e como saber quando usar cada uma



O mercado oferece uma infinidade de tipos de tintas, massas e outros produtos para aplicação em revestimenos interno e externos. As possibilidades e variações podem ser desconcertantes para o consumidor final, deixando muitas dúvidas na hora de realizar a compra desses produtos.

Por conta dessa grande variedade de opções, é importante que a pessoa que está realizando uma obra saiba algumas diferenças básicas entre os grandes grupos de tintas. Tenha em mente que não existe uma tinta para todas as superfícies e usos. A escolha do produto adequado para cada superfície e local é essencial para um bom acabamento e durabilidade de sua pintura.

A seguir iremos comentar brevemente os grandes grupos de tintas e suas principais aplicações para que fique mais claro como a diferenciação entre os produtos ocorre.


Látex PVA

O látex é talvez a tinta mais comumente encontrada atualmente, nos interiores das residências, e certamente você já ouviu falar a respeito.

O PVA vem do nome da substância usada atualmente para fabricar a tinta látex, o Acetato de Polivinila. O látex tem uma base solúvel em água e, por isso, facilita muito a vida do pintor, que pode preparar seus pincéis e rolos apenas com água. Além disso, caso a tinta espirre em algum outro revestimento, basta lavar com água.

O acabamento em látex PVA é adequado para a parte interna das residências, que podem ser limpas apenas com um pano úmido. O acabamento desse tipo de tinta é muito bom, assim como seu recobrimento da camada anterior de pintura (se ela existir). Seca rapidamente, e o odor típico de pintura é mínimo.

Porém, o produto não é adequado para áreas molhadas ou que possam receber chuva, e para recobrimentos de acabamento em alto brilho, como um corrimão, por exemplo; as superfícies pintadas com látex PVA também são mais difíceis de limpar.


Tinta acrílica

A tinta acrílica, de forma geral, tem aspecto muito similar ao do látex, também é solúvel em água e seca rapidamente. A diferença é que sua fórmula contém resinas acrílicas, o que proporciona ao produto alta impermeabilidade uma vez aplicado, tornando-o especialmente eficaz para pinturas externas.

Essa impermeabilidade também torna a tinta acrílica interessante para uso em áreas molhadas da casa, como na cozinha e lavabo. As tintas acrílicas podem ser lavadas, ao contrário do látex, que deve ser limpo apenas com pano úmido.

O acabamento tende a ser mais brilhante que o do látex, ainda que exista a versão fosca: portanto, preste atenção ao comprar para garantir o tipo de acabamento final que deseja. Outro fator importante é o custo. A tinta acrílica tenderá a ser mais cara que a látex, então cuidado com a especificação.


Tinta esmalte

O esmalte, ao contrário dos exemplos anteriores é um tipo de tinta que não é solúvel em água, visto que possui o que é chamado de “base a óleo”, material que compunha sua fórmula antigamente. Atualmente são outros produtos sintéticos que compõem a base mais comum para esse tipo de acabamento.

As tintas esmalte são especialmente boas para a utilização em superfícies de ferro ou madeira. Assim, janelas de ferro, corrimãos e estruturas metálicas leves terão um acabamento melhor e mais durável se pintados com tinta esmalte. E embora a madeira possa receber vários tipos de acabamentos, portas feitas desse material são tradicionalmente pintadas com esmalte por conta do alto nível de manuseio, visto que o esmalte permite a lavagem dessa superfície com mais facilidade.

O acabamento de esmalte é bastante peculiar e as pessoas geralmente percebem quando ele foi utilizado. Possui alto brilho, embora exista a versão fosca. Seu acabamento dá sensação de uma película formada sobre a superfície e, por isso mesmo, não é muito adequada para o uso direto na parede, porque dependendo da aplicação podem surgir bolhas ou descascamento. O custo dessa tinta é mais alto do que o das outras, por conta de seu uso mais espcífico, e em menores superfícies. A embalagem mais comum é o galão (que contém 3,8 litros do material), enquanto as outras podem ser facilmente encontradas em latas (existem latas com até 18 litros de tinta, e as pequenas, com 900 ml).


