Empresário e associado do Instituto de Estudos Empresariais (IEE)
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quarta-feira, 20 de maio de 2015
Como financiar o primeiro imóvel?
Conquistar o primeiro imóvel significa muito investimento. Por causa disso, se precaver de todos os lados, ter noção do orçamento familiar, FGTS e outros valores, além de contar com o conhecimento de um corretor credenciado são passos essenciais para tudo sair certo nessa empreitada.
É preciso abrir tempo na agenda para acertar os detalhes principais e percorrer muitos empreendimentos avaliando e aguardando o momento ideal para fechar negócio.
Simplifique o processo com algumas dicas essenciais para comprar o primeiro imóvel:
1. Informe-se a respeito do seu limite de crédito antes de buscar o imóvel.
Para agilizar a efetivação do negócio e ter uma real noção da quantia total que você tem possibilidade de financiar, busque nas instituições bancárias por informações sobre carta de crédito, as quais são financiamentos pré-aprovados, para que você não corra o risco de após muita peregrinação e finalmente encontrar o imóvel, receber a notícia de que o financiamento não pode ser feito por causa de renda, idade ou qualquer outra restrição. Estas cartas de crédito possuem validade e variam entre 4 a 6 meses dependendo da instituição bancária.
2. Pesquise as melhores taxas e condições em vários bancos.
A melhor forma de se evitar pagamento abusivo de taxas de juros durante o decorrer do financiamento é visitar todas as instituições bancárias possíveis em sua cidade em busca de simulações e informações sobre as taxas de juros cobradas para financiamento imobiliário. Converse com os gerentes e tente negociar estas taxas. Geralmente, elas podem ser reduzidas, caso você opte por transferir as seus recebimentos de salários e movimentações financeiras para o banco, o que pode fazer com que o financiamento de em uma instituição torne-se mais atrativo do que em outra.
3. Analise o seu orçamento familiar.
Tenha em mente que este investimento terá que ser honrado mensalmente com o pagamento da mensalidade do financiamento. Portanto, analise previamente o orçamento familiar para que se evite apertos financeiros. Nos casos de negociação de taxas de juros, a inadimplência pode ocasionar uma alta na taxa de juros mensal, pois a pontualidade do pagamento das prestações quase sempre é pré-requisito para a concessão de descontos nas taxas do financiamento.
4. Busque o seu imóvel com segurança.
Além dos cuidados acima, é muito importante que você esteja acompanhada de um bom corretor de imóveis ou imobiliária os quais podem prevenir muita dor de cabeça, como também agilizar a sua procura, mostrando a você apenas aquelas opções que se encaixam no seu perfil. Estes profissionais também estão cientes de como deve ser efetuada uma negociação segura e livre de riscos.
5. O FGTS.
Para aqueles que possuem FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), a utilização do valor contabilizado neste fundo pode ser uma mão na roda, pois pode servir tanto como entrada, como também para amortização de saldo devedor. No entanto, o seu uso deve respeitar algumas regras. Desta forma, consulte também estes detalhes junto com as instituições as quais você for pesquisar.
6. Modalidade SAC ou PRICE?
Em termos de montante total a ser pago até o término do financiamento pela instituição bancária, a modalidade SAC torna-se mais atrativa, visto que o valor amortizado da dívida total no pagamento da parcela mensal é bem maior que na opção PRICE. A modalidade SAC inicia com uma parcela maior do que na PRICE, no entanto as parcelas são decrescentes na tabela SAC e fixas na tabela PRICE.
7. Comprometimento de renda com o financiamento imobiliário.
Um dos principais fatores que as instituições bancárias levam em consideração na análise do seu crédito é o comprometimento da sua renda. A prestação do imóvel financiado não pode exceder 30% da sua renda bruta na maioria dos bancos ou 35% da sua renda líquida em algumas outras agências. Caso possua também algum outro financiamento como carro ou outros bens de consumo, pode ser que estes também entrem na cota do comprometimento de sua renda caso estejam incluídos no cadastro único do Banco Central.
8. Apartamento na planta x apartamento pronto.
Este dilema pode ser facilmente resolvido. A resposta para este item será obtida de acordo com a urgência da entrega do imóvel. Caso precise mudar-se de imediato, sem dúvidas a necessidade fala mais alto e a melhor alternativa será optar por um imóvel pronto. No entanto, caso você tenha mais tempo para mudar-se e queira aproveitar melhores preços, como os de lançamentos, uma boa alternativa é comprar um imóvel em construção ou na planta. No entanto, para isso você deve conhecer bem a construtora e os imóveis que a mesma já construiu e entregou para que você não corra o risco de comprar e não receber ou ainda receber mas com atraso.
9. Despesas extras.
Mantenha uma quantia mínima de 5% do valor do imóvel em sua conta para eventuais gastos com registro do imóvel e despesas de cartório. Isto certamente evitará que você tenha surpresas na hora de receber as chaves do seu sonhado imóvel.
Quanto mais precauções você tomar, menor será o risco de ter prejuízos ou dores de cabeça durante o processo de aquisição do seu primeiro imóvel. Seguindo este roteiro, você terá a certeza de que estará fazendo um bom negócio.
via Marcio Lima
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Mercado imobiliário de Sorocaba continua em crescimento
![]() |
| Unidades econômicas de 2 dormitórios apresentaram maior número de lançamentos e vendas |
No último ano, o município de Sorocaba
apresentou um crescimento de quase 30% no número de unidades lançadas,
em comparação com os 12 meses anteriores. No total, foram 6.043 imóveis
ofertados entre setembro de 2012 e setembro de 2013, contra 4.732
unidades em igual período do ano anterior.
O Estudo do Mercado Imobiliário de
Sorocaba foi elaborado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e pela
Robert Michel Zarif Assessoria Econômica Ltda., com o objetivo de
quantificar e medir o desempenho de comercialização de residências novas
em condomínios na região.
Entre os lançamentos, o grande destaque são as unidades econômicas que 2 dormitórios, com mais de 50% da oferta.
Lançamentos – setembro de 2012 a setembro de 2013
1 dormitório: 308 unidades
1 dormitório econômico: 116 unidades
2 dormitórios: 941 unidades
2 dormitórios econômico: 3.232 unidades
3 dormitórios: 1.420 unidades
4 dormitórios: 26 unidades
Total: 6.043 unidades
1 dormitório: 308 unidades
1 dormitório econômico: 116 unidades
2 dormitórios: 941 unidades
2 dormitórios econômico: 3.232 unidades
3 dormitórios: 1.420 unidades
4 dormitórios: 26 unidades
Total: 6.043 unidades
Considerando todo o período do
levantamento, de setembro de 2010 a setembro de 2013, foram lançados
12.942 imóveis, sendo que a maior parte é de empreendimentos verticais,
com 91% da oferta (11.804 unidades).
Lançamentos verticais
Entre setembro de 2012 e setembro de 2013, foram lançados 5.707 imóveis verticais em Sorocaba. As unidades de 2 dormitórios representaram 68% do mercado, com 3.908 lançamentos.
Entre setembro de 2012 e setembro de 2013, foram lançados 5.707 imóveis verticais em Sorocaba. As unidades de 2 dormitórios representaram 68% do mercado, com 3.908 lançamentos.
