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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Por que você deve comprar um imóvel de qualquer maneira

Imóvel é uma segurança para a aposentadoria e ajuda na independência financeira

 

Ainda que o aluguel seja mais vantajoso para você no momento, saiba por que comprar um imóvel algum dia é importante de qualquer jeito

 

 Embora a casa própria seja um dos maiores sonhos do brasileiro, quem se preocupa em planejar bem as finanças frequentemente se questiona se é melhor morar de aluguel ou comprar um imóvel. Cálculos que mostram que o aluguel pode ser a saída financeiramente mais inteligente não faltam, mas talvez o sonho do brasileiro não seja um delírio coletivo. Por sinal, é economicamente bem inteligente, para quem quer ter independência financeira e uma aposentadoria tranquila.

Ainda que morar de aluguel seja a melhor opção para você neste momento, entenda por que você deve se preparar para comprar um imóvel de qualquer maneira em algum momento da sua vida:

1. Você vai sempre precisar de um teto

Parece óbvio, mas a decisão de comprar um imóvel deve levar em consideração não só questões financeiras, como questões práticas da vida. “Fazer contas para saber se é mais vantajoso comprar ou alugar é bom para uma empresa, mas não para uma família. Independentemente do que acontecer, a família vai precisar de um teto todo santo dia”, diz o consultor financeiro Mauro Calil.

O aluguel carrega em si um risco que pode ser alto, principalmente para quem tem filhos em idade escolar. Contratos de aluguel valem por 30 meses, e após este período, o proprietário pode pedir o imóvel de volta a qualquer momento, a menos que seja feito um novo contrato. Nesta última possibilidade, o aluguel provavelmente será revisto, em geral com reajuste acima da inflação.

No caso de o proprietário pedir o imóvel de volta, ele pode dar apenas um mês para você e sua família saírem. Ou seja, todos terão que sair da casa com a qual já estão acostumados, e talvez até mudar de estilo de vida, pois nem sempre há imóveis de qualidade perto de onde a sua vida acontece: a escola das crianças ou o trabalho dos pais, entre outras atividades.

Por isso, é possível que você tenha que se contentar com uma moradia mais cara ou de má qualidade. Fora a dor de cabeça do processo e os gastos que envolvem a mudança, como a possível compra de novos móveis, reconhecimentos de firma, e retirada de matrícula atualizada do imóvel do fiador, se for o caso.

De posse de um imóvel quitado, essa preocupação deixa de existir, e as mudanças normalmente poderão ser mais planejadas, pois envolvem a venda e a compra de um novo bem. Ainda que o imóvel seja financiado, as parcelas podem diminuir com o tempo, ficando, portanto, mais leves para o bolso.

2. Morar de aluguel não necessariamente significa independência

Morar de aluguel significa ter mobilidade. Se você ainda é jovem, em início de carreira e pode ter que mudar de emprego ou de cidade algumas vezes, provavelmente o aluguel será a melhor saída para você por enquanto. O imóvel próprio pode deixá-lo preso a um local, pois o trabalho e os custos envolvidos num processo de compra e venda são pesados.

Mas para quem já está estabelecido pessoal e profissionalmente e pretende ficar bastante tempo em um mesmo lugar, a compra muito pode ser a melhor saída. Isso porque a posse da própria moradia é uma peça fundamental da verdadeira independência financeira.

Alugar significa depender dos outros: do corretor, da administradora de bens, do proprietário e do fiador. Em cidades onde o mercado de locação é muito aquecido, com muitos inquilinos dispostos a matar e a morrer por uma moradia decente, pode ser bem difícil encontrar atendimento e atenção de qualidade nas imobiliárias.

Proprietários também podem ser cheios de problemas. “Quando estava vendo imóvel para alugar para minha família, encontrei um apartamento perto da escola dos meus filhos que pertencia a quatro irmãos. Imagina ter que negociar com quatro irmãos: sempre haverá um que não estará satisfeito”, observa Mauro Calil.

