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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Residencial Júlia Martinez

 

Residencial 
Júlia Martinez. 




Terrenos a partir de 300M² em condomínio fechado. 
Pronto para Construir, com asfalto, iluminação, água e esgoto.




Para combinar com a melhor localização,
trouxemos a melhor vista da cidade.
Venha morar em um dos pontos mais altos de Sorocaba.


Lazer e Praticidade ao seu Alcance!

 Próximo da Raposo Tavares, Castelinho, Dom Aguirre e Av. São Paulo. 
Perto do Shopping Granja Olga, Restaurantes, Teatro e Faculdade. 
Próximo à Prefeitura.


 Corretores de plantão no local



Rua Professor Nelson Guedes, 385, Jd. Gonçalves, Sorocaba, SP


Use seu leitor de QRCode para abrir o mapa do local!


Vendas
Casabranca Mercado Imobiliário

Fone
(15) 3012 7007


Acompanhe as novidades em nossa página no facebook

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

LINC Sorocaba


Conheça o futuro polo empresarial de Sorocaba, em uma das localizações mais estratégicas da cidade.


Lotes empresariais a partir de 1.000 M2


 Lotes de 1000 a 16.000 m²

Infraestrutura completa para empresas dos setores de logística, indústria*, comércio e serviços.



Grandes negócios se conectam aqui.

O LINC Sorocaba está chegando para ser um dos mais importantes polos empresariais da cidade. Um terreno de 621 mil m², com lotes modulares para a construção de empresas dos setores de Logística, Indústria. Comércio e Serviços. Uma área com infraestrutura completa e soluções que visam a um futuro sustentável. A sua localização é estratégica: no ponto de interligação entre a Zona Norte. Centro e a Zona Industrial, fazendo conexões com toda a cidade.



LINC Sorocaba: o melhor caminho para quem busca conexões mais ágeis, distâncias mais curtas e crescimento planejado.



PROJETO


Terreno de 621 mil m² para ocupação modular


140 mil m² de área verde



246 lotes destinados às empresas e indústrias* limpas

Vias espaçosas com até 25 m de largura

O terreno tem 1.635 m² de frente para as Avenidas Tadao Yoshida e Camillo Júlio

Infraestrutura completa com água, luz e esgoto




Perspectivas meramente Ilustrativas





INVESTIMENTO
10 fatos que tornam o LINC Sorocaba uma conexão para investimentos de sucesso:

01O LINC Sorocaba está a 87 km da capital paulista, com acesso por várias rodovias. Outras distâncias:
  • A 90 km do Terminal Hidroviário Tietê-Paraná.
  • A 160 km do Porto de Santos.
  • A 72 km do Aeroporto de Viracopos.
02 Mão-de-obra qualificada: Sorocaba conta com mais de 17 universidades públicas e privadas, entre elas a Unesp, a UFSCar e a Fatec, além de escolas técnicas como o Senai e o Senac.

03 Sorocaba é uma das cidades com maior renda per capita do país: em 2010, atingiu R$ 27.531,22, equivalente ao RJ e Curitiba.¹
04 Grandes investimentos privados na cidade, em 2013: há previsão de R$ 5 bilhões, de gigantes como a Toyota, Embraer, Pepsico e CNH Latin America.²
05 Benefícios de isenção fiscal: incentivo à instalação de indústrias e atração da sua cadeia de fornecedores.³
06 Novo trem ligará a capital São Paulo a Sorocaba em 50 minutos. O custo do projeto deve ficar próximo de R$ 6 bilhões. A exigência é que o preço da tarifa seja competitivo com o valor da passagem de ônibus.(4)
07 O LINC Sorocaba está numa localização estratégica, perto dos principais pontos da cidade:
  • A 12 minutos do Centro e do Aeroporto de Sorocaba.
  • A 13 minutos da Rodovia Raposo Tavares.
  • A 14 minutos da EADI (Estação Aduaneira do Interior/Porto Seco).
  • A 15 minutos da Rodovia Castelo Branco.
08 Sorocaba está entre as 30 cidades que mais geram empregos no país.²
09 O LINC Sorocaba está localizado em uma região estratégica da cidade, com mais de 20.000 residências na sua área de influência primária.5 Em frente ao loteamento, encontram-se os condomínios Ibiti do Paço, Ibiti Royal e Ibiti Reserva, o que eleva o potencial de investimentos no local.
10 Projeto assinado pela Construtora São José, atuante há mais de 30 anos no setor de construção e incorporação imobiliária. Reconhecida no segmento de alto padrão, com participação no mercado de shopping centers, empreendimentos comerciais, hotéis e loteamentos.


Fontes:  
1 IBGE / Seade 2010.  
2 Prefeitura de Sorocaba, Portal da Cidadania www.sorocaba.sp.gov.br.  
3 Lei Municipal de Sorocaba nº 6344/2000.  
4 Estadão/notícias/edição de 11 de julho de 2013.  
5 GIS Market. 



Localização
Av. Camillo Júlio com Av Tadao Yoshida, Sorocaba - SP.


O LINC Sorocaba está na localização mais estratégica de Sorocaba, no ponto de interligação entre a Zona Norte, Centro e a Zona Industrial. Seja qual for o destino dos seus negócios, rodovias que levam à Capital, interior, Porto Seco, Porto de Santos ou Aeroporto, sua empresa está perto de chegar.