Com relação ao período total do estudo,
foram lançados 11.804 imóveis verticais, com destaque para as unidades
econômicas de 2 dormitórios (50,8% - 5.999 unidades), seguidas pelos
imóveis de 3 dormitórios (25,2% - 2.979 unidades) e tradicionais de
tradicionais de 2 dormitórios (19,5% - 2.298).
Com relação aos tamanhos dos imóveis, o
segmento mais procurado foi o de 46m² a 65m², com uma participação na
oferta de 67% e um giro médio de 20% ao mês (1.611 unidades/mês). Em
seguida vem o intervalo de 86m² a 130m², para produtos em melhor
localização.
Na análise sobre o preço de venda, o
segmento de até R$ 145.000,00 foi o mais procurado. O referido segmento
participa com 38% da oferta e proporcionou um retorno médio de vendas de
9% ao mês (401 unidades/mês). Em seguida vem o próximo intervalo, de R$
145.001,00 a R$ 350.000,00, que representou 25% da oferta e teve
retorno de 12% ao mês (346 unidades/mês).
Preço por m² praticado
O valor médio do m² na região, no período, ficou em:
1 dormitório: R$ 5.331,00
1 dormitório econômico: R$2.881,00
2 dormitórios: R$ 3.675,00
2 dormitórios econômico: R$ 2.716,00
3 dormitórios: R$ 4.204,00
4 dormitórios: R$ 6.056,00
O valor médio do m² na região, no período, ficou em:
1 dormitório: R$ 5.331,00
1 dormitório econômico: R$2.881,00
2 dormitórios: R$ 3.675,00
2 dormitórios econômico: R$ 2.716,00
3 dormitórios: R$ 4.204,00
4 dormitórios: R$ 6.056,00
Imóveis horizontais
Entre setembro de 2010 e setembro de 2013, foram lançados 1.138 imóveis horizontais em condomínios no município. Deste número, 336 unidades foram nos últimos 12 meses.
Entre setembro de 2010 e setembro de 2013, foram lançados 1.138 imóveis horizontais em condomínios no município. Deste número, 336 unidades foram nos últimos 12 meses.
O segmento econômico de 2 dormitórios
representou a maior parte da oferta, com 832 unidades lançadas. Os
imóveis de 3 dormitórios somaram 306 unidades lançadas.
Publicado no SECOVI SP
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Residencial Júlia Martinez
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Júlia Martinez.
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(15) 3012 7007
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
Secovi-SP divulga balanço do mercado imobiliário no 1º semestre
Comportamento de vendas e lançamentos de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo surpreendeu no período.
Em momento de incerteza no ambiente econômico, o comportamento de vendas
e lançamentos de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo
surpreendeu no primeiro semestre de 2013. De acordo com a Pesquisa do
Mercado Imobiliário realizada mensalmente pelo Secovi-SP, as vendas de
janeiro a junho deste ano atingiram 17.500 unidades, volume 46% superior
ao mesmo período de 2012, quando foram comercializadas 11.981 unidades.
A comercialização em valores acumulada
no semestre, medida pelo indicador VGV (Valor Global de Vendas),
representou movimento da ordem de R$ 10,6 bilhões, atualizado pela
variação do INCC-DI (Índice Nacional de Custo da Construção), da
Fundação Getúlio Vargas, equivalente ao crescimento de 63% em relação ao
montante de R$ 6,5 bilhões do primeiro semestre do ano anterior.
A análise do comportamento do mercado no
primeiro semestre apresentou aspectos relevantes, como o crescimento
expressivo da venda de imóveis de 1 dormitório, de 330%, passando de 964
unidades vendidas entre janeiro e junho de 2012 para 4.147 unidades até
junho deste ano.
Imóveis de 1 dormitório representaram
23% das vendas acumuladas nos seis primeiros meses deste ano, contra
8,0% da primeira metade de 2012. Já as unidades de 2 dormitórios
continuam com a maior participação no mercado, de 44% sobre o total
vendido (7.753 unidades).
O ritmo de comercialização registrou
alta em diversos bairros e regiões da cidade, diluído em vários
lançamentos em oferta. O indicador de desempenho VSO (Vendas sobre
Oferta) de 12 meses medido em junho foi de 64,9%, superior ao de
dezembro de 2012 (56,7%).
Lançamentos - Os
lançamentos residenciais também esboçaram reação no semestre, com 13.983
unidades ofertadas diante das 9.224 unidades do mesmo intervalo de
meses de 2012. Houve incremento de 51% na comparação entre os dois
períodos.
Dados da Embraesp (Empresa Brasileira de
Estudos de Patrimônio) mostram que o segmento de 2 dormitórios liderou
em participação, com 5.732 unidades ofertadas (41%). O destaque, porém,
foi o segmento de 1 dormitório, que teve alta da ordem de 377% entre os
primeiros semestres de 2012 e 2013 (747 unidades e 3.565 unidades,
respectivamente).
Região Metropolitana - O
mercado nas cidades que compõem a Região Metropolitana de São Paulo
mantém perfil de unidades de 2 e 3 dormitórios. Na região, que agrega a
Capital e 38 municípios situados em seu entorno, foram comercializadas
28.719 unidades na primeira metade do ano – equivalente a aumento de 39%
em relação ao primeiro semestre de 2012.
Acesse aqui a
íntegra do Balanço, além de análises do mercado imobiliário e do
cenário econômico, e projeções para o ano em termos de lançamentos e
vendas.
Publicado no SECOVI SP
sábado, 24 de agosto de 2013
Valorização de imóveis à venda é o dobro da inflação em 2013
Alta do preço do metro quadrado de imóveis anunciados foi de mais que o dobro da inflação projetada, segundo o Índice FipeZap; Curitiba puxa valorização
O relatório do Índice FipeZap de julho chama atenção para o fato de que a valorização do metro quadrado dos imóveis anunciados no Brasil em 2013 foi de mais que o dobro da inflação
pelo IPCA projetada para o período. Enquanto que a estimativa para o
índice oficial de alta de preços foi de 3,2%, o preço do metro quadrado
anunciado aumentou 7,3% de janeiro a julho.
Curitiba, aliás, puxou a valorização do Índice FipeZap nos últimos 12 meses, com alta de 19,6%, seguida de Rio de Janeiro (+15,4%), Niterói (+14,0%), São Paulo (+13,9%) e Porto Alegre (+13,3%).
A alta mensal em São Paulo foi de 1,3%, e o preço do metro quadrado anunciado médio foi de 7.361 reais. No Rio, a alta do mês foi de 1,5%, e o preço do metro quadrado anunciado médio foi mais uma vez o mais alto das 16 cidades acompanhadas: 9.424 reais.
O menor preço de metro quadrado anunciado médio foi o de Vila Velha, no Espírito Santo, com 3.646 reais. O Índice FipeZap Ampliado, que inclui as 16 cidades acompanhadas, teve alta de 1,1% em julho, e o preço do metro quadrado anunciado médio foi de 6.900 reais.
As altas nos preços dos imóveis anunciados vêm assistindo a uma desaceleração nos últimos 12 meses, mas ainda assim se mantêm fortes acima da inflação na maioria das cidades. Enquanto que em 2011 o Índice FipeZap Composto (com sete cidades) superava os 2% a cada mês, a partir de meados de 2012 suas altas passaram a girar em torno de 1% a cada mês.