Fora que o locador pode se envolver em encrencas, como sofrer um processo judicial que ameace seus bens, repassar o valor do aluguel para terceiros de maneira inapropriada ou mesmo estar tentando alugar um imóvel que não é de fato seu, mas de alguém da sua família, o que não tem validade.

Caso o locatário não cheque direitinho todas essas questões, pode acabar entrando pelo cano, nem que seja na hora de declarar o imposto de renda. Ele pode pedir para ver a matrícula do imóvel que vai alugar e outros documentos comprobatórios, como eventuais procurações.

Mas por ser a parte mais fraca, o locatário fica com seu poder de negociação bastante reduzido. Caso o proprietário se recuse a colaborar, o candidato a inquilino vai acabar perdendo o imóvel, ou será pressionado a aceitar as condições que lhe foram dadas, porque “há outros interessados na fila”.

Especialistas em finanças recomendam que o jovem comece a poupar para a compra da casa própria assim que começar a trabalhar, ainda que por ora a transação não seja possível ou vantajosa financeiramente.

“Pode ser simplesmente para dar uma entrada, ou mesmo para pagá-lo à vista, desde que ele separe aquela quantia todo mês e diga ‘isso aqui é a minha casa’”, diz Mauro Calil. “O tempo é o senhor das finanças, e quanto mais tempo você tiver para poupar para a casa própria, menor será o seu esforço”, completa.

Calil acrescenta ainda que, depois de adquirir o imóvel, não é preciso ter pressa para mobiliar. “Comprar as coisas aos poucos é gostoso. Você vê a vida evoluir”, diz.

3. Você poderá ter algo efetivamente seu, de qualidade e com a sua cara

Por mais que um imóvel não quitado ainda não seja efetivamente seu, ele será mais seu do que um imóvel alugado jamais será. Enquanto paga as prestações você já pode reformá-lo ou decorá-lo a seu bel-prazer, além de consertar qualquer problema tão logo ele apareça. Não haverá a burocracia de se pedir a autorização de um proprietário – que pode, ainda por cima, ser irredutível nas exigências.

Além disso, os imóveis disponíveis para alugar, principalmente aqueles bem localizados nos grandes centros, costumam ser de má qualidade, tamanha a disposição dos inquilinos de morar “perto de tudo”, ainda que o imóvel não esteja nas melhores condições.

Outro problema são os imóveis que os proprietários querem alugar já mobiliados. Para quem tem mobília, só resta ser desapegado e se desfazer dela, ou desistir do apartamento, mesmo que ele pareça perfeito.

“É na casa própria que a pessoa tem a sensação de construir um lar. É onde ela vê a recompensa pelo esforço do seu trabalho”, diz Luiz Krempel, CFP, planejador financeiro certificado pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF).

4. Você terá que fazer “poupança forçada”

Esse motivo vale especialmente para quem tem dificuldade de poupar. A casa própria é um bom motivo para poupar – principalmente para quem já é inquilino e quer se livrar do aluguel o mais rápido possível. Mais do que isso: mesmo um financiamento pode ser encarado como uma “poupança forçada”, uma vez que obriga o mutuário a construir uma parcela significativa do patrimônio.

“Quem não tem o hábito de poupar, acaba conseguindo construir um patrimônio com o financiamento imobiliário. Além disso, não é muito fácil ou rápido vender um imóvel, o que é seguro para pessoas que não têm muito controle financeiro”, observa Krempel.

5. Você terá alguma estabilidade para momentos de dificuldades financeiras e para a aposentadoria, além de algo para deixar para seus filhos

Ter de encarar as parcelas de um financiamento em um momento de dificuldade financeira pode ser tão ruim quanto ter aluguel para pagar. Mas ter uma casa já quitada na maturidade traz estabilidade para a família. Isso porque, mesmo antes da aposentadoria, a empregabilidade cai, e a saúde para trabalhar a pleno vapor pode não ser mais a mesma. Ainda que a renda diminua, resta a segurança de se ter um teto.