Zona
Industrial

Shopping
Esplanada

Praça
Pio xii

Praça
Chico Mendes

Ponte de interligação

Raposo
Tavares

Aeroporto Bertram Luiz Leupolz

Fábrica da
Toyota


Realização:
 

Vendas: 

Campolim | Rua Barão de Tatuí, 1078 | (15) 2102-8888
Centro | Rua XV de Novembro, 229 | (15) 2102-9999
Zona Norte | Avenida Itavuvu, 840 | (15) 3219-5454



*Só serão permitidas indústrias com Classificação I 1 – indústrias virtualmente sem risco ambiental e todas deverão se submeter à Cetesb para a sua aprovação.
Este empreendimento só será comercializado após o registro do loteamento no respectivo cartório de imóveis de Sorocaba. As imagens são meramente ilustrativas e possuem sugestão de ocupação. Cada proprietário do loteamento fica responsável pelo cumprimento das disposições legais da municipalidade de Sorocaba.
** Informações preliminares, sujeitas à alteração.
***
Alvará de licenciamento, N° 221/2013

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Preço do imóvel aumenta 12% em um ano


Na sexta-feira (02), a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou o levantamento
acusando um aumento nacional no preço médio dos imóveis. Segundo reportagem veiculada no Jornal do Brasil o crescimento foi na ordem de 7,3 percentuais e nos últimos 12 meses encerrados em julho, o aumento alcançou os 12%.

O estudo mostra que os maiores índices de aumento registrados esse ano atingiram as cidades de Curitiba (18,5%), Vitória (10,1%) e Rio de Janeiro (9,3%). Já no maior mercado imobiliário do país, a cidade de São Paulo, registrou aumento de preços de apenas 7,3%.

Fonte: Redimob

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Como tirar bom proveito da imobiliária na compra de imóveis

Veja algumas dicas para aproveitar o que as imobiliárias têm de melhor na hora de comprar ou vender um imóvel 



Os processos de compra e venda de imóveis muitas vezes são realizados com o intermédio de imobiliárias . Apesar da má fama de alguns corretores, que buscam vender imóveis a todo custo, mascarando algumas informações, esses profissionais podem facilitar muito a vida do comprador e do vendedor, desde que o cliente entenda como tirar o melhor proveito dessa relação.

Veja a seguir algumas dicas para aproveitar da melhor forma o que a imobiliária tem a oferecer.

Para o comprador

1) Torne o corretor seu amigo
Em vez de desconfiar do corretor, busque torná-lo seu amigo e mostre que você não é um comprador comum. Uma boa dica para impressioná-lo pode ser a elaboração de uma lista por escrito do tipo de imóvel que você procura, qual a região, a faixa de valor, o tamanho e outras eventuais exigências. Se ele perceber que você está realmente interessado e gostar de você, ele poderá buscar com mais afinco um imóvel que se adeque às suas expectativas.

E ao ganhar a confiança do corretor, pergunte por que os antigos compradores estão se mudando, qual seria a proposta mínima de valor que eles aceitariam, se há algum problema na região ou na vizinhança e se outras pessoas estão interessadas no imóvel apresentado.

2) Não economize perguntas
José Augusto Viana, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imoveis de São Paulo (Creci-SP), explica que o corretor tem a obrigação de informar ao comprador questões relevantes sobre o imóvel. “O corretor é obrigado a passar as informações solicitadas e a mencionar questões importantes sobre o imóvel, sob pena de ser processado por perdas e danos se o cliente se sentir prejudicado por alguma questão que foi omitida. Essa é a grande vantagem de fazer a compra com um corretor", diz.

Ele sugere que o comprador questione, por exemplo, quem são os vizinhos dos apartamentos, se existe algum tipo de estabelecimento no entorno que costuma gerar maior movimentação ou ruídos na região, como uma oficina mecânica, uma escola ou uma igreja, se são realizadas feiras na rua ou nas proximidades do imóvel, ou se existem projetos de infraestrutura que podem alterar a dinâmica do bairro.

3) Use bons argumentos ao pedir um desconto
Luigi Gaino diretor geral da Lopes no Rio de Janeiro, afirma que no mercado de lançamentos, com a alta competitividade existente entre as empresas e o aumento dos custos para construção, os preços estabelecidos pelas construtoras não têm envolvido uma margem de negociação alta. “O mercado não tem atuado com preços mais altos para vender o imóvel por um preço mais baixo, os preços que são colocados têm sido os preços pelos quais os imóveis são vendidos”, diz.

Por isso, segundo ele, para conseguir descontos, o consumidor deve usar bons argumentos. Um deles seria a oferta de uma entrada significativa. Outra dica, aplicada à aquisição de imóveis na planta, seria argumentar que a compra está sendo feita em uma fase bem inicial do empreendimento. E assim como ocorre na compra de qualquer produto, mencionar o preço de outros imóveis semelhantes pode ser uma boa estratégia para conseguir um desconto maior.
 
4) Saiba qual é o seu limite de crédito pré-aprovado
Além de detalhar o tipo de imóvel que você está buscando e a faixa de valor, Elbio Fernández Mera, vice-presidente de Comercialização e Marketing do Secovi-SP, recomenda que o comprador consulte antes seu banco para saber qual seria o limite de crédito pré-aprovado que ele teria para financiar o imóvel. “Isso permitirá que o corretor busque apenas os imóveis que estão dentro da condição de compra do cliente”, diz.

5) Consulte mais de um imóvel 
Ao consultar mais de uma imobiliária na região, é possível ampliar o seu leque de opções. Mesmo que os imóveis à venda em uma imobiliária estejam dentro das suas expectativas, ao concentrar a busca você corre o risco de perder boas oportunidades que podem ser exclusivas de outra imobiliária.

Para o vendedor

1) Confira se a comissão cobrada está dentro do padrão do Creci
De acordo com a resolução n° 326/92 do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), as comissões dos corretores devem estar de acordo com a tabela aprovada pelos Conselhos Regionais de Corretores de Imoveis (Creci) de cada região. Para imóveis urbanos em São Paulo, por exemplo, a comissão varia entre 6% e 8% do valor da venda. “O que estiver sugerido na tabela deve ser seguido. Mesmo se o corretor quiser fixar um percentual inferior ao da tabela, ele pode sofrer um processo por concorrência desleal”, afirma José Augusto Viana, presidente do Creci-SP.