Veja na tabela o desempenho de cada cidade no Índice FipeZap de julho. Todas as 16 cidades compõem o Índice FipeZap Ampliado, lançado no início deste ano. Sete dessas cidades, em negrito, já compunham o Índice FipeZap Composto, existente desde 2010.
| Região | Variação mensal Julho/13 | Variação mensal Junho/13 | Em 12 meses | No ano |
|---|---|---|---|---|
| Curitiba | 3,70% | 3,80% | 19,60% | 18,50% |
| Vitória | 2,40% | 1,60% | 12,70% | 10,10% |
| Salvador | 1,80% | 1,60% | 12,10% | 7,10% |
| Vila Velha | 1,70% | 1,20% | 7,90% | 7,10% |
| Rio de Janeiro | 1,50% | 1,40% | 15,40% | 9,30% |
| Recife | 1,30% | 2,20% | 10,90% | 7,40% |
| São Paulo | 1,30% | 1,10% | 13,90% | 7,30% |
| Santo André | 1,30% | 1,20% | 10,50% | 6,30% |
| Índice FipeZap Ampliado (16 cidades) | 1,10% | 1,10% | 12,00% | 7,30% |
| Porto Alegre | 1,00% | 0,70% | 13,30% | 6,90% |
| Índice FipeZap Composto (7 cidades) | 1,00% | 1,00% | 11,80% | 6,80% |
| São Caetano do Sul | 1,00% | 0,40% | 9,30% | 4,50% |
| Florianópolis | 0,90% | 0,60% | 9,10% | 8,10% |
| Fortaleza | 0,90% | 0,70% | 7,90% | 7,50% |
| Niterói | 0,70% | 1,30% | 14,00% | 6,20% |
| Distrito Federal | 0,70% | 0,40% | 0,10% | 1,40% |
| São Bernardo do Campo | 0,60% | 0,80% | 10,50% | 4,80% |
| IGP-M | 0,42* | 0,75% | 5,35%* | 2,18%* |
| IPCA | 0,01* | 0,26% | 6,25%* | 3,16%* |
| Belo Horizonte | -2,40% | -0,30% | 4,90% | 1,80% |
(*) Estimativa
Veja na tabela o preço médio do metro quadrado anunciado em cada cidade:
| Região | Preço médio do metro quadrado (R$) |
|---|---|
| Rio de Janeiro | 9.424 |
| Distrito Federal | 8.437 |
| São Paulo | 7.361 |
| Média Nacional | 6.900 |
| Niterói | 6.837 |
| Recife | 5.497 |
| Fortaleza | 5.108 |
| Belo Horizonte | 5.037 |
| São Caetano do Sul | 4.940 |
| Florianópolis | 4.746 |
| Porto Alegre | 4.542 |
| Curitiba | 4.374 |
| Santo André | 4.347 |
| Salvador | 4.267 |
| Vitória | 4.234 |
| São Bernardo do Campo | 4.116 |
| Vila Velha | 3.646 |
O FipeZap tem dados disponíveis sobre São Paulo e Rio de Janeiro desde janeiro de 2008. Para Belo Horizonte, a série histórica começa em maio de 2009. Para Fortaleza, em abril de 2010; para Recife em julho de 2010; e para Distrito Federal e Salvador, em setembro de 2010. Já entre as novas cidades, incluídas no Índice FipeZap Ampliado, as cidades do ABC Paulista e Niterói têm dados disponíveis desde janeiro de 2012. Vitória, Vila Velha, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba têm as séries históricas mais recentes, iniciadas em julho de 2012. O FipeZap Ampliado foi lançado em janeiro deste ano.
O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet, que totalizam mais de 290.000 unidades todos os meses. Além disso, são buscados também dados em outras fontes de anúncios online. A Fipe faz a ponderação dos dados utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Leia a íntegra do relatório do Índice FipeZap:
íNdice fipe zap julho by Julia Wiltgen
Matéria publicada na Exame
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
LINC Sorocaba
Conheça o futuro polo empresarial de Sorocaba, em uma das localizações mais estratégicas da cidade.
Lotes empresariais a partir de 1.000 M2
Lotes de 1000 a 16.000 m²
Infraestrutura completa para empresas dos setores de logística, indústria*, comércio e serviços.
Grandes negócios se conectam aqui.
O LINC Sorocaba está chegando para ser um dos mais
importantes polos empresariais da cidade. Um terreno de 621 mil m², com
lotes modulares para a construção de empresas dos setores de Logística,
Indústria. Comércio e Serviços. Uma área com infraestrutura completa e
soluções que visam a um futuro sustentável. A sua localização é
estratégica: no ponto de interligação entre a Zona Norte. Centro e a
Zona Industrial, fazendo conexões com toda a cidade.LINC Sorocaba: o melhor caminho para quem busca conexões mais ágeis, distâncias mais curtas e crescimento planejado.
PROJETO
Terreno de 621 mil m² para
ocupação modular
|
140 mil m² de área verde
|
246 lotes destinados às empresas e
indústrias* limpas
|
Vias
espaçosas com até 25 m de
largura
|
O terreno tem 1.635
m² de frente para as
Avenidas Tadao Yoshida e Camillo Júlio
|
Infraestrutura completa com
água, luz e
esgoto
|
Perspectivas meramente Ilustrativas
INVESTIMENTO
10 fatos que tornam o LINC Sorocaba uma conexão para investimentos de sucesso:
01O LINC Sorocaba está a 87 km da capital paulista, com acesso por várias rodovias. Outras distâncias:
- A 90 km do Terminal Hidroviário Tietê-Paraná.
- A 160 km do Porto de Santos.
- A 72 km do Aeroporto de Viracopos.
02 Mão-de-obra qualificada: Sorocaba conta com mais de 17 universidades públicas e privadas, entre elas a Unesp, a UFSCar
e a Fatec, além de escolas técnicas como o Senai e o Senac.
03 Sorocaba é uma das cidades com maior renda per capita do país: em 2010, atingiu R$ 27.531,22, equivalente ao RJ e Curitiba.¹
04 Grandes investimentos privados na cidade, em 2013: há previsão de R$ 5 bilhões, de gigantes como a Toyota,
Embraer, Pepsico e CNH Latin America.²
05 Benefícios de isenção fiscal: incentivo à instalação de indústrias e atração da sua cadeia de fornecedores.³
06 Novo trem ligará a capital São Paulo a Sorocaba em 50 minutos. O custo do projeto deve ficar próximo de
R$ 6 bilhões. A exigência é que o preço da tarifa seja competitivo com o valor da passagem de ônibus.(4)
07 O LINC Sorocaba está numa localização estratégica, perto dos principais pontos da cidade:
- A 12 minutos do Centro e do Aeroporto de Sorocaba.
- A 13 minutos da Rodovia Raposo Tavares.
- A 14 minutos da EADI (Estação Aduaneira do Interior/Porto Seco).
- A 15 minutos da Rodovia Castelo Branco.
08 Sorocaba está entre as 30 cidades que mais geram empregos no país.²
09 O LINC Sorocaba está localizado em uma região estratégica
da cidade, com mais de 20.000 residências na sua área de influência primária.5 Em frente ao loteamento, encontram-se os condomínios Ibiti do Paço, Ibiti Royal e Ibiti Reserva, o que eleva
o potencial de investimentos no local.
10 Projeto assinado pela Construtora São José, atuante há mais
de 30 anos no setor de construção e incorporação imobiliária.
Reconhecida no segmento de alto padrão, com participação no mercado de
shopping centers, empreendimentos comerciais, hotéis e loteamentos.
