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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

O que analisar antes de demolir ou reformar

Ao comprar um imóvel mais antigo, o proprietário pode ficar em dúvida se deve apenas reformá-lo ou demolir tudo e construir um novo no lugar. Caso essa decisão seja tomada de forma precipitada e sem avaliação prévia dos custos, pode resultar em gastos excessivos e outras consequências indesejáveis.

Em caso de reforma, é importante conferir se as plantas existentes estão de acordo com a realidade construída (o que nem sempre acontece). Com isso, é possível evitar as “surpresas” que podem acontecer durante uma reforma, e que acabam encarecendo o preço inicial da obra

Para imóveis de rua (casas e lojas), os seguintes pontos devem ser avaliados:

· Analisar todos os projetos existentes e verificar o histórico das obras já realizadas, para se ter uma ideia real da condição do imóvel

· Observar a estrutura de sustentação existente: pilares, vigas e lajes que podem ser modificadas. O dono do imóvel deve contratar um engenheiro de estruturas para avaliar se a reforma atenderá o objetivo ou se é melhor uma nova construção

· Derrubar paredes, trocar telhados e fazer alterações estruturais na planta original muitas vezes pode não compensar, dependendo do projeto que será criado. É preciso avaliar com antecedência o custo da reforma em comparação ao de uma nova construção, através de um orçamento bem detalhado

· Os custos variam de acordo com a região e o padrão dos acabamentos escolhidos. Pesquisar os preços dos materiais é o ideal para quem vai construir ou reformar, pois sempre existem promoções que podem resultar em uma grande economia na obra.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A casa deve ser um ambiente seguro para os filhos



Para manter a sua casa segura para os pequenos que já estão engatinhando e logo mais estarão correndo por todos os lados, vale a pena refletir sobre os perigos que quinas e desníveis no piso, podem apresentar.

Com algumas dicas da revista Pais e Filhos, você pode conseguir um ambiente seguro para todas as idades.

Percorra todos os cômodos e prepare-os. Veja como:

Por toda a casa:

> Tire de alcance da criança tudo que ela possa colocar na boca e causar sufocação. Como medida, use um tubo de rolo de papel higiênico: se o objeto passar por dentro dele, é perigoso de ser engolido;
> Cubra todas as tomadas da casas com protetores, para evitar choques. Algumas tomadas mais modernas já têm um dispositivo de segurança que evita que crianças se machuquem. Cheque se é o caso das suas;
> Crianças gostam de escalar estantes e armários altos. Aparafuse as estantes e móveis pesados nas paredes, com a ajuda de uma mão francesa, para evitar que caiam em cima do pequeno explorador. O mesmo vale para TVs de plasma;
> Invista em travas para armários baixos e gavetas onde você não quer que a criança tenha acesso;
> Cubra as quinas de mesas e armários com protetores de borracha ou plástico. Elas ficam justo na altura da cabeça da criança e podem causar ferimentos;
> Cerque os aparelhos de ginástica como esteiras e bicicletas ergométricas com o mesmo tipo de cercas utilizadas em piscinas, ou restrinja o acesso à sala de ginástica, se houver, com um portãozinho;
> Tapetes soltos e crianças correndo são uma combinação perigosa. Um tombo bobo pode se transformar em acidente sério, com batida na cabeça e ossos quebrados. Por isso, vale colocar um antiderrapante em todos os tapetes da casa. Ou simplesmente tirar os tapetes e optar por uma decoração mais “clean”;
> Instale prendedores ou protetores de borracha nas portas, para evitar dedinhos amassados ou presos;
> Esconda os fios de aparelhos de som e telefones atrás dos móveis ou use organizadores de fios para escondê-los. Além de evitar choques, tem o perigo de enforcamento.