A lista com os sites dos Creci de cada estado pode ser consultada no site do Cofeci .

2) Procure uma imobiliária com corretores especializados na região do imóvel que será vendido, peça indicações e cheque sua regularidade
O primeiro passo para a escolha da imobiliária que fará a comercialização do seu imóvel é buscar quais são as empresas com corretores especializados na venda de imóveis naquela região. O corretor especializado na região pode realizar a venda mais rapidamente, tanto porque poderá passar mais informações sobre o bairro aos compradores, quanto porque terá mais argumentos de venda. “O corretor especializado pode prestar uma consultoria melhor até no sentido de mostrar ao comprador que o preço do imóvel à venda é competitivo na região”, afirma Elbio Fernández Mera.

Segundo José Augusto Viana, para escolher a imobiliária, vale a pena buscar indicações de amigos e conhecidos que venderam imóveis na região, além de fazer uma consulta no Creci para verificar a regularidade da empresa. “Com o número de registro no Creci, o cliente pode se informar sobre a situação da imobiliária ou do corretor, para checar se eles estão regularizados ou se foi impetrado algum tipo de processo em virtude de um mau atendimento ou de questões natureza ético-disciplinar”, afirma Viana.
 
Observe a carteira de imóveis da imobiliária para checar se os produtos vendidos são do mesmo padrão que o seu imóvel, e também a forma como é feita a divulgação.

3) Entenda os tipos de contrato que podem ser firmados com a imobiliária e veja qual é melhor para você 
Ao contar com o intermédio de uma imobiliária para vender seu imóvel, o proprietário pode firmar dois tipos de acordo: um deles é a simples autorização de venda e o outro é o contrato de exclusividade de venda.

Segundo Fernandez, no contrato com exclusividade existe um comprometimento maior da imobiliária com a venda e com o cliente. “Nesse contrato o cliente passa a receber informações diárias do que acontece com o imóvel, se ele foi anunciado, se foi colocado no jornal, se algum cliente foi visitá-lo e quantas chamadas ele recebeu”, diz.

Já na simples autorização de comercialização, quando o vendedor pode anunciar o imóvel em mais de uma imobiliária, a relação é mais abstrata. “Quando não há exclusividade, não existe um vínculo forte com o vendedor. A imobiliária apenas coloca o imóvel em um banco de dados e não existe uma estratégia especifica para esse imóvel. É uma relação por loteria”, afirma o vice-presidente de comercialização do Secovi.

Além disso, quando há exclusividade a imobiliária já fica com a documentação do imóvel em mãos para fechar a venda mais rapidamente quando algum comprador demonstrar interesse. Já no outro modelo, apenas depois que um comprador se mostra interessado em comprar o imóvel é que a imobiliária solicita os documentos necessários para finalizar a venda, o que pode demorar mais.

Ao optar por um contrato de exclusividade, portanto, o cliente tem um atendimento preferencial, a imobiliária monta uma estratégia específica para o imóvel e a finalização da venda é mais ágil. Já quando ocorre apenas a autorização de venda, o vendedor pode fazer o anúncio do imóvel em mais imobiliárias, mas elas podem não dar tanto destaque ao imóvel, e o proprietário precisará acompanhar mais de perto o andamento das vendas.

4) Pergunte ao corretor se ele tem dicas para tornar seu imóvel mais atraente
Quando é firmado um contrato exclusivo com uma imobiliária, os corretores têm um contato mais próximo com o imóvel e podem dar boas dicas sobre pequenas mudanças que o vendedor pode fazer no imóvel para deixá-lo mais atraente. “O corretor consegue fazer uma avaliação interessante sobre o imóvel e pode passar ao comprador dicas sobre limpeza do imóvel e a condição de preparo do imóvel. O profissional especializado tem noção do que pode impactar na venda do imóvel em determinada região”.

Publicado na EXAME.com por Priscila Yazbek

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Por que você deve comprar um imóvel de qualquer maneira

Imóvel é uma segurança para a aposentadoria e ajuda na independência financeira

 

Ainda que o aluguel seja mais vantajoso para você no momento, saiba por que comprar um imóvel algum dia é importante de qualquer jeito

 

 Embora a casa própria seja um dos maiores sonhos do brasileiro, quem se preocupa em planejar bem as finanças frequentemente se questiona se é melhor morar de aluguel ou comprar um imóvel. Cálculos que mostram que o aluguel pode ser a saída financeiramente mais inteligente não faltam, mas talvez o sonho do brasileiro não seja um delírio coletivo. Por sinal, é economicamente bem inteligente, para quem quer ter independência financeira e uma aposentadoria tranquila.

Ainda que morar de aluguel seja a melhor opção para você neste momento, entenda por que você deve se preparar para comprar um imóvel de qualquer maneira em algum momento da sua vida:

1. Você vai sempre precisar de um teto

Parece óbvio, mas a decisão de comprar um imóvel deve levar em consideração não só questões financeiras, como questões práticas da vida. “Fazer contas para saber se é mais vantajoso comprar ou alugar é bom para uma empresa, mas não para uma família. Independentemente do que acontecer, a família vai precisar de um teto todo santo dia”, diz o consultor financeiro Mauro Calil.

O aluguel carrega em si um risco que pode ser alto, principalmente para quem tem filhos em idade escolar. Contratos de aluguel valem por 30 meses, e após este período, o proprietário pode pedir o imóvel de volta a qualquer momento, a menos que seja feito um novo contrato. Nesta última possibilidade, o aluguel provavelmente será revisto, em geral com reajuste acima da inflação.

No caso de o proprietário pedir o imóvel de volta, ele pode dar apenas um mês para você e sua família saírem. Ou seja, todos terão que sair da casa com a qual já estão acostumados, e talvez até mudar de estilo de vida, pois nem sempre há imóveis de qualidade perto de onde a sua vida acontece: a escola das crianças ou o trabalho dos pais, entre outras atividades.