Fontes:
1 IBGE / Seade 2010.
2 Prefeitura de Sorocaba, Portal da Cidadania www.sorocaba.sp.gov.br.
3 Lei Municipal de Sorocaba nº 6344/2000.
4 Estadão/notícias/edição de 11 de julho de 2013.
5 GIS Market.
Fontes:
1 IBGE / Seade 2010.
2 Prefeitura de Sorocaba, Portal da Cidadania www.sorocaba.sp.gov.br.
3 Lei Municipal de Sorocaba nº 6344/2000.
4 Estadão/notícias/edição de 11 de julho de 2013.
5 GIS Market.
Localização
Av. Camillo Júlio com Av Tadao Yoshida, Sorocaba - SP.
O LINC Sorocaba está na localização
mais estratégica de Sorocaba, no ponto de interligação entre a Zona
Norte, Centro e a Zona Industrial. Seja qual for o destino dos seus
negócios, rodovias que levam à Capital, interior, Porto Seco, Porto de
Santos ou Aeroporto, sua empresa está perto de chegar.
Zona Industrial |
Shopping
Esplanada |
Praça
Pio xii |
Praça
Chico Mendes |
Ponte de
interligação
|
Raposo
Tavares |
Aeroporto
Bertram Luiz Leupolz
|
Fábrica
da
Toyota |
Realização:

Vendas:
Campolim | Rua Barão de Tatuí, 1078 | (15) 2102-8888
Centro | Rua XV de Novembro, 229 | (15) 2102-9999
Zona Norte | Avenida Itavuvu, 840 | (15) 3219-5454
*Só serão permitidas indústrias com Classificação I 1 – indústrias
virtualmente sem risco ambiental e todas deverão se submeter à Cetesb
para a sua aprovação.
Este empreendimento só será comercializado
após o registro do loteamento no respectivo cartório de imóveis de
Sorocaba. As imagens são meramente ilustrativas e possuem sugestão de
ocupação.
Cada proprietário do loteamento fica responsável pelo cumprimento das
disposições legais da municipalidade de Sorocaba.
** Informações preliminares, sujeitas à alteração.
*** Alvará de licenciamento, N° 221/2013
*** Alvará de licenciamento, N° 221/2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Preço do imóvel aumenta 12% em um ano
Na sexta-feira (02), a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou o levantamento
O estudo mostra que os maiores índices de aumento registrados esse ano atingiram as cidades de Curitiba (18,5%), Vitória (10,1%) e Rio de Janeiro (9,3%). Já no maior mercado imobiliário do país, a cidade de São Paulo, registrou aumento de preços de apenas 7,3%.
Fonte: Redimob
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Queda no preço dos imóveis já era esperada, afirma Creci-SP
Fevereiro apresentou uma inclinação de 20,26% nos preços dos imóveis no estado
Enquanto algumas capitais registraram aumento no preço dos imóveis residenciais e comerciais, como
ocorreu com Belo Horizonte, no estado de São Paulo houve queda no valor
de venda e locação. As informações foram divulgadas pelo Conselho
Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).
Em relação aos 12 meses anteriores, fevereiro
apresentou uma inclinação de 20,26% nos preços dos imóveis no estado.
Para o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, a
queda já era esperada para este ano. Isto ocorreu “Devido ao
comportamento do mercado internacional e ao fato de os preços dos
imóveis terem subido demais nos últimos tempos, reduzindo o poder de
compra das famílias”, afirmou ao portal IG.
Previsão é de mudança
Este cenário não deve persistir no estado, é o que
afirma Viana Neto. “A tendência agora é de estabilização do mercado”,
declarou ao portal. Para o levantamento foram pesquisados 3.901 imóveis
entre 1.351 imobiliárias de 37 cidades paulistas e o resultado também
foi decepcionante para o mês de fevereiro, já que o feriado prolongado
de Carnaval contribui para a baixa procura por imóveis no estado.
Publicado na Redimob
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Imóveis: um ótimo investimento para 2013
Comprar imóveis para investimento sempre foi um ótimo negócio historicamente. Mesmo com uma grande valorização do metro quadrado nos últimos anos, 2013 continua sendo um ótimo momento para as pessoas que pensam em comprar um imóvel.
As pessoas que compraram imóveis nos últimos
quatro anos conseguiram uma valorização em torno 80% com o aquecimento
do mercado imobiliário. Diversas foram as causas para este aquecimento:
aumento do poder aquisitivo da população brasileira, diminuição dos
juros e os incentivos pontuais do governo como o programa Minha Casa
Minha Vida.
Mas o fator principal desta
mudança, sem dúvida, foi a disponibilidade de crédito no mercado e o
aumento do prazo para pagamento das parcelas. Em muitos casos, o valor
de uma prestação do financiamento é o mesmo, ou até mesmo menor, do que a
parcela de um aluguel. A diferença está na ótima sensação de estar
construindo um patrimônio e não pagando um simples aluguel.
O ano de 2012 foi marcado pela
diminuição histórica da Selic. Ao mesmo tempo que está baixa impactou
positivamente a taxa de juros do crédito imobiliário, puxando o valor
para baixo, o fato de o mercado financeiro remunerar investidores com
rendimentos mensais menores, despertou ainda mais os olhos de potenciais
investidores que viram nos imóveis a possibilidade de rendimentos
anuais na casa dos dois dígitos, diferente da média de 6 a 8% de
remuneração de um CDB no banco, por exemplo.
Os fundos imobiliários também
atraíram muito a atenção de pessoas que estão em busca de boas
rentabilidades. Cada vez mais estruturados e profissionalizados, estes
fundos contam ainda com a isenção de imposto de renda para seus
cotistas, o que deixa a rentabilidade de bons projetos, ainda mais
interessante.
A compra de imóveis para locação,
também está em alta. Ao mesmo tempo que um proprietário de imóvel tem
ganhos em torno de 0,5% mês, o imóvel ainda conta com a sua valorização
anual, que em 2012, ficou na casa dos 16% na média nacional.
Para quem ainda não comprou um
imóvel e que pretende comprar em breve, a boa notícia é que ainda haverá
boas oportunidades no mercado. O Brasil conta com uma demanda reprimida
de mais ou menos 1,5 milhão de novas famílias por ano de potenciais
compradores.
A disponibilidade de crédito no
mercado faz com que as incorporadoras criem cada vez mais projetos
diferenciados, para diferentes públicos, muitas vezes em regiões novas
que sofrerão uma boa valorização com o tempo.
É válido lembrar que o Brasil é a
sexta maior economia do mundo. Porém, em 2012, o valor médio do metro
quadrado no país foi apenas o 64º maior do mundo. Ou seja, temos uma
janela muito positiva para valorização.
O fato de o nosso país estar
próximo de grande eventos esportivos como Copa do Mundo e Jogos
Olímpicos, faz com que inúmeros investimentos de infraestrutura sejam
realizados nas principais capitais brasileiras, consequentemente
valorizando as regiões do entorno onde surgirão estas novas
benfeitorias.
Para aquelas pessoas que planejam
adquirir imóvel, é importante lembrar que é importante o auxílio de um
profissional cadastrado ao Creci de seu estado. Como também é
imprescindível estar a par da saúde financeira da construtora a qual
estão comprando o imóvel e ter uma boa percepção da valorização e
desenvolvimento da região em que estão comprando este bem.