Tintas epóxi e poliuretano

As tintas epóxi e de poliuretano são sintéticas e não solúveis em água, e têm usos mais específicos, como, por exemplo, a pintura de caixas d’água. Existem ainda fórmulas para aplicação em pisos, mas dependem de mão de obra altamente especializada.

Essas tintas, que são geralmente diluídas em solvente específico e possuem catalizadores para auxiliar no processo de pintura, devem ser aplicadas sempre por mão de obra que conheça o material e os processos, para evitar que se formem bolhas, ocorra descolamento da camada de tinta ou simplesmente mau acabamento.

Como são tintas específicas para aplicação em áreas molhadas e até inundadas, como piscinas e caixas d’água, podem ser uma excelente possibilidade para banheiros, boxes, cozinhas e áreas dessa natureza, desde que harmonizadas corretamente com os outros revestimentos. Vale a pena conferir os tipos de acabamentos possíveis para fugir do revestimento cerâmico convencional de locais muito úmidos.

Além dos grupos citados acima, existem muitos outros tipos de tinta. Há as feitas com cal, e produtos de efeito, como as tintas magnetizadas, do tipo lousa e para piso; existem também as massas e texturas de muitas naturezas diferentes. E não se pode deixar de mencionar os vernizes e fundos preparadores específicos para superficies diversas (como para galvanizados ou gesso, por exemplo).

Dependendo do que se quer pintar é necessária a aplicação de vários produtos. Quando isso acontece, chamamos o processo de pintura de um “sistema”, e não simplesmente uma pintura simples como nos exemplos acima. Se você pretende realizar uma pintura em uma superfície que pareça mais complexa, sugerimos que procure um pintor muito experiente para aconselhar qual sistema é o mais adequado.



Publicado no UOL Estilo Casa e Imóveis
Por: Fernando Forte e Rodrigo Marcondes Ferraz arquitetos formados pela FAU-USP e sócios do escritório Forte Gimenes Marcondes Ferraz

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Como preparar sua casa para venda


Depois de passar pelo processo do desapego, se despedir de cada cômodo e se animar com a mudança para a nova casa é chegada a hora de pôr o seu próprio imóvel em exibição para venda. EXAME.com ouviu especialistas em compra e venda de imóveis sobre como tornar o seu “produto” valorizado e atraente para os compradores. Veja abaixo os seus principais conselhos.


Concentre-se nos pequenos reparos

Fazer uma recauchutagem no imóvel pode ser imprescindível, especialmente se ele foi habitado por muito tempo. Mas o tamanho da reforma deve ser equilibrado. Concentre-se nos reparos menores e que, naturalmente, custam menos, como a troca de cerâmicas e azulejos quebrados, a substituição de maçanetas e tomadas com defeito, e o conserto de vazamentos e rachaduras.

Livre-se também de sinais de umidade, mofo, entupimentos, ou mesmo de danos ocultos por móveis que serão retirados na mudança, como aquela rachadura atrás do armário. Apresentar um imóvel sem fazer esses reparos pode afugentar os potenciais compradores simplesmente pela má impressão. Se desconhecidos, podem motivar queixas fundamentadas após a venda.

“O imóvel tem que estar habitável, sem necessidade de reforma”, afirma Luiz Calado, vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos em Finanças (IBEF) e autor do livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”.

Esqueça as grandes reformas e benfeitorias

As obras para fazer as grandes reformas ou instalar benfeitorias podem ser muito caras e não gerar retorno para o vendedor. É claro que ter uma cozinha planejada ou um armário embutido valoriza o seu imóvel, mas só se essas benfeitorias já estiverem lá. Implementá-las só para subir o preço do seu imóvel na venda em geral não compensa.
O mesmo vale para as grandes reformas, como trocar uma fiação antiga, o piso ou todos os azulejos do banheiro. “Tem que estudar caso a caso e fazer a conta. Se valorizar o imóvel e compensar o investimento na reforma, pode fazer. Mas pode ser que o gosto do comprador seja outro. Então, se não compensar, melhor não fazer”, diz Roseli Hernandes, diretora da imobiliária Lello.
Luiz Calado ressalva ainda que essa estratégia é uma faca de dois gumes. De nada adianta fazer uma reforma ou benfeitoria que jogue o preço do seu imóvel em uma faixa acima dos demais imóveis de sua metragem. “As pessoas tendem a preferir tamanho a melhorias. Não adianta passar o preço do seu imóvel de 90m2 de 500.000 reais para 800.000 reais, se nesta faixa mais alta os imóveis são bem mais amplos”, alerta.