Por isso, é possível que você tenha que se contentar com uma moradia mais cara ou de má qualidade. Fora a dor de cabeça do processo e os gastos que envolvem a mudança, como a possível compra de novos móveis, reconhecimentos de firma, e retirada de matrícula atualizada do imóvel do fiador, se for o caso.

De posse de um imóvel quitado, essa preocupação deixa de existir, e as mudanças normalmente poderão ser mais planejadas, pois envolvem a venda e a compra de um novo bem. Ainda que o imóvel seja financiado, as parcelas podem diminuir com o tempo, ficando, portanto, mais leves para o bolso.

2. Morar de aluguel não necessariamente significa independência

Morar de aluguel significa ter mobilidade. Se você ainda é jovem, em início de carreira e pode ter que mudar de emprego ou de cidade algumas vezes, provavelmente o aluguel será a melhor saída para você por enquanto. O imóvel próprio pode deixá-lo preso a um local, pois o trabalho e os custos envolvidos num processo de compra e venda são pesados.

Mas para quem já está estabelecido pessoal e profissionalmente e pretende ficar bastante tempo em um mesmo lugar, a compra muito pode ser a melhor saída. Isso porque a posse da própria moradia é uma peça fundamental da verdadeira independência financeira.

Alugar significa depender dos outros: do corretor, da administradora de bens, do proprietário e do fiador. Em cidades onde o mercado de locação é muito aquecido, com muitos inquilinos dispostos a matar e a morrer por uma moradia decente, pode ser bem difícil encontrar atendimento e atenção de qualidade nas imobiliárias.

Proprietários também podem ser cheios de problemas. “Quando estava vendo imóvel para alugar para minha família, encontrei um apartamento perto da escola dos meus filhos que pertencia a quatro irmãos. Imagina ter que negociar com quatro irmãos: sempre haverá um que não estará satisfeito”, observa Mauro Calil.

Fora que o locador pode se envolver em encrencas, como sofrer um processo judicial que ameace seus bens, repassar o valor do aluguel para terceiros de maneira inapropriada ou mesmo estar tentando alugar um imóvel que não é de fato seu, mas de alguém da sua família, o que não tem validade.

Caso o locatário não cheque direitinho todas essas questões, pode acabar entrando pelo cano, nem que seja na hora de declarar o imposto de renda. Ele pode pedir para ver a matrícula do imóvel que vai alugar e outros documentos comprobatórios, como eventuais procurações.

Mas por ser a parte mais fraca, o locatário fica com seu poder de negociação bastante reduzido. Caso o proprietário se recuse a colaborar, o candidato a inquilino vai acabar perdendo o imóvel, ou será pressionado a aceitar as condições que lhe foram dadas, porque “há outros interessados na fila”.

Especialistas em finanças recomendam que o jovem comece a poupar para a compra da casa própria assim que começar a trabalhar, ainda que por ora a transação não seja possível ou vantajosa financeiramente.

“Pode ser simplesmente para dar uma entrada, ou mesmo para pagá-lo à vista, desde que ele separe aquela quantia todo mês e diga ‘isso aqui é a minha casa’”, diz Mauro Calil. “O tempo é o senhor das finanças, e quanto mais tempo você tiver para poupar para a casa própria, menor será o seu esforço”, completa.

Calil acrescenta ainda que, depois de adquirir o imóvel, não é preciso ter pressa para mobiliar. “Comprar as coisas aos poucos é gostoso. Você vê a vida evoluir”, diz.

3. Você poderá ter algo efetivamente seu, de qualidade e com a sua cara

Por mais que um imóvel não quitado ainda não seja efetivamente seu, ele será mais seu do que um imóvel alugado jamais será. Enquanto paga as prestações você já pode reformá-lo ou decorá-lo a seu bel-prazer, além de consertar qualquer problema tão logo ele apareça. Não haverá a burocracia de se pedir a autorização de um proprietário – que pode, ainda por cima, ser irredutível nas exigências.

Além disso, os imóveis disponíveis para alugar, principalmente aqueles bem localizados nos grandes centros, costumam ser de má qualidade, tamanha a disposição dos inquilinos de morar “perto de tudo”, ainda que o imóvel não esteja nas melhores condições.

Outro problema são os imóveis que os proprietários querem alugar já mobiliados. Para quem tem mobília, só resta ser desapegado e se desfazer dela, ou desistir do apartamento, mesmo que ele pareça perfeito.

“É na casa própria que a pessoa tem a sensação de construir um lar. É onde ela vê a recompensa pelo esforço do seu trabalho”, diz Luiz Krempel, CFP, planejador financeiro certificado pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF).

4. Você terá que fazer “poupança forçada”

Esse motivo vale especialmente para quem tem dificuldade de poupar. A casa própria é um bom motivo para poupar – principalmente para quem já é inquilino e quer se livrar do aluguel o mais rápido possível. Mais do que isso: mesmo um financiamento pode ser encarado como uma “poupança forçada”, uma vez que obriga o mutuário a construir uma parcela significativa do patrimônio.

“Quem não tem o hábito de poupar, acaba conseguindo construir um patrimônio com o financiamento imobiliário. Além disso, não é muito fácil ou rápido vender um imóvel, o que é seguro para pessoas que não têm muito controle financeiro”, observa Krempel.

5. Você terá alguma estabilidade para momentos de dificuldades financeiras e para a aposentadoria, além de algo para deixar para seus filhos

Ter de encarar as parcelas de um financiamento em um momento de dificuldade financeira pode ser tão ruim quanto ter aluguel para pagar. Mas ter uma casa já quitada na maturidade traz estabilidade para a família. Isso porque, mesmo antes da aposentadoria, a empregabilidade cai, e a saúde para trabalhar a pleno vapor pode não ser mais a mesma. Ainda que a renda diminua, resta a segurança de se ter um teto.