Historicamente a compra de imóvel é
muito positiva e milhares de pessoas, em todo o mundo, ganham boa
quantidade de dinheiro com este tipo de investimento. Como dizem o
antigo ditado “quem compra imóvel ou terra, não erra”.
Publicado no Administradores.com.br
Por Diogo Schroeder Horn
sábado, 30 de março de 2013
Preço dos imóveis residenciais deve subir 10% em 2013
Alta esperada seria semelhante à registrada em 2012.
O mercado imobiliário não sofre com falta de
interesse dos consumidores, nem condições para compra de imóveis, na
avaliação do economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. "O mercado
não enfrenta problema de falta de demanda e oferta de crédito", afirmou
há pouco, em entrevista à imprensa.
Petrucci mencionou que a demanda
está saudável, tendo em vista que em 2012 foram lançadas 27,8 mil
unidades e vendidas 26,9 mil unidades na capital paulista. "A demanda
está aquecida. Se lancei 27 mil e vendi 27 mil, é lógico que a demanda
está aquecida", argumentou.
Já sobre o crédito imobiliário,
Petrucci reiterou a estimativa de crescimento, já que, na sua opinião,
os bancos têm grande interesse em participar desse mercado. "Não faltará
crédito imobiliário, pois (essa carteira) é um grande negócio para os
bancos em função da sua garantia e da baixa inadimplência".
Para 2013, Petrucci mostrou
otimismo e afirmou que a estimativa de crescimento de 10% no volume de
lançamentos em São Paulo se baseia na perspectiva de demanda aquecida,
melhorias no processo de licenciamento pelo setor público, revisão do
plano diretor na capital paulista e pelas medidas para desoneração para
as construtoras, anunciadas em dezembro pelo governo federal.
Na avaliação do executivo do
Secovi-SP, o preço dos imóveis deve seguir em crescimento estável, com
alta em torno de 3% acima dos índices de inflação utilizados como
referência para o setor - IGPM e INCC - levando a uma alta nominal de
aproximadamente 10% no acumulado do ano. "O crescimento do preço real do
imóvel deve ser parecido com o verificado em 2012 do que nos anos
anteriores", afirmou.
Publicado no Estadão
domingo, 20 de janeiro de 2013
Quanto realmente custa comprar um imóvel
Além do valor do imóvel e do custo do financiamento, despesas com imposto e cartório podem pesar no bolso na hora da compra; conheça cada uma delas
São Paulo – A compra de um imóvel
não é apenas uma questão de juntar um valor para dar de entrada e fazer
a parcela do financiamento caber no orçamento. A burocracia de tornar o
imóvel de fato seu envolve uma série de outros custos que não são
exatamente leves para o bolso, e o comprador deve estar preparado para
encará-los. Além disso, a natureza do imóvel adquirido pode envolver
ainda outros custos. Veja a lista dos verdadeiros custos de se comprar
um imóvel e quanto eles vão pesar:
1. Valor da entrada
Embora seja possível financiar 100% do valor do imóvel para quem tem renda familiar de até 5.400 reais nas regiões metropolitanas ou 4.300 reais nos demais municípios, para quem tem renda familiar mais alta que isso será necessário dar uma entrada. O valor mínimo será de 10% do valor do imóvel, para algumas linhas.
Na Caixa , por exemplo, é possível financiar até 90% do valor do imóvel. Ou seja, para um imóvel de 500.000 reais, seria necessária uma entrada mínima de 50.000 reais, que pode ser obtida por meio da poupança em uma aplicação financeira conservadora e de alta liquidez, como a caderneta de poupança, os CDBs e o Tesouro Direto. Outra opção é entrar em um consórcio imobiliário cujo valor da carta de crédito seja suficiente para dar esta entrada.
2. Custo Efetivo Total (CET) do financiamento
Quem financia o imóvel não deve apenas olhar para as taxas de juros, mas sim para o Custo Efetivo Total do financiamento, o chamado CET. Este é o percentual que deve ser levado em conta na hora de calcular a parcela mensal do financiamento. O CET inclui os juros, os prêmios dos seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e de Danos Físicos do Imóvel (DFI), a tarifa mensal de serviços administrativos, a tarifa de avaliação do imóvel e impostos, quando aplicáveis, como o Imposto de Operações Financeiras (IOF). Na Caixa, por exemplo, a taxa de juros do crédito pró-cotista, para quem financia com recursos do FGTS, é de 8,66% ao ano, enquanto que o CET é de 9,01% ao ano.
3. Custo da moradia
Se você mora de aluguel e comprou seu primeiro imóvel ainda na planta, não se esqueça de que seu orçamento deverá comportar o aluguel e uma eventual taxa de condomínio, além das parcelas pagas à construtora. Mas lembre-se de se certificar de que há fôlego financeiro para continuar pagando aluguel caso a entrega do imóvel atrase.
Os contratos costumam já prever um atraso de 180 dias, mas em casos extremos – e que frequentemente levam os compradores à Justiça – o atraso pode facilmente chegar a um ano ou mais. Se a intenção é comprar um imóvel já pronto, some às parcelas do financiamento o valor da taxa de condomínio. É o mínimo que você vai pagar por sua moradia.
1. Valor da entrada
Embora seja possível financiar 100% do valor do imóvel para quem tem renda familiar de até 5.400 reais nas regiões metropolitanas ou 4.300 reais nos demais municípios, para quem tem renda familiar mais alta que isso será necessário dar uma entrada. O valor mínimo será de 10% do valor do imóvel, para algumas linhas.
Na Caixa , por exemplo, é possível financiar até 90% do valor do imóvel. Ou seja, para um imóvel de 500.000 reais, seria necessária uma entrada mínima de 50.000 reais, que pode ser obtida por meio da poupança em uma aplicação financeira conservadora e de alta liquidez, como a caderneta de poupança, os CDBs e o Tesouro Direto. Outra opção é entrar em um consórcio imobiliário cujo valor da carta de crédito seja suficiente para dar esta entrada.
2. Custo Efetivo Total (CET) do financiamento
Quem financia o imóvel não deve apenas olhar para as taxas de juros, mas sim para o Custo Efetivo Total do financiamento, o chamado CET. Este é o percentual que deve ser levado em conta na hora de calcular a parcela mensal do financiamento. O CET inclui os juros, os prêmios dos seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e de Danos Físicos do Imóvel (DFI), a tarifa mensal de serviços administrativos, a tarifa de avaliação do imóvel e impostos, quando aplicáveis, como o Imposto de Operações Financeiras (IOF). Na Caixa, por exemplo, a taxa de juros do crédito pró-cotista, para quem financia com recursos do FGTS, é de 8,66% ao ano, enquanto que o CET é de 9,01% ao ano.
3. Custo da moradia
Se você mora de aluguel e comprou seu primeiro imóvel ainda na planta, não se esqueça de que seu orçamento deverá comportar o aluguel e uma eventual taxa de condomínio, além das parcelas pagas à construtora. Mas lembre-se de se certificar de que há fôlego financeiro para continuar pagando aluguel caso a entrega do imóvel atrase.
Os contratos costumam já prever um atraso de 180 dias, mas em casos extremos – e que frequentemente levam os compradores à Justiça – o atraso pode facilmente chegar a um ano ou mais. Se a intenção é comprar um imóvel já pronto, some às parcelas do financiamento o valor da taxa de condomínio. É o mínimo que você vai pagar por sua moradia.
4. Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)
O ITBI é um imposto municipal que o comprador deve pagar ao adquirir um imóvel. A alíquota varia de município para município, mas não ultrapassa 3%. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, a alíquota é de 2% sobre o valor do imóvel. Pode haver descontos, com ou sem limite máximo, para imóveis de menos de 500.000 reais, financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Há basicamente duas formas de desconto do ITBI. Uma delas consiste na aplicação de uma alíquota reduzida sobre uma parte do valor do financiamento, e tudo que exceder esse teto será tributado sob a alíquota normal. É o que acontece na capital paulista. O teto do desconto é de 42.800 reais e a alíquota reduzida é de 0,5%. Assim, para um imóvel de 400.000 reais, com 300.000 reais financiados pelo SFH, o comprador pagará 0,5% sobre 42.800 reais e 2% sobre os 357.200 reais restantes.
A outra forma é o desconto sem o teto. É o que ocorre, por exemplo, em Santos, no litoral paulista. Nesta cidade, o ITBI é de apenas 0,5% sobre todo o valor do financiamento pelo SFH. Segundo o exemplo acima, 0,5% sobre 300.000 reais, sendo que os 100.000 reais restantes seriam tributados pela alíquota cheia. Existem ainda alguns casos de isenção. Em Fortaleza, funcionários públicos municipais não precisam pagar ITBI na compra do primeiro imóvel.
As Prefeituras também determinam prazos para o pagamento do ITBI, e cobram multa de quem os excede. Em São Paulo, por exemplo, o imposto deve ser pago em até dez dias a partir da data do contrato de compra e venda. Em alguns municípios, também é possível parcelar o imposto.
5. Escritura pública
Quando se financia um imóvel, não é preciso se preocupar com essa parte, uma vez que o contrato emitido pelo banco tem força de escritura pública. Caso a compra se dê à vista, porém, será necessário fazer uma escritura no Tabelião de Notas. O valor e as regras de cobrança das escrituras públicas variam bastante de estado para estado.
Em São Paulo, por exemplo, o valor da escritura é sempre proporcional ao valor do imóvel. A escritura de um imóvel de 300.000 reais custa 2.497,31 reais. Já um de 600.000 reais requer uma escritura de 3.074,93 reais. Já no Rio de Janeiro, toda escritura de valor declarado superior a 49.889,02 custa 604,26 reais.
Para saber o custo das escrituras no seu estado, basta acessar a página do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil , que disponibiliza, em arquivo pdf, as regras de custos cartoriais de todos os estados. No entanto, a escrita burocrática pode suscitar dúvidas, e os prazos e documentos necessários para lavrar uma escritura variam também de estado para estado. Pode ser necessário apresentar uma série de certidões, que normalmente devem ser providenciadas pelo vendedor. Por isso, é aconselhável entrar em contato com um tabelionato de notas para saber o valor da escritura, os documentos necessários e a quem compete providenciá-los.
O ITBI é um imposto municipal que o comprador deve pagar ao adquirir um imóvel. A alíquota varia de município para município, mas não ultrapassa 3%. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, a alíquota é de 2% sobre o valor do imóvel. Pode haver descontos, com ou sem limite máximo, para imóveis de menos de 500.000 reais, financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Há basicamente duas formas de desconto do ITBI. Uma delas consiste na aplicação de uma alíquota reduzida sobre uma parte do valor do financiamento, e tudo que exceder esse teto será tributado sob a alíquota normal. É o que acontece na capital paulista. O teto do desconto é de 42.800 reais e a alíquota reduzida é de 0,5%. Assim, para um imóvel de 400.000 reais, com 300.000 reais financiados pelo SFH, o comprador pagará 0,5% sobre 42.800 reais e 2% sobre os 357.200 reais restantes.
A outra forma é o desconto sem o teto. É o que ocorre, por exemplo, em Santos, no litoral paulista. Nesta cidade, o ITBI é de apenas 0,5% sobre todo o valor do financiamento pelo SFH. Segundo o exemplo acima, 0,5% sobre 300.000 reais, sendo que os 100.000 reais restantes seriam tributados pela alíquota cheia. Existem ainda alguns casos de isenção. Em Fortaleza, funcionários públicos municipais não precisam pagar ITBI na compra do primeiro imóvel.
As Prefeituras também determinam prazos para o pagamento do ITBI, e cobram multa de quem os excede. Em São Paulo, por exemplo, o imposto deve ser pago em até dez dias a partir da data do contrato de compra e venda. Em alguns municípios, também é possível parcelar o imposto.
5. Escritura pública
Quando se financia um imóvel, não é preciso se preocupar com essa parte, uma vez que o contrato emitido pelo banco tem força de escritura pública. Caso a compra se dê à vista, porém, será necessário fazer uma escritura no Tabelião de Notas. O valor e as regras de cobrança das escrituras públicas variam bastante de estado para estado.
Em São Paulo, por exemplo, o valor da escritura é sempre proporcional ao valor do imóvel. A escritura de um imóvel de 300.000 reais custa 2.497,31 reais. Já um de 600.000 reais requer uma escritura de 3.074,93 reais. Já no Rio de Janeiro, toda escritura de valor declarado superior a 49.889,02 custa 604,26 reais.
Para saber o custo das escrituras no seu estado, basta acessar a página do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil , que disponibiliza, em arquivo pdf, as regras de custos cartoriais de todos os estados. No entanto, a escrita burocrática pode suscitar dúvidas, e os prazos e documentos necessários para lavrar uma escritura variam também de estado para estado. Pode ser necessário apresentar uma série de certidões, que normalmente devem ser providenciadas pelo vendedor. Por isso, é aconselhável entrar em contato com um tabelionato de notas para saber o valor da escritura, os documentos necessários e a quem compete providenciá-los.
6. Registro do Imóvel
Com o ITBI pago e a escritura em mãos, é hora de registrar o imóvel. “O comprador precisa levar as vias do contrato assinadas e a guia de ITBI paga para que o cartório possa dar entrada no Registro”, diz Daniele Akamine, sócia-proprietária da consultoria imobiliária Akamines. Segundo ela, em algumas cidades também é preciso apresentar algumas certidões, que na maioria das vezes devem ser providenciadas pelo próprio vendedor. “Algumas das certidões exigidas podem ser emitidas diretamente nos sites da Receita e do INSS, gratuitamente. O custo total é de até 400 reais”, explica a advogada.
Os valores do registro também variam de estado para estado e tomam como base o valor de alienação do imóvel. Em São Paulo, o registro de um imóvel de 500.000 reais custa 1.792,21 reais. No Rio Grande do Sul, o registro de um imóvel no mesmo valor sai por 1.996,10 reais. Os valores dos registros também podem ser consultados no site do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil.
Simulação
Vamos fazer um cálculo simplificado do custo das principais despesas cartoriais e do ITBI de um imóvel de 400.000 reais, com 300.000 reais financiados, na cidade de São Paulo:
ITBI: 7.358 reais
0,5% sobre o valor financiado, com limite de 42.800 reais; ou seja, 0,5% sobre 42.800 reais. Soma-se a isso 2% sobre o valor restante de 357.200 reais.
Registro de imóveis: 1.792,21 reais (se não for a primeira compra) ou 896,10 reais (50% de desconto, caso o comprador nunca tenha tido imóvel em seu nome).