Pesquisa do HSBC divulgada neste ano mostrou que o brasileiro se prepara muito mal para a aposentadoria e conta demais com os recursos da Previdência Social. Para piorar, os gastos com saúde na terceira idade se tornam ameaçadores. Não ter um imóvel próprio até lá complica demais a situação.

“Uma das grandes seguranças da aposentadoria é ter um imóvel próprio. Se você financia em 30 anos, o ideal é que o imóvel esteja quitado quando a aposentadoria começar. Aquele bem se torna parte do patrimônio da família e acaba ficando para os filhos, o que já é um conforto para os pais”, diz Luiz Krempel.

Em último caso, o imóvel pode ser vendido e trocado por um menor e mais barato, caso a família esteja desesperadamente precisando liberar recursos e cortar gastos.

Para Krempel, é difícil precisar a idade ideal para se comprar um imóvel, pois isso depende do estilo de vida e da carreira de cada um. Mas ele acredita que a hora certa de comprar seja quando a pessoa ou a família já tem alguma estabilidade na carreira e uma reserva de emergência, para não comprometer toda a poupança na transação.

Krempel admite ainda que na hora de planejar ter filhos é tentador querer encaminhar a compra da casa própria. Contudo, o especialista sugere ponderar bem a questão. “Da mesma forma que o aluguel é um risco, a prestação também é. Com todos os gastos que um filho pequeno gera, encarar um financiamento pode ficar muito pesado. O risco de perder o imóvel por falta de pagamento continua a existir. É preciso ter cuidados redobrados”, diz.

O planejador financeiro acrescenta que, caso venham mais filhos do que aqueles planejados inicialmente, o imóvel pode acabar ficando pequeno demais para a família.


Publicado na EXAME.com por Julia Wiltgen

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Valorize o imóvel na hora de fotografar para venda ou locação

 
"A primeira impressão é a que fica".

Esta máxima, vale para o mercado imobiliário! 
Com 56% do processo de decisão de compra ou locação de um imóvel ocorrendo online, segundo pesquisa do Google, as imagens dos imóveis adquiriram peso nas transações e podem surtir duplo efeito: 
As fotos podem impressionar o cliente positivamente ou fazer com que o mesmo tenha total desinteresse em obter mais informações sobre o imóvel.

Conseguir uma boa foto, com uma boa iluminação, um bom enquadramento e escolhendo os ambientes certos para fotografar, para valorizar o imóvel na hora de anunciar a venda na internet, não é tão difícil quanto você imagina. E é o primeiro passo para alavancar bons negócios.



Dicas para você tirar boas fotos, mesmo não sendo um fotógrafo profissional.


Regras gerais: 