Pesquisa do HSBC divulgada neste ano mostrou que o brasileiro se prepara muito mal para a aposentadoria e conta demais com os recursos da Previdência Social. Para piorar, os gastos com saúde na terceira idade se tornam ameaçadores. Não ter um imóvel próprio até lá complica demais a situação.

“Uma das grandes seguranças da aposentadoria é ter um imóvel próprio. Se você financia em 30 anos, o ideal é que o imóvel esteja quitado quando a aposentadoria começar. Aquele bem se torna parte do patrimônio da família e acaba ficando para os filhos, o que já é um conforto para os pais”, diz Luiz Krempel.

Em último caso, o imóvel pode ser vendido e trocado por um menor e mais barato, caso a família esteja desesperadamente precisando liberar recursos e cortar gastos.

Para Krempel, é difícil precisar a idade ideal para se comprar um imóvel, pois isso depende do estilo de vida e da carreira de cada um. Mas ele acredita que a hora certa de comprar seja quando a pessoa ou a família já tem alguma estabilidade na carreira e uma reserva de emergência, para não comprometer toda a poupança na transação.

Krempel admite ainda que na hora de planejar ter filhos é tentador querer encaminhar a compra da casa própria. Contudo, o especialista sugere ponderar bem a questão. “Da mesma forma que o aluguel é um risco, a prestação também é. Com todos os gastos que um filho pequeno gera, encarar um financiamento pode ficar muito pesado. O risco de perder o imóvel por falta de pagamento continua a existir. É preciso ter cuidados redobrados”, diz.

O planejador financeiro acrescenta que, caso venham mais filhos do que aqueles planejados inicialmente, o imóvel pode acabar ficando pequeno demais para a família.


Publicado na EXAME.com por Julia Wiltgen

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Imóveis: um ótimo investimento para 2013


Comprar imóveis para investimento sempre foi um ótimo negócio historicamente. Mesmo com uma grande valorização do metro quadrado nos últimos anos, 2013 continua sendo um ótimo momento para as pessoas que pensam em comprar um imóvel.



As pessoas que compraram imóveis nos últimos quatro anos conseguiram uma valorização em torno 80% com o aquecimento do mercado imobiliário. Diversas foram as causas para este aquecimento: aumento do poder aquisitivo da população brasileira, diminuição dos juros e os incentivos pontuais do governo como o programa Minha Casa Minha Vida.

Mas o fator principal desta mudança, sem dúvida, foi a disponibilidade de crédito no mercado e o aumento do prazo para pagamento das parcelas. Em muitos casos, o valor de uma prestação do financiamento é o mesmo, ou até mesmo menor, do que a parcela de um aluguel. A diferença está na ótima sensação de estar construindo um patrimônio e não pagando um simples aluguel.

O ano de 2012 foi marcado pela diminuição histórica da Selic. Ao mesmo tempo que está baixa impactou positivamente a taxa de juros do crédito imobiliário, puxando o valor para baixo, o fato de o mercado financeiro remunerar investidores com rendimentos mensais menores, despertou ainda mais os olhos de potenciais investidores que viram nos imóveis a possibilidade de rendimentos anuais na casa dos dois dígitos, diferente da média de 6 a 8% de remuneração de um CDB no banco, por exemplo.

Os fundos imobiliários também atraíram muito a atenção de pessoas que estão em busca de boas rentabilidades. Cada vez mais estruturados e profissionalizados, estes fundos contam ainda com a isenção de imposto de renda para seus cotistas, o que deixa a rentabilidade de bons projetos, ainda mais interessante.

A compra de imóveis para locação, também está em alta. Ao mesmo tempo que um proprietário de imóvel tem ganhos em torno de 0,5% mês, o imóvel ainda conta com a sua valorização anual, que em 2012, ficou na casa dos 16% na média nacional.

Para quem ainda não comprou um imóvel e que pretende comprar em breve, a boa notícia é que ainda haverá boas oportunidades no mercado. O Brasil conta com uma demanda reprimida de mais ou menos 1,5 milhão de novas famílias por ano de potenciais compradores.

A disponibilidade de crédito no mercado faz com que as incorporadoras criem cada vez mais projetos diferenciados, para diferentes públicos, muitas vezes em regiões novas que sofrerão uma boa valorização com o tempo.

É válido lembrar que o Brasil é a sexta maior economia do mundo. Porém, em 2012, o valor médio do metro quadrado no país foi apenas o 64º maior do mundo. Ou seja, temos uma janela muito positiva para valorização.

O fato de o nosso país estar próximo de grande eventos esportivos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, faz com que inúmeros investimentos de infraestrutura sejam realizados nas principais capitais brasileiras, consequentemente valorizando as regiões do entorno onde surgirão estas novas benfeitorias.

Para aquelas pessoas que planejam adquirir imóvel, é importante lembrar que é importante o auxílio de um profissional cadastrado ao Creci de seu estado. Como também é imprescindível estar a par da saúde financeira da construtora a qual estão comprando o imóvel e ter uma boa percepção da valorização e desenvolvimento da região em que estão comprando este bem.

Historicamente a compra de imóvel é muito positiva e milhares de pessoas, em todo o mundo, ganham boa quantidade de dinheiro com este tipo de investimento. Como dizem o antigo ditado “quem compra imóvel ou terra, não erra”.

Publicado no Administradores.com.br 
Por Diogo Schroeder Horn
Empresário e associado do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) 

sábado, 30 de março de 2013

Preço dos imóveis residenciais deve subir 10% em 2013


Alta esperada seria semelhante à registrada em 2012.



O mercado imobiliário não sofre com falta de interesse dos consumidores, nem condições para compra de imóveis, na avaliação do economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. "O mercado não enfrenta problema de falta de demanda e oferta de crédito", afirmou há pouco, em entrevista à imprensa.