Evite reformas estruturais se elas não forem essenciais para bons negócios

Em relação às reformas estruturais, como aquelas feitas na parte elétrica ou hidráulica, a questão é mais delicada ainda. Essas estruturas costumam ser mais problemáticas em imóveis mais antigos. Mas antes de gastar uma enorme quantidade de tempo e dinheiro nesses reparos, é bom verificar se a falta deles acarretaria perda de bons negócios.

Luiz Calado orienta os vendedores a colocarem a casa para visitação antes de efetuar os reparos estruturais, tentando sentir a aceitação do público. É bom ter em mente que, em tempos de imóveis caros, como agora, os compradores buscam justamente imóveis depreciados, para pedir um bom desconto no preço e reformá-los posteriormente. “É bom inclusive perguntar aos potenciais compradores do que eles gostaram e do que não gostaram. Isso pode orientar eventuais reformas”, diz o especialista.

A aparência ajuda na sedução na hora da compra ou locação. 


Refaça a pintura

Se a pintura estiver danificada ou se houver cômodos em cores chamativas, pinte novamente o imóvel com cores neutras. De novo, vale a regra da boa impressão, fora que não é todo mundo que gosta de cores berrantes ou cômodos cheios de personalidade. “É o tipo de reparo que compensa, pois é relativamente simples e barato de fazer”, diz Calado.

Veja a seguir as dicas para valorizar o patrimônio sem gastar muito.

Aquilo que os olhos veem sensibiliza o possível comprador de um imóvel. Esta é a regra de ouro do corretor imobiliário Sérgio Heirich, da Imóvel POA Assessoria Imobiliária, que trabalha compra e venda de imóveis, em Porto Alegre. Segundo ele, para deixar o imóvel com uma aparência sedutora para compra ou locação, não é preciso gastar muito. Veja a seguir as dicas para agregar valor à venda de um apartamento.


Tons pastéis nas paredes e afins proporcionam a sensação de mais luminosidade


Como afirma Heinrich, é preciso mostrar. Assim, invista na pintura das paredes e do teto para encantar possíveis compradores. De acordo com o corretor, com R$ 2 mil investidos na pintura é possível obter um incremento de cerca de R$ 15 mil sobre o preço do mesmo imóvel sem melhorias. Por exemplo, um apartamento em um bairro da Zona Norte da capital gaúcha de 90m², avaliado em R$ 270 mil, passa a ser oferecido por até R$ 290 mil com uma nova pintura. “Além de valorizar, isso dá agilidade na venda: o imóvel vende mais rápido”, garante.


Pintura nova incrementa o preço em R$ 15 mil, em média, além de facilitar a venda


Modificar a estrutura do imóvel, na opinião de Heinrich, não é aconselhável. Ele recomenda ponderar bem antes de se decidir por uma reforma pré-venda, pois as suas preferências podem não coincidir com as dos potenciais compradores. Além de arriscado, pode custar caro: “Se o apartamento está muito ruim, tem que baixar o preço; você vai gastar pelo menos R$ 15 mil em uma obra, o que não vale a pena”.

O corretor aconselha ainda a não mexer no encanamento, se possível, pois é o tipo de melhoria que não é interessante porque “não é vista”. Evidentemente, se na cozinha, área de serviço ou banheiros os azulejos apresentarem problemas, é preciso agir, chamar um pedreiro e consertar, para que o imóvel tenha um bom aspecto.







Pisos laminados modernizam ambientes

Outro item que deve ser levado em conta é se o apartamento possui carpete. “É um enorme problema”, alerta Heinrich. “O bom é tirar antes de passar o imóvel adiante, porque é um ponto negativo para a venda”. Carpetes podem ser substituídos por pisos laminados ou, nas áreas úmidas, como cozinha e banheiros, pelo porcelanato. Para o gerente de vendas da Guarida Imóveis, Rafael Taboada Koehler, a troca por este tipo de superfície deixa o imóvel com uma aparência mais moderna, o que torna mais fácil a venda. Ele também sugere laminados nas áreas íntimas, como corredores e quartos.