Eventuais despesas com certidões: 400 reais
Total: de 8.654,10 a 9.550,21 reais, cerca de 2% do valor total do imóvel
Vamos agora simular as mesmas despesas para uma compra à vista de um imóvel de 600.000 reais na cidade de São Paulo:
ITBI: 12.000 reais
2% sobre 600.000 reais, sem desconto
Escritura: 3.074,93 reais
Registro de imóveis: 2.063,25 reais (se não for a primeira compra) ou 1031,63 reais (50% de desconto, caso o comprador nunca tenha tido imóvel em seu nome).
Eventuais despesas com certidões: 400 reais
Total: de 16.506,56 reais a 17.538,18 reais, cerca de 3% do valor total do imóvel
Atualmente, a Caixa já oferece a possibilidade de incluir esses custos no financiamento e, assim, parcelá-los .
Publicado na EXAME
Com o ITBI pago e a escritura em mãos, é hora de registrar o imóvel. “O comprador precisa levar as vias do contrato assinadas e a guia de ITBI paga para que o cartório possa dar entrada no Registro”, diz Daniele Akamine, sócia-proprietária da consultoria imobiliária Akamines. Segundo ela, em algumas cidades também é preciso apresentar algumas certidões, que na maioria das vezes devem ser providenciadas pelo próprio vendedor. “Algumas das certidões exigidas podem ser emitidas diretamente nos sites da Receita e do INSS, gratuitamente. O custo total é de até 400 reais”, explica a advogada.
Os valores do registro também variam de estado para estado e tomam como base o valor de alienação do imóvel. Em São Paulo, o registro de um imóvel de 500.000 reais custa 1.792,21 reais. No Rio Grande do Sul, o registro de um imóvel no mesmo valor sai por 1.996,10 reais. Os valores dos registros também podem ser consultados no site do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil.
Simulação
Vamos fazer um cálculo simplificado do custo das principais despesas cartoriais e do ITBI de um imóvel de 400.000 reais, com 300.000 reais financiados, na cidade de São Paulo:
ITBI: 7.358 reais
0,5% sobre o valor financiado, com limite de 42.800 reais; ou seja, 0,5% sobre 42.800 reais. Soma-se a isso 2% sobre o valor restante de 357.200 reais.
Registro de imóveis: 1.792,21 reais (se não for a primeira compra) ou 896,10 reais (50% de desconto, caso o comprador nunca tenha tido imóvel em seu nome).
Eventuais despesas com certidões: 400 reais
Total: de 8.654,10 a 9.550,21 reais, cerca de 2% do valor total do imóvel
Vamos agora simular as mesmas despesas para uma compra à vista de um imóvel de 600.000 reais na cidade de São Paulo:
ITBI: 12.000 reais
2% sobre 600.000 reais, sem desconto
Escritura: 3.074,93 reais
Registro de imóveis: 2.063,25 reais (se não for a primeira compra) ou 1031,63 reais (50% de desconto, caso o comprador nunca tenha tido imóvel em seu nome).
Eventuais despesas com certidões: 400 reais
Total: de 16.506,56 reais a 17.538,18 reais, cerca de 3% do valor total do imóvel
Atualmente, a Caixa já oferece a possibilidade de incluir esses custos no financiamento e, assim, parcelá-los .
Publicado na EXAME
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Setor imobiliário: tendência para 2013 é de crescimento e preços equilibrados
Para especialistas, empresas provavelmente apresentarão um desempenho melhor no próximo ano e o comprador estará mais cauteloso na hora de comprar.
O ano de 2012 encerra e as análises sobre o setor
imobiliário são positivas. De acordo com o Banco Central, o PIB no
crédito imobiliário alcançou 5,9% contra 5% em 2011. O percentual é
moderado, comparado a outros países, mas especialistas veem o
desenvolvimento do setor com olhares otimistas para o próximo ano.
Para o diretor geral da ZAP,
Eduardo Schaeffer, entraremos em um momento de estabilidade, mas, sem
estagnar. “Isso porque o governo têm oferecido incentivos de todos os
tipos e, ao mesmo tempo, o freio de arrumação que aconteceu em 2012
trará resultados em 2013. Ou seja: todas as empresas que precisaram
ajustar o seu andar da carruagem nesse ano, provavelmente apresentarão
um desempenho melhor no próximo ano e voltarão a lançar mais produtos”,
explica.
O especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado,
concorda. “Vejo um mercado em 2013 com o retorno dos lançamentos, com
preços mais equilibrados e reajustes mais conscientes. Além disso,
perceberemos também um maior planejamento do setor com uma forte
tendência de renovação nas formas de projetar um empreendimento. Por
exemplo, com oferta de imóveis mais customizados, de acordo com o perfil
de cada região e com as necessidades do cliente, o que será um
facilitador na hora da comercialização”, afirma, em seu blog.
Comprador cauteloso
Fora a questão dos lançamentos,
Schaeffer afirma que o comprador está um pouco mais cauteloso,
principalmente pelo desaquecimento da subida de preço. “Pensa-se mais
antes de comprar. Logo, existe uma análise mais apurada sobre qual
imóvel comprar e quando comprar. Por exemplo, um casal de 25 anos, que
quer sair do aluguel, pode esperar um ou dois meses a mais para checar
se novas oportunidades de negócio irão surgir, ainda que a decisão da
compra já tenha sido tomada”, afirma Schaeffer.
O maior beneficiado dessa
reorganização do mercado será o próprio consumidor, na visão de Machado.
“E com o cliente satisfeito, o setor também se fortalece. Portanto, os
profissionais da área devem estar atentos e preparados para poder
aproveitar estas oportunidades, interpretando estas tendências e
expectativas e as transformando em potenciais negócios”.
Publicado na Redimob
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Secovi-SP é favorável à legislação sobre built to suit
Expectativa do Sindicato é de que, com regras mais claras, cresçam os investimentos nessa modalidade de locação sob encomenda
Foi sancionada nesta quarta-feira
(19/12), pela presidente Dilma Rousseff, a Lei nº 12.744, que altera o
artigo 4º e acrescenta o artigo 54A à Lei nº 8.245/91, a Lei do
Inquilinato. A mudança, publicada no Diário Oficial da União de hoje,
20/12, institui normas para o built to suit, modalidade
diferenciada de locação na qual o empreendedor constrói ou reforma
consideravelmente um imóvel sob medida para um determinado locatário,
para o qual o empreendimento será alugado por um período de tempo mais
longo do que uma locação tradicional. “Essa mudança favorece o mercado
como um todo. Ela constitui um marco eficiente para o segmento de
locação, porque torna legítimas todas as operações de built to suit”, opina Walter Cardoso, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
O dirigente relata que não havia, na legislação locatícia, qualquer menção ao built to suit.
“Só existiam as cláusulas gerais de locação”, comenta. Por isso essas
operações costumavam ser reguladas por um contrato atípico, que
estabelecia as normas entre as partes”, explica o vice-presidente do
Secovi-SP.
A maior vantagem da mudança, completa Cardoso, é o fato de a operação built to suit
ser inserida em lei. “Existia um marco regulatório menos eficiente e
agora temos um marco mais completo”, frisa, lembrando que a segurança
jurídica é importante para o locador e para o locatário.