Petrucci mencionou que a demanda está saudável, tendo em vista que em 2012 foram lançadas 27,8 mil unidades e vendidas 26,9 mil unidades na capital paulista. "A demanda está aquecida. Se lancei 27 mil e vendi 27 mil, é lógico que a demanda está aquecida", argumentou.

Já sobre o crédito imobiliário, Petrucci reiterou a estimativa de crescimento, já que, na sua opinião, os bancos têm grande interesse em participar desse mercado. "Não faltará crédito imobiliário, pois (essa carteira) é um grande negócio para os bancos em função da sua garantia e da baixa inadimplência".

Para 2013, Petrucci mostrou otimismo e afirmou que a estimativa de crescimento de 10% no volume de lançamentos em São Paulo se baseia na perspectiva de demanda aquecida, melhorias no processo de licenciamento pelo setor público, revisão do plano diretor na capital paulista e pelas medidas para desoneração para as construtoras, anunciadas em dezembro pelo governo federal. 

Na avaliação do executivo do Secovi-SP, o preço dos imóveis deve seguir em crescimento estável, com alta em torno de 3% acima dos índices de inflação utilizados como referência para o setor - IGPM e INCC - levando a uma alta nominal de aproximadamente 10% no acumulado do ano. "O crescimento do preço real do imóvel deve ser parecido com o verificado em 2012 do que nos anos anteriores", afirmou.

Publicado no Estadão

quinta-feira, 28 de março de 2013

Como funciona o usufruto de imóveis

 

A doação com usufruto é feita pelo proprietário do imóvel ainda em vida para garantir renda ou moradia a alguém, mas tendo a garantia que o beneficiado não poderá vender o bem ou expulsá-lo de lá. O usufrutuário detém, desde então, todos os direitos sobre o imóvel. Veja as dicas do advogado especialista em Direito Imobiliário, Hamilton Quirino, e saiba o que fazer – ou não – em caso de usufruto.

Passo a Passo

1- É possível predeterminar um período de usufruto?
A reserva de usufruto pode ser feita em um período determinado. Quando este termina, a cláusula de usufruto perde a validade.

2- Como fazer o procedimento?

A doação com reserva de usufruto é feita no cartório. O usufruto pode ser instituído também no testamento. Por exemplo, para evitar briga de inventário, o casal já doa seus bens em vida, como reserva de usufruto a eles próprios ou um parente. Quem quer que tenha recebido a doação, é o nu-proprietário.

3- Venda ou aluguel

Quem recebe a doação é o dono parcial e não pode vender ou alugar sem o consentimento do usufrutuário (quem tem o direito de usufruir do imóvel). E é este quem tem o direito de receber o dinheiro do aluguel. Se um apartamento locado está sob estas condições e o usufrutuário morrer, o contrato continua válido. O que muda é que agora o nu-proprietário passará a ser o proprietário total e receberá os aluguéis.

4- Herdeiros diretos 

Doação é um ato de vontade. Os herdeiros diretos não podem contestar o bem, exceto se seus 50%, de direito, forem doados. Por exemplo, pais que brigaram com o filho decidem doar o único imóvel que têm a um sobrinho. Quando morrerem, o filho legítimo pode contestar na Justiça, pois os pais só podem dispor de 50% dos seus bens a quem quiserem. Nesse caso, o herdeiro direto pode requerer sua metade de direito. 

5- Em caso de morte do nu-proprietário 

Se o nu-proprietário morrer, o herdeiro direto dele receberá o direito à doação e deverá respeitar o usufruto. Por exemplo, se um pai viúvo doou um imóvel a um filho único com direito a usufruto próprio e este filho morre, o herdeiro dele terá o direito ao imóvel, devendo respeitar o direito de usufruto do avô.

6- Em caso de morte do usufrutuário 

A reserva de usufruto é personalista. Se o usufrutuário morre, o nu-proprietário passa a ter o total direito sobre o imóvel, podendo vender se quiser. Os herdeiros do doador, ou seja, do usufrutuário, não têm direito sobre o bem. 

7- Restrições

O usufrutuário não pode vender o imóvel e deve conservá-lo. Ele deve usar como se fosse dele, devendo pagar todas as taxas. Se ele deixa de pagar o condomínio, a ação é movida contra ele e o nu-proprietário.

8- Cancelamento de contrato

É possível revogar a concessão de usufruto. É só voltar ao cartório e desfazê-lo. Os impostos não serão cobrados, mas as custas dos atos no cartório, sim.


Publicado no REDIMOB

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Mercado imobiliário em 2013


Somente no ano de 2012 foram produzidos pouco menos de cinco mil unidades residenciais em condomínios horizontais e verticais

Considerando o tempo que demanda para se licenciar, aprovar e executar um empreendimento imobiliário, o mais importante papel do empreendedor é de antecipar tendências e necessidades de forma a atender o consumidor no momento adequado. Uma das ferramentas nesta antecipação é a análise dos dados econômicos e demográficos.

Uma pequena análise de três dados da conjuntura macroeconômica brasileira:
- nível de desemprego menor que 5%, um dos melhores índices do mundo.
- Aumento da renda da população, principalmente da classe média, que hoje passou de 100 milhões de pessoas.
- A inflação, medida pelo IPC-A dos últimos 12 meses de 5,53%, e a Selic em 7,25%. A taxa de juros real da nossa economia está em menos de 2%, nível bastante positivo para o consumo e investimento.

Também é importante avaliar um dado da microeconomia, a oferta e demanda no mercado imobiliário: com o ainda elevado déficit habitacional, a demanda, principalmente por imóveis de dois dormitórios e na faixa de R$ 100 mil a R$ 150 mil, não foi atendida na totalidade. Somente no ano de 2012 foram produzidos pouco menos de cinco mil unidades residenciais em condomínios horizontais e verticais.