Para valorizar o imóvel é preciso ressaltar nele, as características que transmitam conforto, espaço, ser aconchegante e pronto para receber o novo morador.
Portanto nos cômodos como quarto, banheiro e área de serviço, tudo que é relacionado à intimidade do atual morador deve ser retirado.
Esta é a técnica de "home staging", que consiste em retificar a decoração para valorizar os pontos fortes do apartamento e atenuar os inconvenientes.
  • Dê prioridade para a fachada e os locais mais agradáveis do imóvel, como sala, dormitório principal e jardim;
  • Escolha o horário do dia que não tenha sombras fortes ou reflexos na fotografia;
  • Preste atenção aos obstáculos como postes, fios, carros, grades ou placas que obstruem a fachada. Se for um apartamento, mostre uma parte ou detalhe da entrada e dos primeiros andares. 
  • Evite sempre que a foto fique com cara de retrato (objeto posicionado no meio e/ou em close);
  • Dê destaque à paisagem, caso o imóvel tenha uma paisagem interessante, opte por dar visibilidade a ela;
  • Aumente a sensação de espaço, experimente fotografar a partir de um canto da divisão, de uma altura elevada;
  • Dê mais profundidade à fotografia, fotografe alguns objetos do imóvel como cadeiras, vasos, etc.
  • Procure o melhor ângulo, diferentes ângulos poderão dar a sensação de espaços diferentes ao imóvel;
  • Fotografe características que definam o tipo de imóvel, como por exemplo: moderno, rústico, etc;
  • Utilize números ímpares nos objetos de decoração. Isto promove o equilíbrio da imagem (ex: 1 vaso de flores, 1 livro, 1 relógio pequeno);
  • Interfira na “cena” tirando fios aparentes, virando as tampas dos lixos todas para o mesmo lado.
  • Caso não consiga interferir no espaço lembre-se de ir de um lado para o outro procurando os ângulos que são mais interessantes e com menos interrupções.
  • Consulte revistas e sites de decoração de interiores ou arquitetura, para observar como os profissionais fotografam;
  • Se necessário, mude os móveis de lugar;
  • Utilize alguns objetos de decoração, como vasos com flores e velas;
  • Não fotografe áreas desarrumadas, descuidadas ou sujas;
  • Não fotografe reflexos nos vidros e espelhos;
  • Photoshop só é permitido para remover placa ou faixa, melhorar o contraste, as cores, o balanço, a nitidez, transformando aquele dia feio e nublado num maravilhoso dia ensolarado. Não é recomendável alterar a realidade do imóvel.


 Áreas mobiliadas:
  • Fotografe itens importantes que valorizem o imóvel, como eletrodomésticos, móveis, etc;
  • Despersonalize o imóvel, retirando todos os objetos pessoais do proprietário, como por exemplo: fotos, troféus, etc.

Áreas não mobiliadas:
  • Experimente colocar elementos decorativos, que transmitam bem-estar e a sensação de um imóvel pronto para morar (ex: toalhas, revistas …).

Hall
  • Deixe o Hall aconchegante: um espelho, um luminária, um arranjo de flores ou um quadro emprestado a um outro quarto podem fazer uma grande diferença.
  • Desobstrua o Hall, remova excesso de bolsas, roupas, carrinho de bebe, etc. Pois a bagunça reduz o espaço e causa a sensação de desconforto.
  • Faça fotos claras e amplas, para não deixar a sensação de que o hall está triste e pequeno.
  • Valorize o espaço: procurar o melhor ângulo tirando várias fotos pois é difícil fotografar ambientes pequenos. 
  • Tire fotos se posicionando no corredor no prédio, da porta aberta, depois, de dentro do apartamento, até de dentro do armário se tiver um no Hall.

Sala
  • Retire as coisas que não pertencem a sala: Por exemplo: Se a mesa de jantar for utilizada pelos moradores com escritório, retire tudo ligado ao trabalho, pois deixa pensar que esta faltando espaço para trabalhar.
  • Tente mostrar os diferentes espaços da sala mesmo nas fotos e identifique-os: sala jantar, sala de estar, espaço TV, etc.
  • Prepare uma mesa de jantar. Talheres, pratos, copos, dispostos como se estivessem esperando a refeição ser servida. (Nem pense em fotografar um frango destrinchado sobre a mesa);
  • Tire fotos com persianas ou cortinas abertas;
  • Não fotografe os moradores, ou as TVs ligadas;

Quarto
  • Valorize o aconchego da cama que deve aparecer como uma cama de hotel 5 estrelas: Arrume a cama, acrescente almofadas, acenda as luminárias dos criados mudos...
  • Ao tirar fotos dos armários embutidos, procure incluir uma parte do quarto e identificar as fotos: armário suíte, armário quarto 1, etc.
  • Retire tudo relacionado à intimidade do morador : retire os objetos pessoais, como roupas, remédios, fotos, post-its e os ímãs de painéis e paredes etc. 