Janelas

> Abra as janelas do tipo guilhotina (olha o nome, gente, o que já diz) sempre pelo lado de cima, deixando as duas folhas de vidro para baixo;
> Não confie em telas mosquiteiras, pois não foram projetadas para segurar o peso de uma criança. O melhor é instalar as redes de proteção, de náilon cristal ou polietileno, em todas as janelas, inclusive as basculantes que ficam na cozinha ou lavanderia e todo mundo esquece que existem. É bom lembrar que essas telas têm durabilidade de apenas três anos. Depois disso, precisa trocar;
> Tire aparadores, armários e cadeiras de baixo das janelas, para não servirem de escada para os pequenos escalarem.

Grades e varandas

> Grades muito abertas podem ser uma tentação para criança tentar passar – e prender a cabeça, uma mão ou pezinho. Além das redes de proteção, como as das janelas, você pode instalar uma placa de policarbonato, transparente, fechando os vãos;
> Nada mais gostoso que rede na varanda, aquela de balançar, de dormir. Criança adora, mas não dá para deixar brincar sem adulto perto. Até os três anos, a cabeça delas é desproporcional ao resto do corpo. Qualquer desequilíbrio ou balanço mais radical e é a cabeça que chega primeiro no chão. Para os maiorzinhos também é preciso cuidado. Mais que duas crianças na rede de cada vez é perigo na certa. O melhor é ficar de olho na brincadeira, e quando for sair de perto, guardá-la.

Escadas

> Coloque portões tanto na base quanto no alto da escada. O portão do alto deve ser fortemente aparafusado na parede, para não correr o risco de cair com escada abaixo com o peso do pequeno;
> Se os degraus ou corrimões forem vazados é preciso instalar também redes de proteção, as mesmas usadas nas janelas.

Piscinas

Piscina é sempre um perigo, mesmo quando seu filho já sabe nadar. Nunca deixe a criança sozinha perto da água.

> Redes e capas ajudam, mas não foram projetadas para evitar afogamento. O mais seguro é cercar a piscina com grades de proteção com no mínimo 1,5m, com portão e travas;
> Já existem alarmes de piscina, que disparam assim que percebem a queda de objetos com mais de 6kg na água. Não substitui a cerca nem a vigilância dos pais, mas é uma ajuda a mais.

Lavanderia

É a segunda colocada em periculosidade. Valem todas as dicas da cozinha quanto à produtos perigosos e armários. E ainda mais um:

> Não deixe as crianças brincarem por perto quando você estiver passando roupa, nem largue o ferro elétrico ligado sem vigilância. O perigo de choque elétrico ou queimadura é enorme.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Cores neutras na decoração



Na decoração contemporânea, muito se tem valorizado os tons vibrantes como forma de expressar personalidades distintas e dar um tom de vivacidade e energia aos ambientes. Mas, nas décadas anteriores, muito se valorizava a presença de tons neutros, também conhecidos como aqueles que “não fedem nem cheiram”.

Ainda tem muita gente que tem receio de trabalhar com cores por medo de exagerar ou ainda, os moradores clássicos que não trocam os tons de bege e branco por nada. E se você se encaixa nesses perfis, saiba que sim, é possível ter um ambiente descolado e com a sua cara usando cores neutras como branco, cinza, bege e derivados. Mas não se prenda somente a estes tons. Qualquer outra cor pode ter seus derivados neutros, como o verde, o rosa, o marrom, o azul, o amarelo. A diferença é a temperatura e a vibração da tonalidade.

As cores neutras nada mais são do que cores que emitem pouco reflexo, ou seja, são mais diluídas em branco e excelentes para combinar com praticamente todos os outros tons. São leves, introspectivas e delicadas, podendo compor diferentes estilos de decoração sem perder o apelo estético.

A vantagem de apostar nos tons neutros é que você pode utilizar objetos e elementos “bold”, com cores mais vibrantes sem carregar nas informações e estimulando a criatividade do morador. Com um background neutro, a casa vai pedir pontos específicos como objetos de decoração, tapetes, capas de almofadas, luminárias e outros elementos com cores mais destacadas. Turqueza, marinho, verde oliva, vermelho, terracota, marsala são ótimas opções para dialogar com os neutros.

E sabe o que é melhor? Você nunca vai se cansar dos tons neutros na parede, já que as mudanças podem ser significativas, apenas com pequenos objetos.

via: osachados.com.br