Quando pensamos em dados demográficos, importante termos o crescimento populacional, tanto o proveniente da diferença entre o nascimento e a morte, quanto pelo movimento migratório, que hoje em Sorocaba é de aproximadamente 10 mil pessoas por ano. Foram 4.815 casamentos e 2.400 separações e divórcios, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São informações muito valiosas na construção do cenário imobiliário do presente e do futuro.

Com essa coleta de números relevantes para o setor somamos ainda a vontade política do poder público, em todas as esferas de governo, em incentivar e desburocratizar a produção imobiliária através da elaboração de melhores leis, incentivos fiscais e subsídios, principalmente para os mais carentes.

Um outro fator que tem alavancado financeiramente o mercado imobiliário e que tem crescido bastante nos últimos anos são os investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), principalmente porque são aplicações isentas de imposto de renda, quando feitas por pessoas físicas, e com a baixa taxa de juros passaram a ter uma rentabilidade bastante atraente.

Desde o inicio da década passada, nossa região tem vivenciado um avanço nos investimentos em indústria e comércio, fazendo com que o nosso Produto Interno Bruto (PIB) quadruplicasse nos últimos quinze anos abrindo espaços para os empreendimentos comerciais.
Um número significativo de shopping centers novos, já inaugurados e outros em construção, prédios de salas comerciais sendo construídos em várias regiões da cidade, além de galpões industriais para abrigar novas empresas que estão se instalando.

Acreditamos que existe demanda ainda para o investimento no setor hoteleiro e de eventos. Pois com a conurbação das cidades, principalmente na região que estamos, e a proximidade com a capital, temos uma oportunidade de atender melhor o turismo de negócios. Podemos concluir que as expectativas para o mercado imobiliário em nossa cidade e região são bastante positivas, sendo portanto uma boa oportunidade tanto de investimento quanto a de realizar o maior sonho do brasileiro que é a aquisição da casa própria.

Publicado em 09/01/2013 no Jornal Cruzeiro do Sul
Matéria por Flávio Amary, vice-presidente do Interior do Sindicato da Habitação (Secovi-SP)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Compra consciente - Decisão e Definições


1) Por que comprar um imóvel?

A decisão de residir em casa própria ou alugada deve ser tomada de acordo com a necessidade pessoal, a situação financeira e o estilo de vida de cada família. A opção pela aquisição da moradia com financiamento exige disciplina e compromisso para honrar os pagamentos das prestações, mas o esforço garante um patrimônio real.


2) Quais as diferenças entre comprar um imóvel na planta ou pronto?

O imóvel na planta oferece condições diferenciadas de pagamento e financiamento, mas o comprador tem que aguardar o fim das obras e a entrega das unidades para mudar. O imóvel pronto, por sua vez, propicia a ocupação imediata, mas em muitos casos seu pagamento pesa mais no bolso. Por exemplo, se um imóvel custa R$ 100 mil e seu financiamento é de 80% (ou seja, R$ 80 mil), os R$ 20 mil restantes, em geral,  podem ser pagos durante a obra, caso a opção seja pela compra de um imóvel na planta, ou terão que ser pagos praticamente à vista, no caso de um imóvel pronto.


3) Como saber onde há imóveis disponíveis?

Essa é uma tarefa simples. As empresas incorporadoras e imobiliárias divulgam seus lançamentos em jornais e revistas de grande circulação, na internet e em campanhas na TV, entre outros canais de mídia, com informações sobre os imóveis que estão sendo comercializados, suas características e as regiões onde estão localizados.


4) Qual a diferença entre incorporadora, construtora e imobiliária?

Incorporadora é a empresa que adquire terrenos, planeja e desenvolve produtos imobiliários e providencia as aprovações legais dos mesmos. É a principal responsável pelo empreendimento. A Construtora é a empresa contratada pela Incorporadora para executar a obra. Já a Imobiliária e os Corretores Autônomos Associados são autorizados pela Incorporadora a promover a oferta de seus produtos. Desta forma,
estes corretores selecionados e treinados pela Incorporadora estarão aptos para atender aos interesses dos compradores, apresentando-lhes em detalhes o empreendimento imobiliário, auxiliando-os na escolha da unidade e fornecendo informações sobre preço, formas de pagamento e possibilidade de financiamento
imobiliário.





5) O que é uma incorporação imobiliária?

A Lei 4.591/1964 define as condições para que a empresa Incorporadora possa desenvolver um empreendimento imobiliário, também denominado incorporação imobiliária. É importante ressaltar que as unidades só podem ser comercializadas após a aprovação do projeto nos órgãos competentes e o devido registro da incorporação no Cartório de Registro de Imóveis da região.


6) O que compõe o registro da incorporação imobiliária?

Os documentos que devem ser entregues no Cartório de Registro de Imóveis pela Incorporadora, entre outros, são:
- Titulo de propriedade do terreno devidamente registrado;

- Certidões negativas de impostos federais, estaduais e municipais, de protesto, de ações cíveis e criminais relativas à empresa Incorporadora e, eventualmente, dos atuais proprietários, se ainda não foi concluída a aquisição do terreno, onde será promovida a futura incorporação;

- Histórico dos títulos de propriedade do imóvel, abrangendo os últimos 20 anos e certidão de propriedade com negativa de ônus e alienações;

- Projeto de construção devidamente aprovado pelas autoridades competentes;

- Memorial descritivo completo com as especificações da obra projetada;

- Discriminação das frações ideais de terreno com as unidades autônomas que a elas corresponderão e o respectivo quadro das áreas privativas e comuns;

- Minuta da futura Convenção de Condomínio, que regerá a edificação ou o conjunto de edificações;

- Atestado de idoneidade financeira da empresa Incorporadora fornecido por estabelecimento de crédito.


7) O que é um Lançamento Imobiliário?

É o início efetivo das vendas das unidades pela Incorporadora, após a obtenção do Registro de Incorporação. No lançamento, as empresas costumam oferecer as melhores condições para a aquisição. Também, nessa fase, é maior a possibilidade de escolha da unidade e do andar de preferência.