“A alteração legal eliminou uma série de
preocupações que travavam grandes investimentos”, analisa Jaques
Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP. Ele conta
que a lei abriu a possibilidade de que algumas condições sejam
negociadas, mas sem obrigar a sua contratação. O resultado, conforme o
advogado, é muito positivo e as regras mais claras, por exemplo,
facilitarão a cessão a terceiros, pelo locador, do direito de
recebimento de aluguéis (securitização). ”É relevante lembrar que
estamos falando de enormes investimentos e ambos os contratantes são
assessorados por vários especialistas, que poderão atuar livremente em
busca das melhores soluções, pois a lei privilegiou o negócio dessa
modalidade de locação, sem onerar quaisquer dos lados”, acrescentou
Bushatsky.
Já o locatário pode ser beneficiado pelo
menor custo do aluguel, destaca Walter Cardoso. “Retirado o fator
risco, no caso da rescisão, o valor da locação pode até ficar mais
favorável”, afirma. Ele explica que até aqui o inquilino tinha
dificuldade para encontrar um imóvel sob medida para suas necessidades.
“Agora, o mercado terá mais capacidade e segurança para produzir esse
tipo de imóvel, o que certamente tornará o seu custo muito mais atrativo
para o locatário.”
Publicado no Secovi-SP
Para ler a Lei Nº 12.744 acesse o link
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Como utilizar o FGTS para a compra de um imóvel
Comprador terá que se enquadrar em diversas regras para conseguir a liberação do dinheiro do fundo para a aquisição
Se você optou pelo financiamento bancário para adquirir seu imóvel, um ponto positivo é que o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ser utilizado para amortizar uma parte razoável da dívida. Dessa forma as despesas com os juros irão diminuir, dando uma maior tranquilidade para quitar o saldo devedor. O FGTS também pode ser usado para quem já tem um montante suficiente para adquirir o imóvel à vista. Nesse caso o saldo apenas serviria para completar a oferta de compra. De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), todo trabalhador tem direito ao uso do FGTS na compra da casa própria. Para isso, é preciso obedecer a apenas alguns pré-requisitos.Condições para uso do FGTS
Você só poderá utilizar o saldo do seu FGTS na aquisição ou construção de um imóvel se trabalhou sob o regime do FGTS por pelo menos três anos consecutivos. Além disso, o interessado não poderá já ser proprietário de imóvel residencial concluído ou em construção no município onde trabalha ou já possui residência.
Você também não poderá ser comprador ou proprietário de imóvel residencial concluído ou em construção financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do país. O imóvel ou terreno deverá estar localizado dentro do município onde você trabalha ou em um município próximo, porém dentro da região metropolitana.
Caso opte por adquirir um imóvel fora do seu município, será necessário que comprove a residência no local há pelo menos um ano. Não se esqueça de que os recursos do FGTS poderão ser utilizados somente para a instalação da sua casa própria, sendo vetado o uso nos seguintes casos:
- aquisição de lotes e terrenos;
- ampliação, reforma, melhoria de imóvel residencial ou realização de infra-estrutura;
- aquisição de imóvel para a moradia de familiares, dependentes ou terceiros;
- aquisição de imóvel para a instalação de estabelecimentos comerciais.
Documentação necessária
Além de atender aos pré-requisitos necessários, os seguintes documentos do comprador, vendedor e do imóvel deverão ser apresentados:
Comprador:
- Carteira de identidade – RG;
- Cadastro de Pessoa Física – CPF;
- Comprovação de estado civil;
- Declaração do Imposto de Renda ou declaração onde conste que você é isento da entrega da Declaração do imposto;
- Carteira de trabalho, original e cópia das páginas referentes à identificação, contrato de trabalho, opção pelo FGTS e PIS/PASEP;
- Se for trabalhador avulso, deve apresentar declaração do sindicato da categoria profissional a qual pertence.
Imóvel:
- Planta baixa ou croqui com medidas;
- Folha da cota única do IPTU;
- Certidão atualizada de inteiro teor da matrícula do imóvel.
Vendedor
A documentação necessária varia se o vendedor for pessoa física ou pessoa jurídica.
- Pessoa Física: Carteira de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF), Comprovação de Estado Civil;
- Pessoa Jurídica: Contrato social e alterações, Estatuto Social – Ata de Eleição da última Diretoria publicados no diário oficial (companhia Ltda); Certidão negativa de Débito no INSS, Certificado de Regularidade do FGTS, Certidão Negativa de Tributos Federais e Cartão do CNPJ.
A documentação deve ser apresentada através de cópia legível acompanhada dos originais, ou em cópias autenticadas. No caso de casais, apresentar toda a relação dos documentados acima, juntamente com a certidão de casamento e, se for o caso, apresentar certidão de concubinato, declaração original de que a identidade do endereço decorre de uma união conjugal estável, de natureza familiar, pública e duradoura.
Na aquisição de um imóvel fora do seu município, você deve comprovar que reside no local há pelo menos um ano, apresentando dois documentos originais e cópias, da seguinte relação:
- Contrato de aluguel;
- Contas de água, luz, telefone ou gás;
- Recibos de condomínio;
- Declaração do empregador ou do banco onde tenha conta corrente.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Secovi-SP lança cartilha para orientar o comprador de imóvel
Esclarecer a população sobre o processo de aquisição de imóveis e prestar um serviço às empresas incorporadoras são os objetivos dessa publicação do Sindicato
O Secovi-SP, com a coordenação de sua vice-presidência de Habitação Econômica, elaborou a Cartilha da Compra Consciente,
que traz dicas para os compradores de imóveis, inclusive no âmbito do
programa Minha Casa, Minha Vida, realizarem negócios com clareza e
entendimento do mercado.
Em formato de perguntas e respostas, com
linguagem objetiva e simplificada, a publicação abrange desde os
cuidados que o cliente deve ter ao decidir pela compra do imóvel em
lançamento, as formas de financiamento disponíveis no mercado, a
documentação necessária para fechar negócio, esclarecimentos sobre o
programa de governo Minha Casa, Minha Vida até os cuidados de manutenção
após a entrega das chaves.
O lançamento oficial da Cartilha acontecu no
dia 27/11, terça-feira, das 9h30 (credenciamento) às 12 horas, na sede
do Sindicato (rua Dr. Bacelar, 1.043, Vila Mariana).
Clique aqui para consultar a cartilha
Fonte: Secovi-SP
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Boulevard Ipanema Residencial
Boulevard Ipanema
Residencial
Parcelas a partir de R$ 356,00*
Studio, unidades de 1 e 2 dormitórios - Cozinha Americana - Portaria 24 horas - Área Gourmet - Playground - Piscina e Quadra
9.000m2 de terreno
+
1.500m2 de Lazer
Tipo 2 dormitórios 49m²
Imagens ilustrativas:
Localização:
A 5 minutos do Carrefour. Próximo ao Aeroporto.
Fácil acesso pela Av. Ipanema
Plantão de Vendas:
(15) 3013 1477
Vendas:
CRECI: J-11783
Unidades:
CENTRO: Rua XV de Novembro, 229 - Centro - (15) 2102-9999
CAMPOLIM: Rua Barão de Tatuí - 1078 - Vergueiro - (15) 2102-8888
ZONA NORTE: Avenida Itavuvu, 840 - Itavuvu - (15) 3219-5454
Realização:
Assessoria:
Financiamento:
Em até 360 meses
Subsídios de até R$ 23.000,00*
O empreendimento só será comercializado após o registro do memorial de incorporação no cartório de registro de Imóveis de Sorocaba - SP.
*Material preliminar sujeito a alteração sem prévio aviso.
*Sujeito às condições de crédito do comprador.
*Sujeito às condições de crédito do comprador.
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