Banheiro
  • Procure passar uma sensação de limpeza e de ordem: retire os objetos pessoais, os produtos de higiene, as roupas, deixando apenas um sabonete novo, uma tolha limpa pendurada ou enrolada perto do lavabo. 
  • Evite tirar fotos dos vasos sanitários, se não for possível que pelo menos a tampa do vaso sanitário não fique aberta;
  • Evite tirar uma foto de você no espelho, um erro bem frequente. 

Cozinha

  • Remova os Post-its e os ímãs das geladeiras e paredes;
  • Verifique se as toalhas estão limpas e substitua o sabão antigo da pia por um novo;
  • Tire fotos com persianas ou cortinas abertas;
  • Louças e utensílios devem estar lavadas e guardadas nos seus devidos lugares;

Área de serviço
  • Passe uma sensação de organização e de limpeza. Por exemplo, se o quarto de empregada está bagunçado, o comprador vai pensar que está faltando espaço para guardar coisas ou que o morador está descuidado, em ambos os casos, a foto só vai atrapalhar. 
  • Retire as roupas do varal: elas atrapalham na visualização do espaço.
  • Retire animais ou coisas ligadas a eles : nem todos gostam de animais de estimação.
  • Se não for possível, organizar, limpar e retirar os animais e roupas, é melhor desistir de tirar fotos da área de serviço.


Qualidade da máquina
  • Fotos que serão publicadas somente na internet podem ser produzidas em uma câmera com resolução de 1 megapixel;
  • Para a produção de fotos para jornais ou revistas,  uma câmera com maior resolução é necessária, acima de 9 Megapixels;
  • Mais importante, na fotografia de imóveis, do que ter uma câmera com zilhões de Megapixels é o tipo de objetiva (a lente da câmera) que a mesma possui e a qualidade do sensor (circuito que captura a imagem);
  • Câmeras amadoras e semi profissionais, de boa qualidade, já servem para as fotos para a internet, porém o ideal para a fotografia de ambientes interno, é ter uma câmera com uma objetiva grande angular (28mm ou menos) que será capaz de valorizar estes espaços.
  • Comprando uma câmera, seja amadora, semi profissional ou profissional, antes de sair fotografando, leia o manual de instruções. 
"A grande maioria das pessoas utiliza somente uma pequena parte dos recursos que sua câmera possui, tirando fotos de pior qualidade".

O botão "automático" só é capaz de automatizar a captura de fotos medianas, ou seja, fotos comuns. Se você quer produzir fotos impactantes, fotos vendedoras, deve aprender a utilizar os recursos avançados da sua câmera.


 Técnicas
  • Segure a máquina com a palma da mão para cima e segure a base da máquina, caso contrário, a sua fotografia poderá sair inclinada;
  • A fotografia deve ser tirada ao nível do tórax, para isso abaixe-se ligeiramente e junte os braços ao corpo;
  • Sempre que possível, utilize o tripé para fotografar, ele é seu melhor amigo;
  • Ao fotografar objetos ou superfícies altamente reflexivos é melhor não usar o flash;
  • Lembre-se de focalizar o item que deseja destacar na foto.
  • Acostume-se a utilizar a grade na tela de sua câmera digital ao compor suas fotos. Não coloque os elementos da foto diretamente no centro. Tente posicioná-los próximo aos pontos onde as linhas se cruzam. Isto proporciona uma composição mais dinâmica do que simplesmente centralizar o objeto.
Para conseguir reposicionar, em câmera equipada com foco automático, primeiro focalize o objeto no centro do quadro; em seguida, mantenha o botão do obturador (disparador) pressionado até a metade para travar o foco enquanto você recompõe a cena com o objeto levemente fora do centro.
Em câmeras semi profissionais e profissionais, você poderá mover o ponto de foco da câmera, deslocando-o para que possa compor melhor os elementos dentro da fotografia.