8) O que é Compromisso de Compra e Venda?

É o documento (contrato) no qual o comprador compromete-se a adquirir um imóvel, a partir de determinadas condições, e o vendedor (no caso a Incorporadora) compromete-se a entregá-lo, também sob determinadas condições. Somente após a devida quitação, o comprador terá direito à escritura definitiva do imóvel.


9) O que deve constar no Compromisso de Compra e Venda?

A qualificação do comprador e do vendedor (empresa), as informações do imóvel objeto da transação, o preço e as condições de pagamento, os eventuais índices de atualização monetária, normalmente durante a construção o INCC (Índice Nacional da Construção Civil), o prazo de construção e de tolerância, as penalidades contratuais e todos os direitos e deveres de cada uma das partes. Para imóveis na planta, ou em
construção, devem constar também como anexos a planta da unidade e o memorial descritivo das áreas privativas e comuns do empreendimento.




10) É possível transferir um Compromisso de Compra e Venda para outra pessoa?

Essa negociação é possível por meio de uma cessão de direitos expressa, prevista no compromisso. Nesse caso, o novo comprador assume todas as cláusulas e condições do Compromisso de Compra e Venda original. Entretanto, essa cessão só pode ocorrer desde que as obrigações contratuais estejam sendo cumpridas até o momento da transferência e com anuência e avaliação prévia do novo comprador pela empresa incorporadora/construtora.



11) É possível desistir da aquisição do imóvel antes da entrega das chaves?

Sim, desde que observadas as penalidades contratuais constantes do Compromisso de Compra e Venda.

Fonte: SECOVI-SP Cartilhada Compra Consciente
Clique aqui para download da cartilha

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Setor imobiliário: tendência para 2013 é de crescimento e preços equilibrados


Para especialistas, empresas provavelmente apresentarão um desempenho melhor no próximo ano e o comprador estará mais cauteloso na hora de comprar.



O ano de 2012 encerra e as análises sobre o setor imobiliário são positivas. De acordo com o Banco Central, o PIB no crédito imobiliário alcançou 5,9% contra 5% em 2011. O percentual é moderado, comparado a outros países, mas especialistas veem o desenvolvimento do setor com olhares otimistas para o próximo ano.

Para o diretor geral da ZAP, Eduardo Schaeffer, entraremos em um momento de estabilidade, mas, sem estagnar. “Isso porque o governo têm oferecido incentivos de todos os tipos e, ao mesmo tempo, o freio de arrumação que aconteceu em 2012 trará resultados em 2013. Ou seja: todas as empresas que precisaram ajustar o seu andar da carruagem nesse ano, provavelmente apresentarão um desempenho melhor no próximo ano e voltarão a lançar mais produtos”, explica. 

O especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, concorda. “Vejo um mercado em 2013 com o retorno dos lançamentos, com preços mais equilibrados e reajustes mais conscientes. Além disso, perceberemos também um maior planejamento do setor com uma forte tendência de renovação nas formas de projetar um empreendimento. Por exemplo, com oferta de imóveis mais customizados, de acordo com o perfil de cada região e com as necessidades do cliente, o que será um facilitador na hora da comercialização”, afirma, em seu blog.

Comprador cauteloso

Fora a questão dos lançamentos, Schaeffer afirma que o comprador está um pouco mais cauteloso, principalmente pelo desaquecimento da subida de preço. “Pensa-se mais antes de comprar. Logo, existe uma análise mais apurada sobre qual imóvel comprar e quando comprar. Por exemplo, um casal de 25 anos, que quer sair do aluguel, pode esperar um ou dois meses a mais para checar se novas oportunidades de negócio irão surgir, ainda que a decisão da compra já tenha sido tomada”, afirma Schaeffer.

O maior beneficiado dessa reorganização do mercado será o próprio consumidor, na visão de Machado. “E com o cliente satisfeito, o setor também se fortalece. Portanto, os profissionais da área devem estar atentos e preparados para poder aproveitar estas oportunidades, interpretando estas tendências e expectativas e as transformando em potenciais negócios”.

Publicado na Redimob

sábado, 22 de dezembro de 2012

Secovi-SP lança cartilha para orientar o comprador de imóvel


Esclarecer a população sobre o processo de aquisição de imóveis e prestar um serviço às empresas incorporadoras são os objetivos dessa publicação do Sindicato



O Secovi-SP, com a coordenação de sua vice-presidência de Habitação Econômica, elaborou a Cartilha da Compra Consciente, que traz dicas para os compradores de imóveis, inclusive no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida, realizarem negócios com clareza e entendimento do mercado.
Em formato de perguntas e respostas, com linguagem objetiva e simplificada, a publicação abrange desde os cuidados que o cliente deve ter ao decidir pela compra do imóvel em lançamento, as formas de financiamento disponíveis no mercado, a documentação necessária para fechar negócio, esclarecimentos sobre o programa de governo Minha Casa, Minha Vida até os cuidados de manutenção após a entrega das chaves.
O lançamento oficial da Cartilha acontecu no dia 27/11, terça-feira, das 9h30 (credenciamento) às 12 horas, na sede do Sindicato (rua Dr. Bacelar, 1.043, Vila Mariana).


Clique aqui para consultar a cartilha


Fonte: Secovi-SP

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Empreendimentos de Sucesso

Relembre, alguns dos melhores empreendimentos de Sorocaba, dos quais a Casabranca tem orgulho de ter participado.





sábado, 8 de dezembro de 2012

1o. Feirão de Imóveis do Jornal Z Norte



Estivemos presentes entre os dias 29 de novembro e 02 de dezembro de 2012, no
1º Feirão de Imóveis do Jornal Z Norte.

Confira as fotos do nosso stand de vendas:



Tinha algodão doce para a criançada!