Carpetes são um ponto negativo e é preciso substituí-los por superfícies modernas





Prédios antigos, em que os apartamentos têm um “aspecto caído” por conta da pintura, podem ser renovados com a aplicação de tons brancos e pastéis: “São pequenos detalhes que podem dar grande valorização, pois ‘abrem’ o ambiente, proporcionando uma sensação de mais luminosidade”, diz Koehler.

No caso dos imóveis antigos, a revitalização é essencial ainda para melhorar a condição dos sistemas elétrico e hidráulico. “Isso vai dar segurança ao cliente de que ele terá um custo menor com água e energia”, explica o gerente.


Revitalização de estruturas antigas é essencial para agregar valor ao imóvel


Como exemplo, Koehler cita um imóvel de R$ 400 mil, cujos sistemas tenham sido atualizados, o qual pode obter uma valorização de até R$ 15 mil : “Reforma é um investimento que sempre vale a pena. Uma casa pode aumentar em cerca de 12% de seu valor ao receber investimentos em melhorias da ordem de 4%”.


Limpeza e organização são fundamentais

Feitos os reparos necessários, volte-se para a apresentação do imóvel. Agora que o seu lar tornou-se um produto na prateleira, é hora de partir para as estratégias de marketing. Como a maioria dos candidatos a compradores busca uma casa para morar, torne seu imóvel acolhedor, para que os visitantes consigam se imaginar morando ali.

Primeiro passo nesse quesito é deixar a casa um brinco. Quando as visitas chegarem, precisam encontrá-la absolutamente limpa, sem mofo, teias de aranha, limo nos banheiros ou pilhas de louça para lavar na pia. Até mau cheiro, como aquele odor típico de animais de estimação que ficam dentro de casa, pode espantar os candidatos.
Organização também é importante. Arrume os armários que ficarão no imóvel, pois é possível que os visitantes queiram abri-los (e ninguém quer que eles sejam soterrados por bugigangas). Nada de objetos espalhados ou cama desarrumada. Aproveite a preparação da casa para jogar fora ou doar aquilo que não tem mais serventia.

No caso de ser uma casa, o exterior também deve estar bem cuidado. Muros pichados podem passar sensação de insegurança na vizinhança, mesmo que isso não seja verdade; e jardins, quintais e piscinas bem cuidados lembram aos visitantes de que o imóvel não está abandonado.


Apague sua personalidade

Para que os potenciais compradores de fato se imaginem morando na sua casa, é aconselhável também se livrar de todos os objetos pessoais, que se relacionem à sua personalidade, como fotos de família, ícones religiosos, lembranças de viagem e objetos de decoração. Um ateu pode não gostar de uma casa cheia de imagens de santos; um palmeirense dificilmente vai simpatizar com um quarto decorado com a bandeira do Corinthians. “A decisão de compra normalmente é emocional”, lembra Luiz Calado.


Livre-se de parte da mobília

Para quem tem muitos móveis pode ser melhor pôr alguns deles num depósito, para tornar o visual do imóvel mais “clean”. “Fica mais gostoso de olhar. O imóvel cheio de coisas parece menor, sufocado, principalmente se a mobília for antiga”, diz Roseli Hernandes, da Lello. Deixe apenas os móveis bem conservados. Essa também é uma boa maneira de “impessoalizar” o imóvel e fazê-lo parecer mais amplo.


Saiba o que dizer e quando dizer

Não adianta ficar enchendo os compradores potenciais de explicações sobre as vantagens do imóvel. Informe-os – ou oriente o corretor a informar – apenas aquilo que se encaixa no perfil do visitante. Se for uma família, forneça dados sobre as facilidades que o prédio tem para as crianças; se for alguém buscando silêncio e tranquilidade, informe se a vizinhança é barulhenta ou não.

Mais jamais omita as desvantagens que possam afetar o novo morador de alguma forma, como o fato de o imóvel estar localizado em uma rua de feira ou em um prédio com restrições a animais de estimação, por exemplo.

Fonte:
 Pense Imóveis 
 Exame.com